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Como toda cirurgia, a lipoaspiração representa riscos ao paciente. Por conta disso é necessário informar-se acerca desses riscos antes de se submeter à cirurgia. Afinal, não se trata de um problema de saúde a ser resolvido, mas sim de uma cirurgia estética. É fundamental colocar na balança: de um lado os riscos e o trauma da lipoaspiração e do outro os ganhos para auto-estima de quem fica com o corpinho em ordem. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, menos de 3% das cirurgias de lipoaspiração têm seqüelas de maus resultados, a mesma média norte-americana. As chances são poucas, mas existem. "O paciente pode ter problemas anestésicos e de infecção", exemplifica o cirurgião Edmar Maciel. "A complicação mais frequente é a hipocorreção ou hipercorreção, necessitando de retoques. Tambem pode haver anemia quando retirar gordura demais (acima de 5% do peso corpóreo). Outra possível complicação são perfurações do abdome. Os casos de morte decorrentes da lipoaspiração correspondem a 0,05% dos casos", diz o cirurgião plástico Marcos Grillo.
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