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Apesar dos notáveis avanços nas pesquisas, ainda não existe um tratamento de cura para o Mal de Alzheimer. Por isso, os esforços médicos estão voltados para o diagnóstico precoce da doença e para a aplicação, o quanto antes, dos medicamentos de última geração.
O doutor Dennis W. Choi, membro da direção da Sociedade de Neurociências dos Estados Unidos explicou que "várias equipes de cientistas estão tentando desenvolver uma vacina que possa curar esta doença". Mas um dos grandes problemas encontrados pelos pesquisadores é a falta de animais adequados para o teste da vacina, já que na primeira fase de ensaio clínico a vacina funcionou em ratos, mas não em humanos.
Enquanto uma segunda fase de vacinação é desenvolvida, os pesquisadores apostam no tratamento medicamentoso para frear o avanço da doença uma vez detectada, daí a importância do diagnóstico precoce.
Para a detecção precoce da doença é fundamental a participação dos médicos de família, que assistem os pacientes com mais regularidade e podem observar com testes simples se as falhas na memória que surgem em idades próximas à velhice correspondem ou não a sintomas relacionados com o Alzheimer.
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