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Nas épocas frias é preciso reequilibrar o consumo de proteínas, para que não falte nem sobre e esteja bem distribuído. Os protéicos são os compostos orgânicos mais importantes do corpo, já que são imprescindíveis para as funções vitais, formam a estrutura dos tecidos, garantem a manutenção e reparação celular e são uma peça chave do sistema imunológico.
Desde as cartilagens, músculos e ossos, até os hormônios e enzimas digestivas, tudo é proteína, imprescindíveis para que o corpo produza os anticorpos que combatem as infecções.
A maioria dos ocidentais consome mais proteínas que o necessário, por isso não costuma ser necessário aumentá-las na dieta. Mas é aconselhável redistribuir sua ingestão para chegar aos níveis recomendados: 40 por cento de proteínas de alto valor biológico de origem animal, e 60 por cento de fontes vegetais ricas em compostos antioxidantes e protetores, vitaminas e minerais. Paralelamente, convém recortar as procedentes das carnes vermelhas, repletas das prejudiciais gorduras saturadas.
As fontes protéicas animais mais saudáveis são o peixe, o ovo, o leite e seus derivados. Entre as vegetais destacam-se os cereais, legumes, frutas secas e a soja: a única que contém todos os aminoácidos essenciais. Comendo-se ao mesmo tempo legumes, cereais e tubérculos, obtém-se um valor protéico equivalente ao da carne, porque suas proteínas se complementam.
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