Estudos correlacionam o consumo da cafeína ao aumento do estado de alerta, à diminuição da fadiga e à melhora do estado de espírito. São citadas a estimulação do sistema nervoso central e cardiovascular, o aumento da taxa metabólica, o efeito diurético e a capacidade antioxidante. O consumo diário e moderado de café não deve exceder três a quatro xícaras por dia.
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Mas o café vai muito além da cafeína. Segundo o médico Darcy Roberto Lima, coordenador científico do Programa Café e Saúde, há outras substâncias em maior quantidade que podem até ser mais importantes do que a cafeína para o organismo. Segundo ele, o café não é remédio, mas a comunidade médico-científica já considera a planta como funcional, ou seja, previne doenças mantendo a saúde. O grão do café possui potássio, zinco, ferro, magnésio e outros minerais, embora em pequenas quantidades, além de aminoácidos, proteínas, lipídeos, açúcares e polissacarídeos. "Mas o principal segredo é a presença de uma enorme quantidade de polifenóis antioxidantes", diz.
A dermatologista Marcella Delcourt menciona ainda que os grãos de café, quando colhidos ainda verdes e tratados para uso cosmético, têm excelentes propriedades antioxidantes, hidratantes (ácidos linolênico, oleico e palmítico) e de antienvelhecimento (ômega 6). Possui ainda flavonoides que ajudam a impermeabilizar a membrana da pele contra os raios UV e também ajudam no tratamento de lesões causadas por exposição excessiva ao sol por seu efeito anti-inflamatório.
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- Especial para Terra





