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Trapaças no meio esportivo
 
Camila Tavares
 
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Atletas dispostos a burlar as regras internacionais de condições de competição podem apelar para o doping ou simplesmente trapacear com alteração resultados e uso de métodos antiéticos para aumentar a capacidade física e que não exigem medicamentos. Esse tipo de trapaça também é proibida, mas a detecção é mais difícil.

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Dopagem bioquímica: em casos assim, o atleta retira de 0,5 a 1 litro de sangue cerca de 30 dias antes da competição e o reinjeta na véspera. Esse procedimento garante que o corpo produza a quantidade retirada e ganhe mais glóbulos vermelhos com a reposição sangüínea. A técnica aumenta a capacidade aeróbica.

O método é extremamente perigoso porque qualquer problema com o armazenamento do sangue causa embolia e ainda expõe o atleta aos riscos do mau armazenamento, que traz riscos de contaminação.

A eritropoietina também ajuda no aumento de glóbulos vermelhos, mas pode deixar o sangue mais viscoso, o que torna a pressão arterial ainda mais alta e traz riscos de acidentes vasculares, como os derrames.

Dopagem física: trata-se da estimulação muscular feita por eletrodos. Não há meios de prová-la, mas seu uso é proibido e ainda há riscos de rupturas musculares.
Manipulação do material de coleta: alguns atletas costumavam adicionar saliva, cerveja e uísque na urina para alterar o pH, o que tornava esta fraude muito fácil de ser detectada. Há também casos em que os esportistas faziam a troca de urina.
Narcóticos: eles não melhoram o desempenho, mas são drogas proibidas por questões sociais.
Genético: ainda está em fase de estudos. Por determinação da Agência Mundial Antidoping, vinte geneticistas do mundo estão realizando estudos sobre a possibilidade de se aumentar geneticamente, por meio de manipulação do DNA, as secreções hormonais normais do ser humano, de modo que o atleta fabrique o seu próprio hormônio em maior quantidade e que este aumento melhore a performance.
 

Redação Terra
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