Vantagens
- É um esporte formativo. Em países da Europa e nos Estado Unidos, é um esporte ensinado nas escolas, e incentiva o trabalho em equipe, a disciplina, a lealdade e o respeito à hierarquia.
- É um esporte que exige o desenvolvimento de estratégias, treinando o raciocínio dos atletas.
- Possui movimentos bastante complexos, trabalhando a coordenação motora do praticante.
- Desenvolve a musculatura (especialmente a dos ombros, das costas e das pernas) e a capacidade aeróbica.
Riscos
- Por seu um esporte de contato, o rugby tem a fama de ser um esporte violento. Mas, se praticado de acordo com as regras e com as técnicas corretas, o risco de lesão é pequeno.
- As lesões mais comuns são nos joelhos e nos ombros.
- Como forma de proteção, recomenda-se o uso de protetores para as orelhas, para a boca e para os ombros.
Período mínimo para fazer efeito
- Em crianças e jovens, as melhorias físicas e técnicas podem aparecer em dois ou três meses.
Gasto calórico médio
- De 500 a 900 Kcal/h, dependendo da intensidade do treino.
Quem pode fazer
- Por ser um jogo com diversas funções, o rugby aceita todo mundo: há lugar para jogadores altos ou baixos, magros ou gordinhos, homens ou mulheres (o rugby feminino é o esporte que mais cresce no mundo, atualmente).
| Detalhes do esporte: |
Gasto calórico:
Ganho de massa muscular:
Riscos e desgaste físico:
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| Obs: dados relativos a um jogo com dois tempos de 45 minutos. A queima calórica depende do sexo, idade, metabolismo e condicionamento físico da pessoa, além das condições climáticas, do piso e do tamanho do campo. |
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Dicas do especialista
Para os que estão começando, é necessário o uso das proteções devidas (orelha, boca e ombros) e muita paciência: os movimentos são complexos, e demandam algum tempo de aprendizado. Como o rugby é um esporte pouco conhecido no Brasil, também é fundamental praticá-lo em instituições que desenvolvam um trabalho sério e competente.
Flávio Santos (Fisioterapeuta e professor de Rugby)
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