|
No primeiro estágio da doença é bom qur toda a família busque informações sobre o que é o Alzheimer e a aceite todas as dificuldades que surgirão com a doença. Desse modo, quem cuida do doente vai reconhecer seus sentimentos. Também é preciso estimular as habilidades comunicativas do paciente, sem forçá-lo e submetê-lo a situações difíceis. É preciso escolher o momento, o lugar e a linguagem adequados quando se quer dizer ao paciente algo significativo.
Na fase intermediária, além de falar de forma simples, sem elevar o tom de voz e vocalizando o máximo possível as palavras, é preciso acompanhar a linguagem verbal com a comunicação gestual. É recomendável desenvolver qualquer assunto pelo qual o doente mostre interesse e contar a ele relatos de sua própria vida. Desse modo, serão transmitidas calma e alegria ao doente. Ainda nessa fase, o doente pode ter alucinações. O médico sempre deve ser informado desse comportamento e família nunca deve perder a calma. Além disso, sempre que não representar nenhum perigo, deve-se deixar o paciente desfrutar um pouco essas alucinações, e só depois trazê-lo de volta à realidade.
O último estágio da doença é o mais duro, tanto para o doente quanto para quem cuida dele. Por isso, a família tem que estimular mais ainda o paciente. Mas como? Mediante lembranças, ambientes adequados, fazendo-o participar da vida familiar, fazendo-o sentir-se seguro e querido. É preciso se comunicar da maneira mais normal possível e colocar-se no lugar do paciente.
|