Doenças e Tratamentos

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Após corrimento nasal, mulher é diagnosticada com síndrome cerebral

Aundrea foi diagnosticada com alergia antes de descobrir que tinha uma doença rara no cérebro
Foto: Reprodução
 

Nem toda coriza é resfriado. Após quatro meses com forte corrimento nasal, que os médicos atribuíram a consequências de alergias graves, a norte-americana Aundrea Aragon foi parar na sala de emergência de um hospital com vazamento de líquido cefalorraquidiano – que age como amortecedor para o cortéx cerebral e medula espinhal – em todo o rosto. As informações são do site Gawker.

"Se eu olhasse para baixo ou ficasse curvada, saia líquido até pelos poros do meu nariz. Eu não tinha controle de nada”, contou a paciente. Aos 35 anos, ela apresenta uma doença rara (apenas 1 em 100 mil pessoas pode ter) que pode ser mortal. Segundo especialistas, essa síndrome cerebral pode causar infecção porque há conexão entre a parte mais limpa do corpo, o cérebro, e a mais suja, o nariz.

Mãe de três filhos, Aundrea não questionou o diagnóstico médico de alergias nas primeiras semanas, mas depois de andar segurando toalhas de papel no nariz, ela ficou preocupada e procurou um centro de cuidados médicos. Lá, a enfermeira e os especialistas ficaram chocados com a situação. “Vocês deveriam ter visto o rosto do médico”, contou a paciente. Quando a enfermeira pediu para encher um tubo com amostra do corrimento, Aundrea disse: “eu posso preencher até 20”.

Assim que diagnóstico de síndrome cerebral foi confirmado, ela foi levada para a Universidade do Arizona e realizou a cirurgia para retirar o líquido em excesso e corrigir o problema. Com o proccedimento, Aundrea parou de ter o corrimento nasal, mas os especialistas alertam que é preciso ficar atento para que não surjam novas complicações.

Terra