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		<title><![CDATA[Terra - RSS - Sexo Seguro]]></title>
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		<description><![CDATA[Últimas Notícias - Sexo Seguro]]></description>
		<language><![CDATA[pt-br]]></language>
		<copryright><![CDATA[Copyright 2000-2013 Terra Networks, S.A.]]></copryright>
		<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
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			<title><![CDATA[Terra - RSS - Sexo Seguro]]></title>
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		<item>
			<title><![CDATA[Uso de lubrificante pode aumentar risco de doenças, diz estudo]]></title>
			<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 22:42:42 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/uso-de-lubrificante-pode-aumentar-risco-de-doencas-diz-estudo,b7c688f70c39d310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/uso-de-lubrificante-pode-aumentar-risco-de-doencas-diz-estudo,b7c688f70c39d310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Cuidar da higiene da região íntima deve ter limites. A prática de lavar a área internamente, as chamadas duchas, e o uso de sabonetes aumentam as chances de contrair doenças sexualmente transmissíveis. O mesmo alerta é feito sobre os lubrificantes, segundo levantamento da Universidade da Califórnia, divulgado pelo jornal Daily Mail. Isso acontece porque essas substâncias prejudicam os tecidos internos e levam à alteração do equilíbrio das bactérias que naturalmente vivem no corpo, aumentando chances de infecção por herpes, clamídia ou HIV. Para o estudo foram recrutadas 114 mulheres que registraram suas rotinas de higiene e tiveram a região íntima examinada. Sessenta e seis por cento faziam uso de lubrificantes e produtos de limpeza internos. Entre os lubrificantes, os produtos mais populares eram os usados para fins sexuais (70%), vaselina (17%) e óleos (13%). Nesses casos, os riscos de contrair doenças foram identificados como maiores, já que os produtos não foram desenvolvidos para aplicações em regiões internas do corpo. Entre as que usavam vaselina, 40% apresentaram infecção causada por bactérias. Entre as que não usavam nenhum produto, o problema apareceu em apenas 18%. O uso de óleos elevou para 44% os casos de infeção por fungos, contra apenas 5% das mulheres que não aplicavam nada na região íntima. Segundo médicos, as bactérias presentes na área oferecem uma proteção natural contra doenças e água ou o uso de outros produtos afetam essa defesa.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/03/22/lubrificante-doenca.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Cuidar da higiene da região íntima deve ter limites. A prática de lavar a área internamente, as chamadas duchas, e o uso de sabonetes aumentam as chances de contrair doenças sexualmente transmissíveis. O mesmo alerta é feito sobre os lubrificantes, segundo levantamento da Universidade da Califórnia, divulgado pelo jornal Daily Mail. Isso acontece porque essas substâncias prejudicam os tecidos internos e levam à alteração do equilíbrio das bactérias que naturalmente vivem no corpo, aumentando chances de infecção por herpes, clamídia ou HIV....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/03/22/lubrificante-doenca.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Pílula do dia seguinte pode causar sangramento? Tire 6 dúvidas]]></title>
			<pubDate>Wed, 2 Jan 2013 20:22:29 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/pilula-do-dia-seguinte-pode-causar-sangramento-tire-6-duvidas,8e6dc381e5bfb310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/pilula-do-dia-seguinte-pode-causar-sangramento-tire-6-duvidas,8e6dc381e5bfb310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Que uma relação sexual segura deve ser acompanhada de preservativo, todo mundo sabe. Mas, em alguns casos, incidentes acontecem e a camisinha pode estourar. Para isso, existe outro método contraceptivo de emergência, também conhecido como pílula do dia seguinte. Com a ajuda de Jennider Wider, especialista em saúde feminina da Cosmo Radio, a Cosmopolitan tirou as principais dúvidas sobre o medicamento. Confira a seguir:  Quando tomar? Há algumas situações em que você pode recorrer à pílula do dia seguinte, como rompimento do preservativo ou cálculo errado do período fértil. Independentemente do caso, o medicamento é eficaz até cinco dias após a relação sexual desprotegida para evitar a gravidez indesejada. Como funciona? A pílula contém altas doses de hormônios (progesterona, na maioria das vezes) que param a ovulação. Ela dificulta o encontro do espermatozoide com o óvulo e, assim, previne a gravidez. Qual a sensação de tomar o medicamento? Os efeitos da pílula variam de uma mulher para outra. Há quem apresente fortes efeitos colaterais e há que não sinta nada. Por isso, o ideal é esperar para fazer planos e marcar compromissos dias após tomar o medicamento. Há efeitos colaterais? Sim. Depois de tomar a pílula, você pode apresentar alguns sintomas desagradáveis em 24 horas, como náuseas, vômitos, dor de cabeça, cansaço e sensibilidade mamária. Ter sangramento é normal? Sim. É comum que algumas mulheres apresentem sangramento após tomar a pílula do dia seguinte. Se o sintoma durar por alguns dias ou o fluxo for muito intenso, o indicado é consultar um médico. Sempre pode ser tomada após a relação? Não. A pílula do dia seguinte é um método contraceptivo de emergência e não deve ser usada como controle de natalidade. Praticar sexo com preservativo é sempre a melhor opção já que, além de evitar a gravidez, também previne contra doenças sexualmente transmissíveis.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/01/02/1-abre.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Que uma relação sexual segura deve ser acompanhada de preservativo, todo mundo sabe. Mas, em alguns casos, incidentes acontecem e a camisinha pode estourar. Para isso, existe outro método contraceptivo de emergência, também conhecido como pílula do dia seguinte. Com a ajuda de Jennider Wider, especialista em saúde feminina da Cosmo Radio, a Cosmopolitan tirou as principais dúvidas sobre o medicamento. Confira a seguir: ...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/01/02/1-abre.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Novo contraceptivo de nanofibras promete revolucionar proteção sexual]]></title>
			<pubDate>Fri, 21 Dec 2012 14:04:27 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/novo-contraceptivo-de-nanofibras-promete-revolucionar-protecao-sexual,dfb77ceb0e2bb310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/novo-contraceptivo-de-nanofibras-promete-revolucionar-protecao-sexual,dfb77ceb0e2bb310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Cientistas criam tecido elástico que pode evitar a gravidez e ao mesmo tempo prevenir contra doenças sexualmente transmissíveis. Mulheres seriam as principais beneficiadas, mas o material ainda está em fase de pesquisa. Seria o anticoncepcional do futuro? Talvez, dizem cientistas da Universidade de Washington, em Seattle. Eles produziram um tecido elástico feito de fibras microscópicas, de poros tão minúsculos que conseguem deter espermatozoides. O tecido também pode ser produzido de forma a se dissolver gradualmente no corpo, relatam os pesquisadores na revista científica PloS One. Enquanto se dissolve, o material pode liberar medicamentos, como antivirais usados para prevenir a infecção pelo HIV, ou espermicidas, que matam espermatozoides. A velocidade com que o tecido se dissolve no corpo depende do material usado. "Imaginamos materiais que desapareçam lentamente ao longo de dois dias", diz Cameron Boll, cientista da Universidade de Washington, em entrevista à Deutsche Welle. "Durante este período, eles poderiam seguir liberando as drogas, mas sem deixar de atuar como uma barreira física." Os espermatozoides seriam mortos pelas substâncias liberadas, antes que a rede finalmente se dissolvesse. Abordagem fascinante O tecido é capaz de assumir várias formas, segundo Ball, como folhas chatas, tubos ocos ou superfícies curvas. "Uma mulher poderia, por exemplo, com o dedo, dobrar pela metade um pequeno quadrado, de cerca de cinco por cinco centímetros de tamanho, e inseri-lo na vagina." O nanomaterial tem capacidade de aderência. Ao se dissolver, torna-se uma espécie de gel. O tecido não é visível por fora, ressalta o pesquisador. "Ou seja, as mulheres também poderiam usá-lo sem o consentimento do parceiro." "Nosso sonho era criar um produto que protegesse as mulheres, ao mesmo tempo, contra o HIV e a gravidez indesejada", diz Kim Woodrow, chefe da equipe que realizou o estudo. Esta é a primeira vez que nanofibras são consideradas para uso num método contraceptivo. "Uma abordagem inovadora e fascinante", declara Michael Ludwig, especialista em ginecologia e obstetrícia da clínica Amedes, de Hamburgo. "Mas primeiro temos que esperar para ver até que ponto esse método é confiável e viável para o uso cotidiano", pondera. A fundação privada de Bill e Melinda Gates aposta na ideia, pois já assegurou ao projeto quase 1 milhão de dólares para a continuação das pesquisas. Preservativos ainda são a melhor opção "Há, de fato, grande necessidade de se criar um novo método de contracepção que evite a gravidez e as doenças sexualmente transmissíveis", diz Ludwig. O único disponível até agora é o preservativo. A pílula anticoncepcional é muito segura na prevenção da gravidez, mas não oferece proteção contra enfermidades, o que é um grande problema, na opinião do ginecologista. "Não estamos falando apenas da aids. Muitas outras doenças venéreas se transmitem com até mais facilidade, como a hepatite, por exemplo." Ludwig também adverte contra o vírus do papiloma humano (HPV), que pode causar câncer de colo do útero, e contra a clamídia, gênero de bactérias parasitárias que podem causar infertilidade. Praticidade acima de tudo Preservativos fornecem proteção confiável contra doenças sexualmente transmissíveis. Mas têm a grande desvantagem de serem inconvenientes, pois são usados justamente quando as coisas ficam excitantes na cama. "Sob influência sexual, as pessoas são imprevisíveis", diz Ludwig. Há até mesmo estudos psicológicos que comprovam essa tese. Nessas horas, a prevenção é muitas vezes deixada de lado. "Por isso o mais importante é que o método anticoncepcional seja fácil de ser usado." A falta de praticidade é provavelmente uma das razões por que os contraceptivos químicos, tais como espumas e cremes, não têm grande aceitação. As mulheres têm que aplicá-los num momento certo antes da relação sexual, em um determinado lugar na vagina. Além disso, esses agentes podem provocar queimaduras. Uma sondagem realizada na Alemanha, em 2011, pelo Centro Federal de Educação para a Saúde (BZgA, na sigla em alemão), mostrou que mais da metade de todos os alemães entre 18 e 49 anos escolhe a pílula como contraceptivo. Somente um terço deles prefere o preservativo. Por isso, o sucesso do novo produto depende sobretudo de ele chegar ao mercado no momento certo, diz Ludwig. "Atualmente, não temos uma ideia definitiva da aparência do produto final", diz o pesquisador norte-americano Cameron Ball, lembrando que estudos abrangentes sobre a aceitação pelos usuários teriam necessariamente de ser feitos.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2012/12/21/79168403.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Cientistas criam tecido elástico que pode evitar a gravidez e ao mesmo tempo prevenir contra doenças sexualmente transmissíveis. Mulheres seriam as principais beneficiadas, mas o material ainda está em fase de pesquisa....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2012/12/21/79168403.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Cientistas desenvolvem anel intravaginal para combater Aids]]></title>
			<pubDate>Tue, 16 Oct 2012 19:37:37 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/cientistas-desenvolvem-anel-intravaginal-para-combater-aids,7b07bd4410b6a310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Um grupo de cientistas americanos desenvolveu um novo anel intravaginal que se mostrou eficiente para brecar a transmissão do vírus HIV. A pesquisa foi apresentada pela Associação Americana de Cientistas Farmacêuticos, em Illinois, nos Estados Unidos. O pesquisador Patrick Kiser e seus colegas da Universidade de Utah, em parceria com uma organização de pesquisa líder em saúde reprodutiva, criaram um anel reservatório que deve ser instalado dentro da vagina. O aparelho, que é composto por tubos plásticos que absorvem água liberará doses de tenofovir (TFV), uma droga que impede que o vírus da imunodeficiência humana (HIV) se instale no corpo. Os anéis, que precisam ser trocados a cada 90 dias, possuem uma nova tecnologia que permite que uma grande reserva de TFV fique disponível no corpo por até 90 dias. As quantidades são liberadas diariamente, evitando assim o contágio pelo HIV . "Prevemos que este anel será capaz de lançar um espectro de drogas que atualmente não podem ser aplicadas devido a limitações da tecnologia", disse Kiser, que liderou a pesquisa. "Este anel é altamente adaptável para quase qualquer droga, a quantidade de fármaco distribuída a cada dia e a velocidade de libertação pode ser modificada facilmente". Kiser mostrou que a proteção garantida pela liberação constante de TFV pelo anel é semelhante ou superior a do gel vaginal de curta-duração, que se mostrou eficaz na redução do risco de infecção pelo HIV em mulheres. O plano agora é pesquisar anéis que possam liberar tanto o TFV quanto hormônios contraceptivos.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2012/10/16/aidsgetty.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Um grupo de cientistas americanos desenvolveu um novo anel intravaginal que se mostrou eficiente para brecar a transmissão do vírus HIV. A pesquisa foi apresentada pela Associação Americana de Cientistas Farmacêuticos, em Illinois, nos Estados Unidos....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2012/10/16/aidsgetty.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Homens sofrem mais lesões durante o sexo do que as mulheres]]></title>
			<pubDate>Thu, 11 Oct 2012 11:26:18 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/homens-sofrem-mais-lesoes-durante-o-sexo-do-que-as-mulheres,8ee19eafb6c4a310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Segundo especialistas, não só movimentos do dia a dia e acidentes podem causar lesões musculares e dores na coluna, mas as posições sexuais também são responsáveis por quadros médicos como estes. Um dos exemplos da origem destas lesões é ousar durante a transa e experimentar posições que forçam o corpo de uma maneira que ele não suporta, causando dores nas costas, nos pulsos, pescoço e joelhos, por exemplo. Apesar de o Brasil não ter pesquisas e estatísticas sobre o assunto, países como os Estados Unidos descrevem números, idades e lesões mais comuns. Segundo o quiropraxista Jason Gilbert, os casos de fraturas são muito comuns no País, mas as pessoas costumam não informar aos médicos qual a real causa do problema. “Muitas pessoas descobrem que têm problemas na coluna quando travam durante o ato sexual e isso é mais comum do que pensamos”, explicou ao Terra. Uma pesquisa inglesa, por exemplo, listou em quais ambientes o risco de ter lesões musculares e ósseas é maior. Em primeiro lugar, está o sofá como local em que os malabarismos podem deixar dores no dia seguinte. Em seguida, a escada, o carro e o chuveiro, onde ocasionalmente podem acontecer escorregões e machucados nos pulsos e tornozelos.  “No carro, a pessoa tem que manobrar e se posicionar em locais apertados e que não dão apoio, como o vão entre as poltronas, por exemplo”, disse Jason. Hematomas e ralados podem aparecer também depois de uma transa no chão e, normalmente, em carpetes e tapetes, locais onde o joelho, por exemplo, pode ficar por um longo período na mesma posição e sendo friccionado. Além dos lugares, as posições e os movimentos bruscos e repetitivos também podem deixar lembranças ruins na manhã seguinte. “Devido aos hormônios e ao prazer, geralmente as pessoas não sentem os sinais que estão se machucando e depois dos movimentos repetitivos podem travar a coluna”, comentou o quiropraxista. Segundo ele, os homens têm mais tendência para sofrer lesões do que as mulheres porque fazem mais força durante o sexo. “O modo que ele posiciona a bacia para poder encaixar bem coloca mais carga em certas posições”, explicou. Por isso, em geral, as posições em que a pessoa que está sentindo dores nas costas ou é mais sensível fica embaixo são mais indicadas. Assim como usar apoios, como o travesseiro, por exemplo. “A pessoa que está machucada não deve forçar demais a bacia, nem contrair o abdômen. Ela deve estar mais passiva”, comentou Jason. Assim, posições em que a mulher fica por cima ajuda a aliviar a força que, usualmente, os homens fazem mais. Equilibrar o peso e ter apoio nas relações em pé e de joelhos também são dicas que podem evitar futuros problemas. Outra dica é entender as limitações e encarar diferenças de pesos e tamanhos entre o casal. “Se um homem transa com uma mulher mais pesada não deve tentar carregá-la ou transar de pé”, esclarece. “Escolher colchões mais firmes é melhor também, porque colchão muito mole não dá apoio”, explicou. E, por fim, “se algo doer, mude a posição”, disse Jason Gilbert.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2012/10/10/homem-com-cara-de-dorinterna.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Segundo especialistas, não só movimentos do dia a dia e acidentes podem causar lesões musculares e dores na coluna, mas as posições sexuais também são responsáveis por quadros médicos como estes....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2012/10/10/homem-com-cara-de-dorinterna.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Não existe um método anticoncepcional perfeito, diz estudo]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Sep 2012 13:33:50 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/nao-existe-um-metodo-anticoncepcional-perfeito-diz-estudo,07f0615c226d9310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/nao-existe-um-metodo-anticoncepcional-perfeito-diz-estudo,07f0615c226d9310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Um estudo recente publicado no British Medical Journal voltou a abrir o debate sobre os métodos anticoncepcionais produzidos com maiores quantidades de hormônios - como adesivo e anel vaginal - que poderiam causar mais trombose do que outros métodos. As informações são do jornal espanhol El País. Cientistas da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, analisaram durante uma década 1,6 milhões de mulheres com idade entre 15 e 49 anos e concluíram que aquelas que escolhem anticoncepcionais de uso oral feitos com o princípio ativo do levonorgestrel têm três vezes mais chances de sofrer tromboses do que as que não usam métodos hormonais. E, este risco chega a 7,9% e 6,5% para aquelas que usam adesivos e anéis vaginais, respectivamente. As evidências de que medicações com taxas maiores de hormônios causam mais riscos à saúde do que outros já foram comprovadas em dezenas de estudos, mas o objetivo é esclarecer se estes inconvenientes são suficientes para suspender o uso destes contraceptivos em mulheres saudáveis. Os médicos espanhóis têm opiniões diferentes sobre o assunto, mas, em geral, concordam que o uso é uma conquista feminina e que traz mais benefícios do que malefícios. “Quando todos têm poucos riscos, o que menos apresenta problemas ganha maior importância. Entre 0,01% e 0,02% de problemas, a diferença em termos totais é muito pequena: 1 por 10 mil frente a 2 por 10 mil. É muito raro registrar um problema, no entanto, é preciso prestar atenção que um apresenta o dobro de risco do que o outro. No geral, tem mais vantagens que desvantagens, faz melhor para a mulher do que o perigo em potencial”, adverte o médico Dr. Lorenzo Arribas, membro do grupo da Mulher do Sociedade Espanhola de Medicina da Família e Comunitária. O médico Ventura Serrano, da Associação Espanhola de Ginecologia e Obstetrícia, lembra-se que viu uma moça de 22 anos com trombose causada por métodos contraceptivos e comentou, na ocasião: “isto acontece, mas o trauma psicológico de um aborto na adolescência supera os efeitos colaterais causados pelos hormônios do método anticoncepcional”, concluiu. Segundo o estudo, as mulheres estão preocupadas com os efeitos colaterais dos anticoncepcionais e, elas procuram, acima de tudo, eficiência e conforto do método escolhido. O Dr. Luis Enrique Sánchez Aço, presidente da Federação de Planejamento Familiar da Espanha, disse que mais da metade das pacientes chegam ao consultório com uma ideia pré-concebida do que querem. Há anos, médicos têm prestado atenção aos efeitos dos contraceptivos e, na Espanha, foi observado que eles não priorizam os mais eficazes e menos evasivos à saúde e reconhecem que a indústria farmacêutica tem tido o poder de mapear os mais vendidos, como a forte campanha publicitária para o uso do anel vaginal. Ao contrário do que acontece na Holanda, que quando souberam que aqueles à base de hormônios poderiam causar mais problemas, mudaram para outros que poderiam minimizar estes riscos”, disse Arribas. “Por que não falar sobre o DIU, que é mais eficaz?. Ele falha apenas 0.8% do tempo, além de oferecer o melhor valor "custo-benefício". Enquanto o DIU de cobre custa cerca de 40 euros para 10 anos, o anel vaginal custa 20 euros por mês". Ventura Serrano acredita que não há "método ideal". Ele afirma que para cada mulher, o efeito é diferente. "Todos os laboratórios do mercado tem um objetivo: encontrar um método que impeça a ovolução e tenha zero sintomas secundários, mas isso não existe porque tudo é artificial", conclui. Sendo assim, a melhor alternativa é buscar o método ideal para cada mulher considerando a eficiência, o conforto, a saúde, além de aspectos sociais e econômicos.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2012/09/17/adesivo.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Um estudo recente publicado no British Medical Journal voltou a abrir o debate sobre os métodos anticoncepcionais produzidos com maiores quantidades de hormônios - como adesivo e anel vaginal - que poderiam causar mais trombose do que outros métodos. As informações são do jornal espanhol El País....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2012/09/17/adesivo.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Crianças que assistem a cenas de sexo podem perder virgindade mais cedo]]></title>
			<pubDate>Tue, 28 Aug 2012 17:01:36 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/criancas-que-assistem-a-cenas-de-sexo-podem-perder-virgindade-mais-cedo,11a39e6abdd69310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/criancas-que-assistem-a-cenas-de-sexo-podem-perder-virgindade-mais-cedo,11a39e6abdd69310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Assistir a filmes com cenas de sexo durante a infância pode influenciar no comportamento sexual na adolescência. De acordo com uma pesquisa da Faculdade de Dartmouth, nos Estados Unidos, o hábito faz com que aumente a possibilidade de o jovem perder a virgindade mais cedo, ter mais parceiros sexuais e não usar preservativo em relações casuais. Os dados são do jornal Daily Mail.    Os cientistas listaram 684 filmes de maior bilheteria entre 1998 e 2004 e avaliaram seu conteúdo sexual. Depois, pediram a 1.228 participantes, com idade entre 12 e 14 anos, que dissessem quais daqueles filmes haviam visto. Seis anos depois, eles foram entrevistados e falaram sobre a vida sexual. "Esses filmes parecem influenciar fundamentalmente a personalidade por meio de mudanças em busca de sensações, que têm implicações de longo alcance para todos os seus comportamentos de risco", disse o pesquisador Ross O'Hara. Embora seja impossível provar a ligação direta entre filmes e comportamento sexual, o profissional enfatizou que os resultados sugerem que os pais devem realmente evitar que as crianças tenham acesso a conteúdo erótico. ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2012/08/28/criancanatv.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Assistir a filmes com cenas de sexo durante a infância pode influenciar no comportamento sexual na adolescência. De acordo com uma pesquisa da Faculdade de Dartmouth, nos Estados Unidos, o hábito faz com que aumente a possibilidade de o jovem perder a virgindade mais cedo, ter mais parceiros sexuais e não usar preservativo em relações casuais. Os dados são do jornal Daily Mail.   ...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2012/08/28/criancanatv.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Veja as 5 desculpas mais usadas por ele para evitar a camisinha]]></title>
			<pubDate>Sun, 13 May 2012 22:23:44 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/veja-as-5-desculpas-mais-usadas-por-ele-para-evitar-a-camisinha,10086227d4947310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Não importa o quanto ele é charmoso ou sexy ¿ sua saúde está em primeiro lugar e a camisinha é um item fundamental na hora do sexo. O site Your Tango listou as cinco maiores desculpas que eles inventam para não ter que usá-la. Confira e saiba como agir diante dessas situações.   "Prevenir a gravidez é responsabilidade da mulher" Esta é uma desculpa antiga, mas não passa de uma besteira, uma vez que é preciso duas pessoas para se fazer um filho ou para espalhar vírus de HIV ou outras doenças. Se ele tem o hábito de usar camisinha, mas resolve parar de uma hora para outra, ele está pedindo que você assuma o risco. Insista e, se for o caso, procure usar camisinhas diferentes e inovadoras para estimular o uso. "Não existe camisinha que sirva em mim" Sim, existem homens que fazem este tipo de reclamação, enquanto muitas mulheres não percebem que é preciso sim estar atenta ao tamanho na hora da compra. No entanto, essa desculpa não é justificável, uma vez que o mercado de preservativos oferece uma enorme variedade de tamanhos, cores e sabores. "O sexo é muito melhor sem camisinha" Talvez essa desculpa reflita um interesse genuíno do homem em fazer com que os dois se sintam bem durante a relação ¿ ou ainda pode ser um mero pretexto para não ter que usar a camisinha. No entanto, pensar em sífilis, gonorreia e herpes é algo ainda mais importante do que pensar na sensação. A desculpa não é válida porque o sexo pode até ser melhor com a camisinha, uma vez que ambos se sentirão seguros de que não pegaram doenças ou enfrentarão uma gravidez. O ideal é pensar na camisinha como um simples acessório. Muitas delas possuem formas e texturas que podem até mesmo aumentar a lubrificação e o prazer para ambos. "Camisinhas têm cheiro e gosto" Essa é uma desculpa muito antiga. O cheiro forte de látex de fato foi uma reclamação muito relevante por muitos anos ¿ e, com isso, a indústria dos preservativos ouviu os consumidores. Atualmente, existem inclusive algumas linhas que têm gostos e cheiros especialmente para combater essa impressão negativa. "Confia em mim" Cuidado, essa frase lidera a lista de desculpas. E infelizmente é a mais comum de todas. Lembre-se que usar a camisinha mostra que ambos estão preocupados com si próprios, e também com o parceiro. Fazer sexo sem ela não significa que o casal irá construir intimidade. Ao contrário: é algo que pode ocorrer como resultado de uma confiança já conquistada. Saber que o seu parceiro não quer uma gravidez indesejada, ou transmitir uma doença, é o primeiro passo para se construir a intimidade entre os dois. Não ceda. O resultado disso será um sexo seguro e com muito prazer.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2012/05/13/2335591-7267-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Não importa o quanto ele é charmoso ou sexy ¿ sua saúde está em primeiro lugar e a camisinha é um item fundamental na hora do sexo. O site Your Tango listou as cinco maiores desculpas que eles inventam para não ter que usá-la. Confira e saiba como agir diante dessas situações....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2012/05/13/2335591-7267-rec.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Veja as 5 desculpas mais usadas por ele para evitar a camisinha]]></title>
			<pubDate>Sun, 13 May 2012 22:23:44 +0000</pubDate>
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			<content><![CDATA[Não importa o quanto ele é charmoso ou sexy ¿ sua saúde está em primeiro lugar e a camisinha é um item fundamental na hora do sexo. O site Your Tango listou as cinco maiores desculpas que eles inventam para não ter que usá-la. Confira e saiba como agir diante dessas situações.   "Prevenir a gravidez é responsabilidade da mulher" Esta é uma desculpa antiga, mas não passa de uma besteira, uma vez que é preciso duas pessoas para se fazer um filho ou para espalhar vírus de HIV ou outras doenças. Se ele tem o hábito de usar camisinha, mas resolve parar de uma hora para outra, ele está pedindo que você assuma o risco. Insista e, se for o caso, procure usar camisinhas diferentes e inovadoras para estimular o uso. "Não existe camisinha que sirva em mim" Sim, existem homens que fazem este tipo de reclamação, enquanto muitas mulheres não percebem que é preciso sim estar atenta ao tamanho na hora da compra. No entanto, essa desculpa não é justificável, uma vez que o mercado de preservativos oferece uma enorme variedade de tamanhos, cores e sabores. "O sexo é muito melhor sem camisinha" Talvez essa desculpa reflita um interesse genuíno do homem em fazer com que os dois se sintam bem durante a relação ¿ ou ainda pode ser um mero pretexto para não ter que usar a camisinha. No entanto, pensar em sífilis, gonorreia e herpes é algo ainda mais importante do que pensar na sensação. A desculpa não é válida porque o sexo pode até ser melhor com a camisinha, uma vez que ambos se sentirão seguros de que não pegaram doenças ou enfrentarão uma gravidez. O ideal é pensar na camisinha como um simples acessório. Muitas delas possuem formas e texturas que podem até mesmo aumentar a lubrificação e o prazer para ambos. "Camisinhas têm cheiro e gosto" Essa é uma desculpa muito antiga. O cheiro forte de látex de fato foi uma reclamação muito relevante por muitos anos ¿ e, com isso, a indústria dos preservativos ouviu os consumidores. Atualmente, existem inclusive algumas linhas que têm gostos e cheiros especialmente para combater essa impressão negativa. "Confia em mim" Cuidado, essa frase lidera a lista de desculpas. E infelizmente é a mais comum de todas. Lembre-se que usar a camisinha mostra que ambos estão preocupados com si próprios, e também com o parceiro. Fazer sexo sem ela não significa que o casal irá construir intimidade. Ao contrário: é algo que pode ocorrer como resultado de uma confiança já conquistada. Saber que o seu parceiro não quer uma gravidez indesejada, ou transmitir uma doença, é o primeiro passo para se construir a intimidade entre os dois. Não ceda. O resultado disso será um sexo seguro e com muito prazer.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2012/05/13/2335591-7267-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Não importa o quanto ele é charmoso ou sexy ¿ sua saúde está em primeiro lugar e a camisinha é um item fundamental na hora do sexo. O site Your Tango listou as cinco maiores desculpas que eles inventam para não ter que usá-la. Confira e saiba como agir diante dessas situações....]]></description>
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			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[5 coisas que todo mundo deveria saber sobre camisinhas]]></title>
			<pubDate>Sat, 31 Mar 2012 23:08:57 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/5-coisas-que-todo-mundo-deveria-saber-sobre-camisinhas,132a6ee9f9e27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Acessório indispensável na relação sexual, a camisinha (ou preservativo, com você preferir!) possui alguns fatos importantes que nem sempre são expostos nas instruções da embalagem. O site feminino Your Tango enumerou cinco dicas para manter a sua diversão a dois o mais tranquila possível. Confira: 1. Alergias podem acontecer. A maior parte dos preservativos são feitos com látex. E algumas pessoas são alergias ao produto. Mas não se preocupe: os fabricantes já disponibilizam no mercado camisinhas de poliuretano que, além de não causar alergia, ainda são mais finas e aumentam a sensibilidade. 2.Saiba onde armazenar. Carteiras não são o melhor lugar para guardar camisinhas pois o calor (fora o aperto) do acessório junto ao corpo farão com que o látex se deteriore. Para as mulheres, o melhor mesmo é manter na nécessaire, por exemplo, onde ficará protegida. 3. Saiba colocar. O processo é simples, mas muita coisa pode dar errado! Tenha certeza de que a camisinha desceu até a base do pênis; não esqueça de retirar o ar da ponta dela; e também repare se ela está virada para o lado certo antes de desenrolar. 4. Cuidado com lubrificantes. Muitas camisinhas já possuem lubrificante, mas alguns casais gostam de acrescentar um pouco mais para tornar o momento mais confortável. Certifique-se de que ele é à base de água, pois produtos como a vaselina (base oleosa) podem corroer o látex. 5. Um aviso óbvio. Além da abstinência, o uso do preservativo é a única maneira de prevenir doenças sexualmente transmissíveis, além de evitar uma gravidez indesejada. Qualquer sejam os motivos que para que você insista em não usar (coisas do tipo "é como chupar bala com papel"), supere-os e procure uma marca que seja adequada às suas necessidades.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2012/03/31/2283792-0374-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Acessório indispensável na relação sexual, a camisinha (ou preservativo, com você preferir!) possui alguns fatos importantes que nem sempre são expostos nas instruções da embalagem. O site feminino Your Tango enumerou cinco dicas para manter a sua diversão a dois o mais tranquila possível. Confira:...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2012/03/31/2283792-0374-rec.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[5 coisas que todo mundo deveria saber sobre camisinhas]]></title>
			<pubDate>Sat, 31 Mar 2012 23:08:57 +0000</pubDate>
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			<content><![CDATA[Acessório indispensável na relação sexual, a camisinha (ou preservativo, com você preferir!) possui alguns fatos importantes que nem sempre são expostos nas instruções da embalagem. O site feminino Your Tango enumerou cinco dicas para manter a sua diversão a dois o mais tranquila possível. Confira: 1. Alergias podem acontecer. A maior parte dos preservativos são feitos com látex. E algumas pessoas são alergias ao produto. Mas não se preocupe: os fabricantes já disponibilizam no mercado camisinhas de poliuretano que, além de não causar alergia, ainda são mais finas e aumentam a sensibilidade. 2.Saiba onde armazenar. Carteiras não são o melhor lugar para guardar camisinhas pois o calor (fora o aperto) do acessório junto ao corpo farão com que o látex se deteriore. Para as mulheres, o melhor mesmo é manter na nécessaire, por exemplo, onde ficará protegida. 3. Saiba colocar. O processo é simples, mas muita coisa pode dar errado! Tenha certeza de que a camisinha desceu até a base do pênis; não esqueça de retirar o ar da ponta dela; e também repare se ela está virada para o lado certo antes de desenrolar. 4. Cuidado com lubrificantes. Muitas camisinhas já possuem lubrificante, mas alguns casais gostam de acrescentar um pouco mais para tornar o momento mais confortável. Certifique-se de que ele é à base de água, pois produtos como a vaselina (base oleosa) podem corroer o látex. 5. Um aviso óbvio. Além da abstinência, o uso do preservativo é a única maneira de prevenir doenças sexualmente transmissíveis, além de evitar uma gravidez indesejada. Qualquer sejam os motivos que para que você insista em não usar (coisas do tipo "é como chupar bala com papel"), supere-os e procure uma marca que seja adequada às suas necessidades.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2012/03/31/2283792-0374-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Acessório indispensável na relação sexual, a camisinha (ou preservativo, com você preferir!) possui alguns fatos importantes que nem sempre são expostos nas instruções da embalagem. O site feminino Your Tango enumerou cinco dicas para manter a sua diversão a dois o mais tranquila possível. Confira:...]]></description>
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			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Infecções sexuais em pessoas acima de 45 anos dobram em 10 anos]]></title>
			<pubDate>Sat, 4 Feb 2012 17:36:14 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/infeccoes-sexuais-em-pessoas-acima-de-45-anos-dobram-em-10-anos,02f83f04c2f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[As infecções sexuais entre pessoas com mais de 45 anos estão crescendo, por conta do aumento do índice de divórcios e as relações sexuais desprotegidas. Casos de clamídia e herpes mais do que dobraram em dez anos, enquanto a incidência da sífilis quadruplicou. As informações são do Daily mail. A constatação significa que as pessoas mais velhas estão tendo relações sexuais desprotegidas. Profissionais da saúde pública estão cada vez mais preocupados com a propagação de infecções sexuais entre pessoas mais velhas. Médicos culparam separações crescentes entre a faixa etária e a posterior busca por novos relacionamentos, muitas vezes através de agências de namoro pela Internet. Uma pesquisa feita em 2011 descobriu que um em cada dez britânicos com mais de 50 anos estava feliz por ter uma aventura amorosa. As pesquisas também sugerem que pessoas acima dos 45 anos estão fazendo trocas de parceiros e participando de festas de sexo em grupo.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2012/02/04/2209929-4881-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>As infecções sexuais entre pessoas com mais de 45 anos estão crescendo, por conta do aumento do índice de divórcios e as relações sexuais desprotegidas. Casos de clamídia e herpes mais do que dobraram em dez anos, enquanto a incidência da sífilis quadruplicou. As informações são do Daily mail....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2012/02/04/2209929-4881-rec.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Veja 20 benefícios associados à pílula anticoncepcional]]></title>
			<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 22:21:08 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/veja-20-beneficios-associados-a-pilula-anticoncepcional,a148e20a52f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[A pílula anticoncepcional é usada por três milhões na Grâ-Bretanha e, de acordo com estudos recentes, elas podem fazer muito mais do que apenas preverir a gravidez. As informações são do jornal inglês The Sun. Um estudo conduzido pela Gothenburg University, na Suécia, mostrou que 1300 voluntárias, na faixa etária dos 19 aos 24 anos, descobriram que a pílula diminui a intensidade da cólica menstrual, causada por hormônios chamados prostaglandinas. A pílula dminuiria a produção destes hormônios e, com isso, as cólicas. O jornal fez uma lista de outros problemas de saúde que tem sua cura ou diminuição associadas a este tipo de medicamento, reunindo diversos resultados de pesquisa sobre o tema. Confira. Acne: a pílula controla os hormônios responsável pela aparição de espinhas. Queda de cabelo: reduz os hormônios que causam a queda de cabelo. Câncer: especialistas acreditam que a pílula protege a mulher contra o câncer de ovários, útero e intestino. Por outro lado, pode aumentar o risco de câncer de mama e colo de útero. Perda de peso: muitas pessoas acham que a pílula pode trazer alguns quilinhos a mais, mas um estudo americano mostrou que metade das mulheres na verdade perdem peso quando começam a tomar este tipo de medicamento. Menopausa: pode amenizar sintomas como ondas de calor e suores noturnos. Anemia: o ciclo menstrual é mais curto e menos intenso para mulheres que tomam pílula, e isso diminui as chances de deficiência de ferro no corpo. Memória: a pílula pode ajudar no desenvolvimento de algumas áreas do cérebro, melhorando a consciência espacial e impulsionando as ferramentas ligadas à memória. Cistos: podem proteger o organismo contra cistos no ovário. Gravidez ectópica: o uso regular de pílulas, desde cedo, pode reduzir o risco deste tipo de problema. Oscilações de humor: por muitos motivos, o uso da pílula está associado ao equilíbrio do humor. Libido: se sua vida sexual anda devagar, peça que o seu ginecologista indique uma pílula para auxiliar neste sentido. Depressão: especialistas da Stanford University, nos Estados Unidos, descobriram um tipo de pílula que pode auxiliar no tratamento contra a depressão. Ela reduziria alucionações e delírios. Doenças do coração: uma pesquisa escocesa mostrou que mulheres que tomam pílulas tem menores taxas de doença cardíaca. Miomas: um novo tipo de pílula do dia seguinte pode auxiliar no tratamento de miomas, de acordo com especialistas americanos. A pílula tende a inibir o desenvolvimento deste problema. Longevidade: pesquisadores ingleses analisaram mulheres que começaram a tomar pílula nos anos 60, e descobriram que elas viveram mais do que as que não aderiram ao hábito. Endometriose: ela inibe o fluxo natural e, com isso, alivia os sintomas ligados à doença. Pele sedosa: aumenta a produção de colágeno, que mantém a pele firme e saudável. Estrias: um terço das mulheres que fizeram parte de um estudo na Austrália observaram melhoras nas estrias após começarem a tomar pílulas. Síndrome do choque tóxico: pesquisadores americanos descobriram que usuárias de pílula têm metade das taxas ligadas à doença, quando comparadas às mulheres que não tomam.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2012/01/21/2190920-2076-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>A pílula anticoncepcional é usada por três milhões na Grâ-Bretanha e, de acordo com estudos recentes, elas podem fazer muito mais do que apenas preverir a gravidez. As informações são do jornal inglês The Sun....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2012/01/21/2190920-2076-rec.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Veja 20 benefícios associados à pílula anticoncepcional]]></title>
			<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 22:21:08 +0000</pubDate>
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			<content><![CDATA[A pílula anticoncepcional é usada por três milhões na Grâ-Bretanha e, de acordo com estudos recentes, elas podem fazer muito mais do que apenas preverir a gravidez. As informações são do jornal inglês The Sun. Um estudo conduzido pela Gothenburg University, na Suécia, mostrou que 1300 voluntárias, na faixa etária dos 19 aos 24 anos, descobriram que a pílula diminui a intensidade da cólica menstrual, causada por hormônios chamados prostaglandinas. A pílula dminuiria a produção destes hormônios e, com isso, as cólicas. O jornal fez uma lista de outros problemas de saúde que tem sua cura ou diminuição associadas a este tipo de medicamento, reunindo diversos resultados de pesquisa sobre o tema. Confira. Acne: a pílula controla os hormônios responsável pela aparição de espinhas. Queda de cabelo: reduz os hormônios que causam a queda de cabelo. Câncer: especialistas acreditam que a pílula protege a mulher contra o câncer de ovários, útero e intestino. Por outro lado, pode aumentar o risco de câncer de mama e colo de útero. Perda de peso: muitas pessoas acham que a pílula pode trazer alguns quilinhos a mais, mas um estudo americano mostrou que metade das mulheres na verdade perdem peso quando começam a tomar este tipo de medicamento. Menopausa: pode amenizar sintomas como ondas de calor e suores noturnos. Anemia: o ciclo menstrual é mais curto e menos intenso para mulheres que tomam pílula, e isso diminui as chances de deficiência de ferro no corpo. Memória: a pílula pode ajudar no desenvolvimento de algumas áreas do cérebro, melhorando a consciência espacial e impulsionando as ferramentas ligadas à memória. Cistos: podem proteger o organismo contra cistos no ovário. Gravidez ectópica: o uso regular de pílulas, desde cedo, pode reduzir o risco deste tipo de problema. Oscilações de humor: por muitos motivos, o uso da pílula está associado ao equilíbrio do humor. Libido: se sua vida sexual anda devagar, peça que o seu ginecologista indique uma pílula para auxiliar neste sentido. Depressão: especialistas da Stanford University, nos Estados Unidos, descobriram um tipo de pílula que pode auxiliar no tratamento contra a depressão. Ela reduziria alucionações e delírios. Doenças do coração: uma pesquisa escocesa mostrou que mulheres que tomam pílulas tem menores taxas de doença cardíaca. Miomas: um novo tipo de pílula do dia seguinte pode auxiliar no tratamento de miomas, de acordo com especialistas americanos. A pílula tende a inibir o desenvolvimento deste problema. Longevidade: pesquisadores ingleses analisaram mulheres que começaram a tomar pílula nos anos 60, e descobriram que elas viveram mais do que as que não aderiram ao hábito. Endometriose: ela inibe o fluxo natural e, com isso, alivia os sintomas ligados à doença. Pele sedosa: aumenta a produção de colágeno, que mantém a pele firme e saudável. Estrias: um terço das mulheres que fizeram parte de um estudo na Austrália observaram melhoras nas estrias após começarem a tomar pílulas. Síndrome do choque tóxico: pesquisadores americanos descobriram que usuárias de pílula têm metade das taxas ligadas à doença, quando comparadas às mulheres que não tomam.]]></content>
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			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Confira mitos e verdades sobre as pílulas anticoncepcionais]]></title>
			<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 16:51:09 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/confira-mitos-e-verdades-sobre-as-pilulas-anticoncepcionais,c488649804e27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/confira-mitos-e-verdades-sobre-as-pilulas-anticoncepcionais,c488649804e27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Danielle Barg Ela é assunto nas rodinhas de amigas, entre mães e filhas, na faculdade, no consultório médico. Desde que passou a fazer parte do universo feminino, na década de 60, a pílula anticoncepcional nunca mais saiu da boca das mulheres - literalmente. A evolução do método andou junto com as novas descobertas da ciência, mas, nesse meio tempo, muitos mitos se propagaram até os dias atuais. O uso dos comprimidinhos já foi associado ao ganho de peso, ao aparecimento de celulite, à diminuição da libido e a diversas outras teorias. Algumas têm fundamento, enquanto outras não passam de crenças populares. Quando chegaram ao mercado brasileiro, as pílulas eram compostas por altas dosagens hormonais, segundo explica Karina Zuli, ginecologista do Hospital São Luiz. "Os mitos vêm todos dessa época, porque não se sabia o quanto de hormônio era preciso para bloquear a ovulação. Com o tempo, descobrimos que era possível conseguir o mesmo efeito com doses menores", explica. Melhor amiga da mulher moderna, a pílula pode e deve ser utilizada no dia-a-dia, sempre sob orientação médica. A ginecologista e obstetra Flavia Fairbanks alerta para as exceções. "O método é totalmente contra-indicado para pacientes com histórico familiar de trombose; com qualquer risco de câncer de mama; com problema de fígado ou vesícula ou com enxaqueca forte", pontua. Confira no link o que é mito e o que é verdade sobre esta importante aliada do público feminino. Prevenir-se com informação ainda é um dos mais poderosos métodos contraceptivos.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2011/09/12/2020818-5948-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Ela é assunto nas rodinhas de amigas, entre mães e filhas, na faculdade, no consultório médico. Desde que passou a fazer parte do universo feminino, na década de 60, a pílula anticoncepcional nunca mais saiu da boca das mulheres - literalmente. A evolução do método andou junto com as novas descobertas da ciência, mas, nesse meio tempo, muitos mitos se propagaram até os dias atuais....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2011/09/12/2020818-5948-rec.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Confira mitos e verdades sobre as pílulas anticoncepcionais]]></title>
			<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 16:51:09 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/confira-mitos-e-verdades-sobre-as-pilulas-anticoncepcionais,c488649804e27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Danielle Barg Ela é assunto nas rodinhas de amigas, entre mães e filhas, na faculdade, no consultório médico. Desde que passou a fazer parte do universo feminino, na década de 60, a pílula anticoncepcional nunca mais saiu da boca das mulheres - literalmente. A evolução do método andou junto com as novas descobertas da ciência, mas, nesse meio tempo, muitos mitos se propagaram até os dias atuais. O uso dos comprimidinhos já foi associado ao ganho de peso, ao aparecimento de celulite, à diminuição da libido e a diversas outras teorias. Algumas têm fundamento, enquanto outras não passam de crenças populares. Quando chegaram ao mercado brasileiro, as pílulas eram compostas por altas dosagens hormonais, segundo explica Karina Zuli, ginecologista do Hospital São Luiz. "Os mitos vêm todos dessa época, porque não se sabia o quanto de hormônio era preciso para bloquear a ovulação. Com o tempo, descobrimos que era possível conseguir o mesmo efeito com doses menores", explica. Melhor amiga da mulher moderna, a pílula pode e deve ser utilizada no dia-a-dia, sempre sob orientação médica. A ginecologista e obstetra Flavia Fairbanks alerta para as exceções. "O método é totalmente contra-indicado para pacientes com histórico familiar de trombose; com qualquer risco de câncer de mama; com problema de fígado ou vesícula ou com enxaqueca forte", pontua. Confira no link o que é mito e o que é verdade sobre esta importante aliada do público feminino. Prevenir-se com informação ainda é um dos mais poderosos métodos contraceptivos.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2011/09/12/2020818-5948-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Ela é assunto nas rodinhas de amigas, entre mães e filhas, na faculdade, no consultório médico. Desde que passou a fazer parte do universo feminino, na década de 60, a pílula anticoncepcional nunca mais saiu da boca das mulheres - literalmente. A evolução do método andou junto com as novas descobertas da ciência, mas, nesse meio tempo, muitos mitos se propagaram até os dias atuais....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2011/09/12/2020818-5948-rec.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Estudo: aumenta número de jovens que dispensam preservativo]]></title>
			<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 21:30:00 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/estudo-aumenta-numero-de-jovens-que-dispensam-preservativo,94783f04c2f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[O número de jovens que mantiveram relações sexuais sem o uso de preservativo no Ocidente teve uma forte alta nos últimos dois anos, aponta uma pesquisa da Fundação Parenthood divulgada nesta segunda-feira. O dado preocupa profissionais da área de saúde. O estudo mostra um aumento do sexo desprotegido principalmente entre adolescentes dos Estados Unidos e da Europa. Entre os americanos, a porcentagem subiu de 38% em 2009 para 53%, enquanto a França registrou um aumento de 19% para 40%. A pesquisa, realizada por ocasião do Dia Mundial da Contracepção, também aponta a Tailândia como um foco de preocupação, uma vez que 62% dos jovens tailandeses fizeram sexo sem proteção com um novo parceiro. A porcentagem também foi superior a 50% na China, Coreia do Sul, Noruega e Estônia. O estudo destaca que, em Europa, região Ásia-Pacífico, América Latina e Estados Unidos, o principal motivo para a ausência do preservativo foi não tê-lo disponível no momento da relação sexual. "Os resultados mostram que muitos jovens têm pouco conhecimento sobre uma vida sexual saudável, têm receio de exigir o uso de preservativo, ou não desenvolveram a habilidade de negociar o uso da camisinha com o parceiro", assinala Jennifer Woodside, da Federação Internacional de Planejamento Familiar. A pesquisa, patrocinada pela gigante farmacêutica alemã Bayer, ouviu 5.426 jovens de 15 a 30 anos em 26 países, entre abril e maio.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2011/09/26/2038807-1762-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>O número de jovens que mantiveram relações sexuais sem o uso de preservativo no Ocidente teve uma forte alta nos últimos dois anos, aponta uma pesquisa da Fundação Parenthood divulgada nesta segunda-feira. O dado preocupa profissionais da área de saúde....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2011/09/26/2038807-1762-rec.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Vibrador pode ter elemento perigoso, diz pesquisa]]></title>
			<pubDate>Wed, 6 Jul 2011 12:10:09 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/vibrador-pode-ter-elemento-perigoso-diz-pesquisa,70e88c3d10f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[O uso de vibradores pode causar danos à saúde. O problema não é o que a pessoa faz com o objeto, mas o material com o qual alguns deles são fabricados. O vilão seria o ftalato, um aditivo que torna o plástico mais maleável. A substância pode causar alterações em glândulas que produzem hormônios. Testes com camundongos mostraram que ele pode causar danos a roedores e especialistas afirmam que isso também pode acontecer com humanos. O risco é maior quando ocorre exposição fetal. Além de ferimentos, a exposição ao produto aumentaria características femininas nos meninos.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2011/07/06/1943527-3497-atm14.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>O uso de vibradores pode causar danos à saúde. O problema não é o que a pessoa faz com o objeto, mas o material com o qual alguns deles são fabricados. O vilão seria o ftalato, um aditivo que torna o plástico mais maleável. A substância pode causar alterações em glândulas que produzem hormônios....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2011/07/06/1943527-3497-atm14.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Confira dicas para evitar a ejaculação precoce]]></title>
			<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 14:47:46 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/confira-dicas-para-evitar-a-ejaculacao-precoce,2058468614f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/confira-dicas-para-evitar-a-ejaculacao-precoce,2058468614f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A ejaculação precoce, atualmente conhecida como ejaculação rápida, é causada apenas por fator psicológico e a grande vilã da história é a ansiedade. "Geralmente, os ejaculadores rápidos são homens ansiosos em tudo na vida. Eles se alimentam e tomam banho rápido, por exemplo", diz a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello. A sexóloga dá uma dica para o homem começar a superar o problema sexual. "Durante o banho, ele deve ensaboar todo o corpo e por último o genital. Assim, ele aprenderá a perceber sensações em outras partes do corpo além do pênis", diz Carla. O psiquiatra e professor da especialização em Medicina Comportamental da Unifesp, Geraldo Possendoro, afirma que para uma relação sexual o corpo masculino passa por uma espécie de "processo preparatório". Segundo o médico, para que o homem tenha e mantenha a ereção é necessária uma série de eventos fisiológicos de diferentes naturezas, sendo um deles a ativação da divisão parassimpática do sistema nervoso autônomo, ou seja, aquele que controla automaticamente o funcionamento dos órgãos. Já no caso da ejaculação é estimulada a divisão simpática do sistema nervoso autônomo. De acordo com Possendoro, esta região é responsável pela ansiedade nas pessoas. Portanto, o homem entra em uma relação sexual um pouco tenso, relaxa (quando ativa a divisão parassimpática do sistema nervoso autônomo) e fica um tanto ansioso ao ser estimulada a divisão simpática no momento da ejaculação. "O orgasmo por si só gera ansiedade por ser um evento futuro", explica o psiquiatra. Conforme explicou Possendoro, o ejaculador rápido já entra ansioso na relação sexual. "Ele apresenta uma ansiedade de performance. E ao pensar que vai falhar, já ativa a divisão simpática", esclarece. "Este homem tem de mudar a maneira de pensar e sentir a situação de entrar na relação sexual. O homem deve estar física e mentalmente relaxado". Técnicas de relaxamento são trabalhadas em terapia focada na ansiedade. Serviço: Instituto de Psicologia da USP Site : http://www.ip.usp.br/servico_atendimento.htm Carla Cecarello - psicóloga e sexóloga Site: www.projetoambsex.com.br Claudya Toledo - psicóloga e sexóloga Email: claudyatoledo@a2encontros.com.br Geraldo Possendoro - psiquiatra e psicoterapeuta Site: www.gpossendoro.med.br]]></content>
			<description><![CDATA[A ejaculação precoce, atualmente conhecida como ejaculação rápida, é causada apenas por fator psicológico e a grande vilã da história é a ansiedade. "Geralmente, os ejaculadores rápidos são homens ansiosos em tudo na vida. Eles se alimentam e tomam banho rápido, por exemplo", diz a psicóloga e sexóloga Carla Cecarello....]]></description>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Saiba como lidar com os barulhos estranhos da transa]]></title>
			<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 14:45:02 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/saiba-como-lidar-com-os-barulhos-estranhos-da-transa,a008445ca5f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/saiba-como-lidar-com-os-barulhos-estranhos-da-transa,a008445ca5f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Chamados de flatos vaginais, os gases que saem da vagina da mulher durante uma relação sexual podem ser confundidos com um barulho similar ao de um "pum". O som é resultado do ar que entra em excesso na vagina da mulher durante a penetração. "Esses barulhos acontecem pelo acúmulo de ar na vagina. Dependendo da posição sexual do casal, há uma entrada maior de ar e quando ocorre a penetração acontece um barulho parecido com o de ar comprimido", explica a ginecologista e terapeuta sexual Mariana Maldonado. A médica salienta ainda que, dependendo da velocidade e da pressão da penetração, o barulho produzido pode variar de intensidade. "Quanto mais intenso, maior a força e maior o barulho." Apesar dos barulhos vaginais estarem diretamente ligados à posição sexual, algumas mulheres têm maior tendência a produzir os sons. "Depois do parto normal a mulher pode ficar com o músculo da região mais frouxo, aumentando a abertura da vagina. Isso facilita a entrada de ar em excesso durante o ato sexual", comenta Carolina Carvalho Ambrogini, ginecologista e coordenadora do projeto Afrodite, da Unifesp. De acordo com a médica, quando os músculos da região da vagina estão frouxos a mulher pode ainda perder um pouco da sensibilidade durante a penetração e do prazer na hora do sexo. Em alguns casos é indicada uma cirurgia de correção chamada perineoplastia. "O pós-operatório é tranqüilo, mas é indispensável o repouso e 40 dias sem relação sexual", comenta Carolina. Evite os barulhos indesejados Algumas posições durante a relação sexual favorecem a maior entrada de ar na vagina, facilitando os flatos vaginais. Quanto mais "aberta" a vagina, mais ar entra no local, assim, as chances de fazer barulho são maiores. Isso significa que alguns "malabarismos" podem facilitar a entrada de ar em excesso na vagina. "Algumas posições do Kama Sutra em que apenas a região da pélvis do casal ficam juntas favorecem a entrada do ar", comenta a consultora sexual Vânniah Neves. O famoso "papai-e-mamãe" é uma das posições que menos chances têm de produzir os flatos vaginais. "O casal está mais acomodado, dificilmente o pênis irá sair totalmente da vagina", ensina Vânniah. A dica da consultora é: "posições em que o casal fica mais distante, onde o pênis tem grandes chances de sair por completo da vagina, como a posição de quatro e a mulher por cima do homem, são as mais propícias a produzir os barulhos".]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2010/09/10/1648881-6837-atm17.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Chamados de flatos vaginais, os gases que saem da vagina da mulher durante uma relação sexual podem ser confundidos com um barulho similar ao de um "pum". O som é resultado do ar que entra em excesso na vagina da mulher durante a penetração....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2010/09/10/1648881-6837-atm17.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Álcool dificulta a prevenção da Aids]]></title>
			<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 14:39:37 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/alcool-dificulta-a-prevencao-da-aids,7d08468614f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/alcool-dificulta-a-prevencao-da-aids,7d08468614f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O consumo de bebidas alcoólicas é um dos principais fatores de risco para o sexo sem proteção, segundo um estudo divulgado pela revista científica The Lancet. A pesquisa foi divulgada quarta-feira na 18ª Conferência Internacional Aids 2010, que acontece em Viena. Um levantamento feito pelo Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde também indica a associação. A pesquisa, realizada no Brasil com pessoas entre 15 e 64 anos, mostrou que 72,7% acreditam que o uso de álcool ou drogas pode fazer com que as pessoas tenham relações sexuais sem camisinha. Cerca de 24% dos entrevistados já deixaram de usar preservativos sob efeito de álcool ou drogas. O trabalho foi feito em 2008. "O álcool aumenta a vulnerabilidade, principalmente entre os jovens. A pessoa sob efeito de bebidas alcoólica ou drogas têm uma diminuição da consciência e acaba sendo levada pela emoção, pelo momento", afirmou o diretor adjunto do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais, Eduardo Barbosa. Segundo o especialista, em alguns casos o excesso de bebidas alcoólicas faz com que a pessoa esqueça o preservativo. Em outros, a pessoa sabe que precisa usar e, se não tem camisinha na hora, faz sexo mesmo assim. "Temos uma política de redução de danos. Distribuímos preservativo em bares e boates. Mas chega um momento em que a questão se torna mais individual e não temos como atuar", destacou Barbosa. Ele faz um alerta: "As pessoas precisam entender que, mesmo em um ambiente de diversão, precisam estar conscientes de que o risco de vulnerabilidade com o álcool é grande, seja para o HIV ou para um acidente de carro", alerta o diretor adjunto.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2010/09/10/1649013-6147-atm17.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>O consumo de bebidas alcoólicas é um dos principais fatores de risco para o sexo sem proteção, segundo um estudo divulgado pela revista científica The Lancet. A pesquisa foi divulgada quarta-feira na 18ª Conferência Internacional Aids 2010, que acontece em Viena. Um levantamento feito pelo Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde também indica a associação....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2010/09/10/1649013-6147-atm17.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Desejo sexual sem limite pode ser doença]]></title>
			<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 14:39:16 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/desejo-sexual-sem-limite-pode-ser-doenca,1d083f04c2f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/desejo-sexual-sem-limite-pode-ser-doenca,1d083f04c2f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Tarados, pervertidos, ninfomaníacos, depravados. Rótulos como esses são comumente usados para definir pessoas que apresentam algum tipo de patologia do sexo. Mais conhecida como compulsão sexual, esse transtorno atinge homens e mulheres, sem distinção de idade. » Siga Vida e Estilo no Twitter » vc repórter: mande fotos e notícias » Chat: tecle sobre a notícia Caracterizada pela necessidade de fantasiar a todo momento sobre sexo, a compulsão sexual, ou desejo sexual hiperativo, acaba resultando em uma inquietude da pessoa. "Isso a impede de fazer outras coisas importantes da vida. Tarefas cotidianas como trabalho, estudo e vida familiar acabam ficando comprometidas, pois ela deixa de realizá-las para fantasiar ou mesmo para vivenciar esses desejos", conta Maria Cláudia Lordello, psicóloga e sexóloga do Projeto Ambsex. "O comportamento sexual compulsivo é uma forma patológica que atrapalha os relacionamentos interpessoais, sociais e a pessoa individualmente", explica o psicoterapeuta do Instituto Paulista de Sexualidade Oswaldo M. Rodrigues Jr. Esse comportamento sexual compulsivo é aprendido ao longo da vida, associando a atividade sexual como caminho para diminuir ansiedades e preocupações. "Frente a uma condição que produz ansiedade, o uso da atividade sexual alivia tensões", completa o psicoterapeuta. Segundo o psicoterapeuta Aderbal Vieira Júnior, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes, da Unifesp, essa dependência sexual pode significar uma perda de liberdade para a pessoa. "O dependente sente que não está no controle. A atividade sexual pode não ser no momento em que ele gostaria ou até mesmo com uma parceira que ele não queria", comenta. A quantidade de atos ou fantasias sexuais não é, então, fator determinante para se delimitar a normalidade da expressão sexual. "O que pode ser considerado normal é aquele que está muito mais ligado à vivência da sexualidade de forma plena e prazerosa, sem experimentar conflitos e angústias emocionais", complementa Maria Cláudia. Casos famosos de Compulsão Sexual As dificuldades para uma pessoa com dependência de sexo podem se tornar inviáveis para uma vida tranqüila em família. É o caso de personalidades famosas, como o ator norte-americano Michael Douglas que tornou pública sua compulsão sexual. Antes do casamento, o ator teria assinado com a mulher Catherine Zeta-Jones um contrato no qual ficava estabelecido um número limite de relações sexuais para o casal. Outro caso conhecido é o do cantor brasileiro Latino. Após seu último casamento, ele assumiu, em entrevista, ter procurado ajuda profissional para tratar sua compulsão sexual. Tratamentos Reconhecer a necessidade de ajuda para aprender a controlar a ansiedade, em vez de extravasá-la na cama é o primeiro passo que um dependente sexual deve tomar em busca de tratamento. "A terapia é fundamental para uma pesquisa mais profunda da vida do paciente em busca das raízes do problema", explica Maria Cláudia. A psicóloga lembra ainda que grupos de ajuda nos moldes das associações que ajudam dependentes de drogas e alcoólatras podem significar outra saída para os dependentes. "Na troca de experiências, essas pessoas aprendem mais sobre a dependência e como lidar com ela". No entanto, existem ainda alguns medicamentos que podem auxiliar no tratamento psicoterápico. "Os medicamentos que são propostos inibem o desejo sexual, mas eles são interrompidos assim que o sujeito percebe que a fonte de prazer cessou", comenta Oswaldo Rodrigues. Ainda de acordo com o profissional, a psicoterapia deve ser feita, em média, com sessões duas vezes por semana, em um período que pode durar alguns anos. "O resultado será definitivo se o tratamento seguir até o final, sem interrupção", finaliza.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2010/09/10/1649014-1579-atm14.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Tarados, pervertidos, ninfomaníacos, depravados. Rótulos como esses são comumente usados para definir pessoas que apresentam algum tipo de patologia do sexo. Mais conhecida como compulsão sexual, esse transtorno atinge homens e mulheres, sem distinção de idade....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2010/09/10/1649014-1579-atm14.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Conheça nove hábitos saudáveis que melhoram seu desempenho sexual]]></title>
			<pubDate>Wed, 1 Jul 2009 11:20:59 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/conheca-nove-habitos-saudaveis-que-melhoram-seu-desempenho-sexual,81081e54a5f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/conheca-nove-habitos-saudaveis-que-melhoram-seu-desempenho-sexual,81081e54a5f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Uma dieta saudável, rica em vitaminas e proteínas pode fazer muito mais do que equilibrar a saúde do seu corpo. Balancer o prato do dia a dia significa ainda uma melhora considerável na qualidade e no desempenho sexual. Segundo o jornal The Sun, basta que se siga nove hábitos saudáveis para um melhor proveito do ato sexual. » Confira os 9 hábitos » vc repórter: mande fotos e notícias » Chat: tecle sobre o assunto A rotina, no entanto, começa logo pela manhã, durante o desjejum. Intercalada com exercícios nada espartanos, uma alimentação equilibrada oferece nutrientes que melhoram a resposta do corpo ao estímulo sexual. O cereal matinal, por exemplo, contém substâncias que ajudam o sistema nervoso, dando mais prazer durante o momento à dois. Já os exercícios físicos servem para manter em níveis altos os hormônios sexuais do organismo. Para isso, é preciso apenas 30 minutos diários, três vezes por semana. Para conferir os novos passos, clique no link acima.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2009/06/30/1252026-8010-cp.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Uma dieta saudável, rica em vitaminas e proteínas pode fazer muito mais do que equilibrar a saúde do seu corpo. Balancer o prato do dia a dia significa ainda uma melhora considerável na qualidade e no desempenho sexual. Segundo o jornal...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2009/06/30/1252026-8010-cp.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Exercícios com pilates melhoram o desempenho sexual]]></title>
			<pubDate>Sat, 30 May 2009 14:11:26 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/exercicios-com-pilates-melhoram-o-desempenho-sexual,21081e54a5f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/exercicios-com-pilates-melhoram-o-desempenho-sexual,21081e54a5f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Na hora de pensar em uma atividade física associamos a ela nossa saúde e auto estima, sempre focados no físico. Mas, além desses benefícios, os exercícios podem ser a ajuda para apimentar a relação a dois. O pilates é um ótimo aliado para melhorar o desempenho sexual. Por trabalhar especialmente os músculos da região pélvica (ou do quadril), os exercícios tendem a deixar os praticantes com mais disposição para o sexo. » Leia mais notícias do jornal JB Online » vc repórter: mande fotos e notícias » Chat: tecle sobre o assunto Segundo a fisioterapeuta Daisy Chaves, do Studio D&D, diversos fatores contribuem para isso: o desenvolvimento da capacidade respiratória, uma vez que os exercícios são realizados com uma respiração correta e suave; maior capacidade de concentração; aumento da resistência, da força e da flexibilidade corporal; e redução de dores, como as das costas, por exemplo. "A força que o pilates dará aos músculos da região abdominal e da pelve, muito usados durante a relação sexual, ajuda na sustentação e na durabilidade do ato sexual", afirma a fisioterapeuta. Algumas mulheres sofrem com o relaxamento da musculatura pélvica após a gravidez ou no período da menopausa, o que pode reduzir o prazer durante a relação. Esse problema pode ser facilmente corrigido com exercícios de pilates focados no fortalecimento dessa região. O resultado é um maior conforto e prazer durante o ato sexual. Além disso, com a liberação da serotonina (substância liberada ao praticar atividade física e que está ligada ao humor e ao prazer) há uma diminuição do estresse, que pode ser o maior inimigo na hora H. "A substância propicia uma sensação de bem-estar que certamente contribui para deixar a pessoa mais sensível aos estímulos sexuais", explica Daisy. Os movimentos de abrir e fechar a perna e o de empurrar e encaixar os quadris feitos no pilates trabalha com o períneo e os adutores, os mesmos usados nas posições sexuais. Fortalecer essa musculatura só pode ajudar a melhorar a desempenho na da relação a dois. "Há certas posições sexuais exigem sustentabilidade dos músculos abdominais e dos braços, tanto para mulheres, quanto para os homens. A força proporcionada pelos exercícios do pilates evita, inclusive, as dores no dia seguinte", aconselha Daisy.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2009/05/30/1216242-1133-cp.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Na hora de pensar em uma atividade física associamos a ela nossa saúde e auto estima, sempre focados no físico. Mas, além desses benefícios, os exercícios podem ser a ajuda para apimentar a relação a dois. O pilates é um ótimo aliado para melhorar o desempenho sexual. Por trabalhar especialmente os músculos da região pélvica (ou do quadril), os exercícios tendem a deixar os praticantes com mais disposição para o sexo....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2009/05/30/1216242-1133-cp.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Vírus HPV se dissemina mais entre jovens de até 19 anos]]></title>
			<pubDate>Sun, 17 May 2009 16:27:07 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/virus-hpv-se-dissemina-mais-entre-jovens-de-ate-19-anos,c0081e54a5f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/virus-hpv-se-dissemina-mais-entre-jovens-de-ate-19-anos,c0081e54a5f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[As adolescentes cariocas estão tendo relações sexuais mais cedo, com mais parceiros e se descuidando do uso de preservativos. Assim, estão cada vez mais expostas a doenças sexualmente transmissíveis, especialmente lesões de colo de útero provocadas pelo vírus HPV. É o que mostra pesquisa realizada na Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) da Fundação Oswaldo Cruz. » Leia mais notícias do jornal JB Online » vc repórter: mande fotos e notícias » Chat: tecle sobre o assunto O estudo se baseou num gigantesco banco de dados do Instituto Nacional do Câncer: foram analisados nada menos que 1,5 milhão de prontuários de exames preventivos de colo de útero (ou Papanicolaou) realizados entre 1999 e 2005, entre diversas faixas etárias, na rede pública de saúde. O estudo é assinado pela pesquisadora Micheli Lopes Pedrosa, ginecologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Através da base de dados do Intstituto Nacional de Câncer, ele fez a comparação entre o índice de lesões em dois grupos: um formado por mulheres de 20 anos ou mais, e outro por meninas e adolescentes de 10 a 19 anos. A incidência de lesões precursoras de câncer é três vezes maior entre as adolescentes. Segundo a pesquisadora, esta maior exposição é relacionada a mudanças nos hábitos sexuais da população mais jovem. A média de idade de iniciação sexual apontada pelo estudo foi de 15 anos. E o percentual de jovens que relataram usar preservativos foi de apenas 20%. Segundo Micheli Pedrosa, as jovens têm em média 3 parceiros sexuais até completar 20 anos. "Percebemos que existe um grande grupo se expondo desde cedo às doenças sexualmente transmissíveis, especialmente as lesões provocadas pelo HPV. E, desta forma, provavelmente, o câncer aparecerá mais cedo", diz ela, acrescentando que tem diagnosticado a doença em mulheres de 25 a 30 anos. Vacina Existe vacina contra o HPV, mas ela não está disponível na rede pública. E é cara: aplicada em 3 doses, tem preço médio de R$350 cada aplicação. Esta vacina, segundo a pesquisadora, imuniza contra quatro subtipos dentre os 100 identificados do vírus. E estes quatro subtipos representam 70% dos casos. Por isso, ela faz um alerta. "Muitas meninas são vacinadas em clínicas particulares. Mas isso não significa que elas estejam 100% protegidas. E nem que elas não precisem fazer o exame preventivo. A gente observa que meninas e adolescentes não estão usando preservativo. A minha geração, tenho 37 anos, tinha mais preocupação com isso, porque a gente viveu o momento em que a Aids começou a aparecer", comenta.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2009/05/17/1202103-8786-cp.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>As adolescentes cariocas estão tendo relações sexuais mais cedo, com mais parceiros e se descuidando do uso de preservativos. Assim, estão cada vez mais expostas a doenças sexualmente transmissíveis, especialmente lesões de colo de útero provocadas pelo vírus HPV. É o que mostra pesquisa realizada na Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) da Fundação Oswaldo Cruz....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2009/05/17/1202103-8786-cp.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Anticoncepcional masculino é eficaz, mas gera controvérsias]]></title>
			<pubDate>Sat, 16 May 2009 12:28:47 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/anticoncepcional-masculino-e-eficaz-mas-gera-controversias,60081e54a5f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/anticoncepcional-masculino-e-eficaz-mas-gera-controversias,60081e54a5f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Grande parte da lista de métodos contraceptivos é de responsabilidade das mulheres. Aos homens sobram o preservativo e a vasectomia. Mas há a possibilidade de que eles passem a dividir com as parceiras mais uma maneira de prevenir a gravidez. É que cientistas chineses relataram resultados positivos ao testar um anticoncepcional hormonal em homens. De acordo com o Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, que divulgou a pesquisa, o índice de falha do produto é de 1,1%. » vc repórter: mande fotos e notícias » Chat: tecle sobre o assunto A pergunta que fica no ar é se eles estão preparados para receber a novidade, caso seja aprovada e chegue ao mercado brasileiro. Segundo o psicólogo Ailton Amélio da Silva, do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), a resposta é não. "Os homens, de maneira geral, vão ter receio de que o produto mexa com a sexualidade, o desejo, a ereção. Essa é uma área muito sensível para nós", diz o professor e também autor do livro Relacionamento Amoroso: Como Encontrar Sua Metade Ideal e Cuidar Dela, que será lançado neste mês. Aliás, na opinião do profissional, o produto pode trazer conflitos à vida de alguns casais. "Daria problema de cara. As mulheres adorariam que os homens dividissem essa tarefa de prevenção e muitos não vão aceitar. Os atritos vão ter de ser resolvidos com conversas e, se isso não solucionar o problema, é indicado procurar um psicólogo." Opinião Para tirar a história a limpo, o Terra perguntou a alguns homens se usariam ou não o produto. Alguns responderam que tomariam o remédio, mas há algumas ressalvas, como saber dos efeitos colaterais e se o uso prolongado não os deixaria estéril. Veja suas opiniões: "Sim, por quatro simples motivos: odeio preservativo, não confio em qualquer mulher que diz usar anticoncepcional, prefiro o método a ter um filho fora de hora, além de ser uma forma de colaborar com a liberdade das mulheres." Felipe Romano, 23 anos, jornalista "Não, pois acho que os métodos contraceptivos tradicionais, como a camisinha, são muito mais práticos, além de não ser tão cômodo sair para tomar uma injeção mensalmente." Celso Esteriano Isquierdo, 30 anos, engenheiro "Sim, porque a minha esposa tem problemas com anticoncepcionais e como só tenho relações com ela, não precisaria da camisinha. Se trouxesse algum efeito colateral, não usaria." André Luiz Molinari Macieira, 29 anos, técnico projetista "Sim, com certeza, se não trouxesse efeitos colaterais relevantes. Se fizer com que engorde, por exemplo, não usaria. Mas prefiro que ela tome em meu lugar." Osmar Mitev, 26 anos, professor de educação física "Sim, como minha namorada tem problemas para lembrar de tomar o anticoncepcional, usaria também para garantir. Acho uma boa se tiver um preço razoável e for comprovado que não tem efeitos colaterais, porque quero ter filhos e é importante saber se esse medicamento deixa a pessoa estéril." Obede Júnior, 24 anos, jornalista "Depende. Se for eficaz, tomaria sem problemas. Mas prefiro que ela tome e eu use preservativos." Douglas Legori Ribeiro, 31 anos, radialista "Sim, porque, com certeza, eu nunca esqueceria e evitaria os problemas que a mulher tem. Provavelmente não usaria se trouxesse algum efeito colateral." Marcelo Rosa, 36 anos, contador O estudo A pesquisa chinesa contou com 1045 participantes, de 20 a 45 anos, que receberam injeções mensais de 500mg de testosterona com óleo de semente de chá, como relata o Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism. Foram registradas nove gestações entre as parceiras dos 733 homens que completaram o tratamento por 30 meses, levando a um índice de falha do produto de 1,1%. Nenhum acontecimento adverso sério foi relatado, segundo a publicação. No entanto, o processo de formação dos espermatozóides de dois homens não voltou à escala normal de referência de fertilidade após a descontinuidade do uso do método. "Apesar dos resultados encorajadores, a segurança deste contraceptivo hormonal exige testes mais extensos, com foco na segurança cardiovascular, da próstata e comportamental", disse o pesquisador Yi-Qun Gu ao site Science Daily.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2009/05/14/1199515-1155-cp.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Grande parte da lista de métodos contraceptivos é de responsabilidade das mulheres. Aos homens sobram o preservativo e a vasectomia. Mas há a possibilidade de que eles passem a dividir com as parceiras mais uma maneira de prevenir a gravidez. É que cientistas chineses relataram resultados positivos ao testar um anticoncepcional hormonal em homens. De acordo com o...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2009/05/14/1199515-1155-cp.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Remédios podem tirar a libido sexual]]></title>
			<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 18:36:14 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/remedios-podem-tirar-a-libido-sexual,10081e54a5f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/sexo-seguro/remedios-podem-tirar-a-libido-sexual,10081e54a5f27310VgnCLD100000bbcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Depois de tentar ioga, relaxamentos e até uma daquelas lutas que lhe rendem uns belos hematomas pelo corpo, você resolve apelar para as famosas pílulas para pôr um fim à ansiedade. Afinal, nada mais embaraçoso do que ter chiliques pelo trabalho. Mas, como tudo tem seu preço, o remedinho "salvador" pode vir abraçado a uma queda significativa na libido sexual, dificultando até mesmo aquele tão buscado ápice - o bem-vindo orgasmo. » Chat: tecle sobre o assunto Os efeitos colaterais das medicações psicotrópicas podem variar de uma leve perda de lubrificação na mulher, até a dificuldade de ereção no homem. "No entanto, é importante frisar que a vida sexual está na cabeça da mulher e do homem. Ela tem um peso maior na qualidade do relacionamento e da abertura do casal", salienta Mauro Haidar, ginecologista chefe do Setor de Climatério da Unifesp. O profissional alerta ainda que quando a medicação resulta em uma queda brusca na qualidade de vida da mulher, por exemplo, a paciente tende a parar com os comprimidos. Mas, para toda regra há sempre uma exceção. "Tomei fluoxetina por oito meses. Nos dois primeiros minha libido era inexistente, mas não parei de tomar o remédio, pois optei em tratar minha depressão", comenta a jornalista Tatiana, 31 anos. Infelizmente, a lista de medicações que têm o poder de prejudicar seu apetite na cama, vai muito além dos antidepressivos e afins. Até aquele inocente remédio para gripe pode colocar uma mulher de castigo - e com uma bela cinta de castidade. Confira abaixo uma lista de medicamentos que podem interferir na sua vida sexual, cortanto a libido ou mesmo impedindo que você chegue ao orgasmo. Ansiolíticos Uso: os conhecidos tranqüilizantes são usados para diminuir a ansiedade e a tensão. Efeitos colaterais: como agem diretamente no sistema nervoso central, essas drogas têm o efeito de "desacelerar seus nervos", e, com isso, diminuem também a libido. "A mulher fica mais calma e, assim, acaba tendo seu desejo sexual reduzido", comenta a ginecologista Silvana Chedid. Antidepressivos Uso: agem inibindo a recaptação da serotonina e são indicados para casos de depressão, transtorno obsessivo-compulsivo e bulimia nervosa. Efeitos colaterais: "Ao alterar os neurotransmissores, esses medicamentos afetam o desejo e a resposta sexual da pessoa", alerta a ginecologista Camila Cambiaghi. Assim, a libido acaba tendo uma redução drástica no paciente. Anticoncepcional Uso: os comprimidos podem ser uma combinação dos hormônios estrógeno e progestágeno (similar à progesterona), ou ainda apenas de progestágeno - no caso das minipílulas. É um dos métodos anticoncepcionais mais comuns. Efeitos colaterais: como a pílula bloqueia a ovulação, ela acaba diminuindo a libido da mulher, já que muitas têm um aumento do apetite sexual nessa época. "Mas ela pode ainda diminuir a lubrificação da mucosa vaginal, causando desconforto na hora da relação sexual", explica Silvana. Anti-hipertensivosUso: atuam no aparelho cardiovascular, com o intuito de controlar a pressão arterial elevada. Entre eles estão o nadolol, metazolona, atenolol e captopril. Efeitos colaterais: "Esses medicamentos causam disfunção sexual em cerca de 25% das mulheres que o usam", comenta a ginecologista Camila. Mas os problemas mais severos recaem sobre a vida sexual masculina, já que o remédio pode causar impotência sexual e dificuldade de ereção. Anti-histamínicos e antigripais Uso: os antialérgicos e os antigripais são indicados para pôr um fim na coriza, febres, mal-estar e alergias. Efeitos colaterais: ao mesmo tempo que esses remédios acabam com o muco e a coriza (típicos de processos alérgicos e gripais), eles também podem diminuir a lubrificação vaginal. "Mas essas drogas têm uso contido, de curto prazo, então dificilmente há problemas", salienta o médico Haidar.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2009/01/20/959575-3808-cp.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Depois de tentar ioga, relaxamentos e até uma daquelas lutas que lhe rendem uns belos hematomas pelo corpo, você resolve apelar para as famosas pílulas para pôr um fim à ansiedade. Afinal, nada mais embaraçoso do que ter chiliques pelo trabalho. Mas, como tudo tem seu preço, o remedinho "salvador" pode vir abraçado a uma queda significativa na libido sexual, dificultando até mesmo aquele tão buscado ápice - o bem-vindo orgasmo. » Chat: tecle sobre o assunto Os efeitos colaterais das medicações psicotrópicas podem variar de uma leve perda de lubrificação na mulher, até a dificuldade de ereção no homem. "No entanto, é importante frisar que a vida sexual está na cabeça da mulher e do homem. Ela tem um peso maior na qualidade do relacionamento e da abertura do casal", salienta Mauro Haidar, ginecologista chefe do Setor de Climatério da Unifesp. O profissional alerta ainda que quando a medicação resulta em uma queda brusca na qualidade de vida da mulher, por exemplo, a paciente tende a parar com os comprimidos. Mas, para toda regra há sempre uma exceção. "Tomei fluoxetina por oito meses. Nos dois primeiros minha libido era inexistente, mas não parei de tomar o remédio, pois optei em tratar minha depressão", comenta a jornalista Tatiana, 31 anos. Infelizmente, a lista de medicações que têm o poder de prejudicar seu apetite na cama, vai muito além dos antidepressivos e afins. Até aquele inocente remédio para gripe pode colocar uma mulher de castigo - e com uma bela cinta de castidade. Confira abaixo uma lista de medicamentos que podem interferir na sua vida sexual, cortanto a libido ou mesmo impedindo que você chegue ao orgasmo. Ansiolíticos Uso: os conhecidos tranqüilizantes são usados para diminuir a ansiedade e a tensão. Efeitos colaterais: como agem diretamente no sistema nervoso central, essas drogas têm o efeito de "desacelerar seus nervos", e, com isso, diminuem também a libido. "A mulher fica mais calma e, assim, acaba tendo seu desejo sexual reduzido", comenta a ginecologista Silvana Chedid. Antidepressivos Uso: agem inibindo a recaptação da serotonina e são indicados para casos de depressão, transtorno obsessivo-compulsivo e bulimia nervosa. Efeitos colaterais: "Ao alterar os neurotransmissores, esses medicamentos afetam o desejo e a resposta sexual da pessoa", alerta a ginecologista Camila Cambiaghi. Assim, a libido acaba tendo uma redução drástica no paciente. Anticoncepcional Uso: os comprimidos podem ser uma combinação dos hormônios estrógeno e progestágeno (similar à progesterona), ou ainda apenas de progestágeno - no caso das minipílulas. É um dos métodos anticoncepcionais mais comuns. Efeitos colaterais: como a pílula bloqueia a ovulação, ela acaba diminuindo a libido da mulher, já que muitas têm um aumento do apetite sexual nessa época. "Mas ela pode ainda diminuir a lubrificação da mucosa vaginal, causando desconforto na hora da relação sexual", explica Silvana. Anti-hipertensivosUso: atuam no aparelho cardiovascular, com o intuito de controlar a pressão arterial elevada. Entre eles estão o nadolol, metazolona, atenolol e captopril. Efeitos colaterais: "Esses medicamentos causam disfunção sexual em cerca de 25% das mulheres que o usam", comenta a ginecologista Camila. Mas os problemas mais severos recaem sobre a vida sexual masculina, já que o remédio pode causar impotência sexual e dificuldade de ereção. Anti-histamínicos e antigripais Uso: os antialérgicos e os antigripais são indicados para pôr um fim na coriza, febres, mal-estar e alergias. Efeitos colaterais: ao mesmo tempo que esses remédios acabam com o muco e a coriza (típicos de processos alérgicos e gripais), eles também podem diminuir a lubrificação vaginal. "Mas essas drogas têm uso contido, de curto prazo, então dificilmente há problemas", salienta o médico Haidar....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2009/01/20/959575-3808-cp.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Sexo Seguro]]></category>
		</item>
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