A pesquisa aponta que as crianças nascidas de mulheres que consumiram Ômega 3 durante a gravidez tiveram um coeficiente verbal maior que as que não consumiram.
Para Hibbeln, o trabalho demonstra que os benefícios de ter uma dieta rica em Ômega 3 são maiores que os riscos, já que habitualmente se recomenda às grávidas limitar o consumo de pescado para evitar expor o feto ao mercúrio.
O pesquisador e seu colega Jean Golding, da Universidade de Bristol, na Inglaterra, fizeram o estudo com crianças de 3 anos e meio de idade e descobriram que aqueles que apresentavam a melhor coordenação motora tinham mães com alto consumo de Ômega 3.
No entanto, quando esse consumo era menor, os pequenos tinham mais dificuldades para fazer amigos. De acordo com a pesquisa, 14% das crianças de 7 anos cujas mães tiveram um consumo limitado de Ômega 3 na gravidez demonstraram comportamentos anti-sociais, comparado com 8% das que comeram mais peixes.

- EFE - Agência EFE - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da Agência EFE S/A.


