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A aguardente chegou ao Brasil no século 16, trazida do sul da Ásia pelos colonizadores. A aguardente de cana propriamente dita surgiu ao acaso, a partir das impurezas retiradas durante o processo de fervura do caldo da cana, no processo da produção de açúcar.
Aguardente de cana é, de acordo com legislação brasileira atual (decreto nº 4072, de 2002), toda bebida obtida do destilado alcoólico simples de cana de açúcar, com teor alcoólico variando entre 38 e 54% de álcool por volume.
Um estudo feito pela Universidade Federal de Medicina (Unifesp) analisou 32 pacientes que bebiam, em média, um a um litro e meio de aguardente por dia, com idades de 30 a 50 anos, todos com no mínimo 15 anos de dependência, além de 10 abstêmios. Entre outros resultados, a pesquisa constatou que o álcool compromete as funções superiores do cérebro, como a inteligência, a memória, a percepção, o raciocínio lógico e a capacidade de abstração.
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