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Leucemia tem 83% de chance de cura quando descoberta é precoce

A filha de Luiza Valdetaro, Maria Luiza, de 3 anos, foi diagnosticada com leucemia, informou a atriz nesta sexta-feira (2) Foto: Twitter / Reprodução
A filha de Luiza Valdetaro, Maria Luiza, de 3 anos, foi diagnosticada com leucemia, informou a atriz nesta sexta-feira (2)
Foto: Twitter / Reprodução
 

A leucemia, tumor que afeta os glóbulos brancos, é a principal causa de morte infantil no Brasil e corresponde a 33% dos casos de câncer que afetam crianças e adolescente, de acordo com o Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (GRAAC). Por outro lado, as chances de cura são altas e chegam a 83% quando a doença é descoberta cedo e o paciente recebe o tratamento adequado.

A atriz Luiza Valdetaro confirmou nesta sexta-feira (2) que sua filha, Maria Luiza, de 3 anos, foi diagnosticada com leucemia. "Susto e tristeza já deram lugar à fé e a força. Há 20 dias Malu foi diagnosticada com leucemia", escreveu Luiza no Twitter. A criança já começou o tratamento, segundo a assessoria da atriz.

Casos
O GRRAC informou que 70% dos casos de leucemia que passaram pelo hospital do grupo tiveram um final feliz. Este é o caso de Érika Marques, 6 anos, que foi diagnosticada com leucemia há um ano. Ao receber a notícia, a mãe Valdenice Marques ficou sem chão, mas ganhou esperança durante o tratamento - que pode ser com quimioterapia, radioterapia ou transplante de medula.

No caso de Érika, foi indicada a quimioterapia. Ela passou por sessões diárias do tratamento que a deixou sem cabelos e ânimo. O apoio dos pais e da família foram fundamentais para a recuperação da menina, que voltou a frequentar a escola normalmente. Agora, ela faz quimioterapia a cada 20 dias.

O caso de Gyslaine Faria, 7 anos, foi mais grave. Aos quatro anos, ela foi identificada como portadora da doença. Na primeira fase do tratamento, Gyslaine ficou internada 42 dias na UTI no GRAACC, pois sua imunidade era muito baixa. Gyslaine fez quimioterapia diariamente por nove meses, perdeu peso e os cabelos. Depois de três anos ela pode deixar a quimioterapia e não está mais doente.

Terra