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Sexo é bom, faz bem à saúde e apenas cerca de 5% da humanidade não gosta. No entanto, atenção para os excessos: "Quando sexo vira compulsão, a ponto de comandar nossos hábitos, tem de ser tratado como doença", diz o psiquiatra e sexólogo Ronaldo Pamplona da Costa.
Segundo a psiquiatra Carmita Abdo, quando uma pessoa é viciada em sexo, ela prejudica sua vida social: "Obsessão por sexo faz com que a pessoa viva em função de seu desejo, ela vira escrava. É prejudicada no trabalho e nos ambientes sociais em que convive".
Além disso, Carmita alerta para o perigo de contrair doenças sexualmente transmissíveis, já que o número de parceiros aumenta e, provavelmente, a promiscuidade também.
Os médicos recomendam que pessoas com esse tipo de compulsão procurem um especialista em sexo e trate com seriedade sua doença.
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