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		<title><![CDATA[Terra - RSS - Doenças e Tratamentos]]></title>
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		<description><![CDATA[Últimas Notícias - Doenças e Tratamentos]]></description>
		<language><![CDATA[pt-br]]></language>
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		<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
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			<title><![CDATA[Terra - RSS - Doenças e Tratamentos]]></title>
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			<title><![CDATA['Tem que aprender a dosar junk food', diz médico sobre obesidade no Brasil]]></title>
			<pubDate>Fri, 24 May 2013 20:19:35 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/tem-que-aprender-a-dosar-junk-food-diz-medico-sobre-obesidade-no-brasil,6ad0b647767de310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/tem-que-aprender-a-dosar-junk-food-diz-medico-sobre-obesidade-no-brasil,6ad0b647767de310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Mais de 65 milhões de brasileiros, equivalente a 40% da população, estão com sobrepeso e a obesidade já atinge 10 milhões de pessoas, segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia. Ultrapassar o país conhecido pelos hábitos alimentares ricos em calorias e por ter 35,7% dos adultos obesos não será difícil.  “O Governo brasileiro pode baratear alimentos saudáveis e taxar os que não são saudáveis, como está sendo feito nos EUA. Se não seguirmos esta linha, podemos ultrapassar os EUA”, alertou o endocrinologista Maurício Hirata. Em entrevista ao Jornal do Terra, o médico afirmou que a obesidade é uma “epidemia mundial”. O problema começou nos EUA, já atinge os países subdesenvolvidos e os pobres, segundo ele. Hirata acredita que o Governo e o Ministério Público têm papel fundamental no combate à obesidade. “A questão da ginástica, a pessoa não tem dinheiro para fazer academia, vai ao parque, mas não tem atividades e segurança. A lei trabalhista, o pessoal tem que trabalhar nove horas por dia e ainda perde muito tempo no trânsito. As pessoas ainda caminham menos porque não tem transporte público”, enumerou o especialista. Nos EUA, 16,9% das crianças e adolescentes com idades entre 2 e 19 anos estão obesos, de acordo com estudo feito pela Fundação Robert Wood Johnson e pela Trust for America's Health. A preocupação no Brasil também está focada na incidência da doença na juventude. Segundo Hirata, já existem crianças com diabetes tipo 2. Ele ressaltou a má qualidade de alimentos vendidos nas cantinas de escolas particulares e como a obesidade infantil pode afetar o futuro. “A partir dos seus anos não pode mais estar fora do peso, senão será a primeira vez na história que a expectativa de vida vai cair”, estimou. O primeiro passo para resolver o problema é educando os pais, que dão exemplo aos filhos, disse Hirata.  Segundo ele, é preciso estimular a alimentação saudável das crianças dentro de casa, a começar pelo jantar em família à mesa e não em frente à televisão como acontece com frequência nas famílias. “Tem que aprender a dosar junk food, um hambúrguer do McDonald’s é nutritivo, mas não para todos os dias”, explicou o médico. As atividades físicas também devem fazer parte dos novos hábitos, mesmo que seja por 30 minutos diários. Elaborar um plano único para combater a doença é difícil, pois cada paciente tem uma necessidade diferente, explicou. Comer a cada três horas pode não funcionar para um executivo que passa o dia em reuniões, assim como atividades físicas regulares não é possível para alguém que trabalha 12 horas por dia. O ideal, de acordo com Hirata, é que o médico estipule um tratamento ideal de acordo com o perfil de cada paciente. Existem vários exames que diagnosticam a obesidade. Hirata citou a bioimpedância – exame feito com corrente elétrica que mede nível de gordura, água e massa magra -, cálculo do Índice de Massa Corporal e medida da circunferência abdominal. Segundo ele, não é possível confiar no resultado de apenas um dos procedimentos: “a pessoa pode ter o IMC alto, mas você vai ver é só pele e músculo”, exemplificou.]]></content>
			<description><![CDATA[Mais de 65 milhões de brasileiros, equivalente a 40% da população, estão com sobrepeso e a obesidade já atinge 10 milhões de pessoas, segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia. Ultrapassar o país conhecido pelos hábitos alimentares ricos em calorias e por ter 35,7% dos adultos obesos não será difícil.  “O Governo brasileiro pode baratear alimentos saudáveis e taxar os que não são saudáveis, como está sendo feito nos EUA. Se não seguirmos esta linha, podemos ultrapassar os EUA”, alertou o endocrinologista Maurício Hirata....]]></description>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Substância do chá de camomila pode ajudar no combate ao câncer]]></title>
			<pubDate>Wed, 22 May 2013 16:46:16 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/substancia-do-cha-de-camomila-pode-ajudar-no-combate-ao-cancer,cb648f5ce1dce310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/substancia-do-cha-de-camomila-pode-ajudar-no-combate-ao-cancer,cb648f5ce1dce310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Se você gosta de chá de camomila, salsa e aipo tem mais um motivo para saboreá-los. De acordo com uma pesquisa da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos, eles são ricos em apigenina, que pode bloquear a habilidade das células do câncer de mama de viver muito mais tempo do que as normais, parar a propagação delas e torná-las mais sensíveis à terapia medicamentosa. Os dados são do jornal Daily Mail.  A substância ajuda as proteínas a corrigirem as anormalidades no RNA (moléculas que transportam a informação genética), que são responsáveis por cerca de 80% dos casos de câncer. “Na sua relação com um conjunto de proteínas específicas, apigenina restabelece o perfil normal em células cancerosas. Achamos que isso pode ter um grande valor clínico como uma estratégia de prevenção do câncer em potencial”, disse o cientista Andrea Doseff. Constatou-se também que a apigenina pode atuar como anti-inflamatório. A equipe ainda vai realizar mais testes para saber doses adequadas para prevenir câncer em ratos.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/22/162311097.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Se você gosta de chá de camomila, salsa e aipo tem mais um motivo para saboreá-los. De acordo com uma pesquisa da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos, eles são ricos em apigenina, que pode bloquear a habilidade das células do câncer de mama de viver muito mais tempo do que as normais, parar a propagação delas e torná-las mais sensíveis à terapia medicamentosa. Os dados são do jornal Daily Mail. ...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/22/162311097.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Experiência sensorial guiada por cegos propõe conscientização sobre glaucoma]]></title>
			<pubDate>Tue, 21 May 2013 21:03:13 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/experiencia-sensorial-guiada-por-cegos-propoe-conscientizacao-sobre-glaucoma,f61062e3ad8ce310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/experiencia-sensorial-guiada-por-cegos-propoe-conscientizacao-sobre-glaucoma,f61062e3ad8ce310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG) fará uma sala sensorial na próxima quinta-feira (23), no vão livre do MASP, na avenida Paulista, para falar sobre o glaucoma. A ação faz parte da Campanha Nacional de Conscientização Popular “Cuidado com o Glaucoma”, iniciativa apoiada pelo Ministério da Saúde, e tem como objetivo mostrar noções sobre as limitações causadas pela falta de visão.  Quem passar pelo local entre 9h e 16h será convidado pela dupla de personagens “Olho e Colírio” a entrar em uma sala sensorial totalmente escura e a descobrir quais são alguns objetos expostos por meio do tato, já que estará com os olhos vendados. Os visitantes poderão experimentar sensações olfativas também, com aromas de canela, manjericão, fruta do conde, café, anis estrelado, gengibre, entre outros. Voluntários deficientes visuais da Fundação Dorina Nowill guiarão as pessoas no passeio. Ao final da experiência, o participante recebe material informativo sobre o glaucoma, pode tirar foto com os personagens e levá-las impressas para casa.   ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/21/132062856.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>A Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG) fará uma sala sensorial na próxima quinta-feira (23), no vão livre do MASP, na avenida Paulista, para falar sobre o glaucoma. A ação faz parte da Campanha Nacional de Conscientização Popular “Cuidado com o Glaucoma”, iniciativa apoiada pelo Ministério da Saúde, e tem como objetivo mostrar noções sobre as limitações causadas pela falta de visão. ...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/21/132062856.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Grã-Bretanha anuncia programa de teste genético para pacientes com câncer]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 16:19:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/gra-bretanha-anuncia-programa-de-teste-genetico-para-pacientes-com-cancer,f4892278212ce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/gra-bretanha-anuncia-programa-de-teste-genetico-para-pacientes-com-cancer,f4892278212ce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A Grã-Bretanha lançou um programa de pesquisa na segunda-feira que poderá permitir que os pacientes com câncer tenham acesso ao tipo de teste genético que levou a estrela de Hollywood Angelina Jolie a decidir se submeter a uma mastectomia dupla. O projeto, que inclui o Instituto de Pesquisa do Câncer (ICR, na sigla em inglês) de Londres, a empresa de sequenciamento genético dos EUA Illumina, geneticistas e oncologistas, têm como objetivo encontrar formas que permitam testar mais genes ligados ao câncer em mais pessoas. Pesquisadores anunciram o projeto com investimento estimado em US$ 4 milhões, financiado pela instituição de caridade da área médica Wellcome Trust. Ressaltaram, no entanto, que não foi uma resposta às informações divulgadas na semana passada sobre a decisão de Jolie se submeter à retirada das mamas para reduzir o risco de câncer. "O que estamos tentando fazer aqui é desenvolver processos que permitam o uso abrangente e sistemático de informação genética na medicina da área de câncer de modo que (mais pessoas) sejam capazes de se beneficiar dos tipos de informações e situações que ouviram falar na semana passada (com a história de Jolie)", afirmou Nazneen Rahman, chefe de genética do ICR e líder no novo projeto. Mutações em alguns genes, conhecidos como genes de predisposição ao câncer, aumentam o risco de uma pessoa ter câncer. Angelina Jolie obteve teste positivo para uma mutação genética de alto risco, que a deixa cerca de cinco vezes mais propensa a desenvolver câncer de mama do que as mulheres que não possuem esta mutação, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer dos EUA. Há cerca de 100 outros genes ligados à predisposição ao câncer conhecidos, mas na Grã-Bretanha, onde a maior parte do serviço de saúde é coberta pelo Serviço Nacional de Saúde, financiado pelo contribuinte, o teste para esses genes é atualmente muito restrito. Ainda assim, os avanços recentes na leitura do código genético, conhecida como sequenciamento genético, é agora mais rápida e mais barata do que nunca, abrindo caminho para que testes genéticos se tornem rotina para todos os pacientes com câncer. "É muito importante saber se uma mutação no código genético de uma pessoa causou seu câncer", disse Rahman a repórteres em uma entrevista a jornalistas em Londres. "Isso permite um tratamento mais personalizado, por isso, por exemplo, essas pessoas muitas vezes apresentam risco de outro tipo de câncer e podem optar por uma cirurgia mais abrangente, ou podem precisar de medicamentos diferentes, ou monitoramento extra." O programa, chamado Mainstreaming Cancer Genetics, vai usar um novo teste do Illumina chamado TruSight que pode analisar 97 genes de predisposição ao câncer dentro de algumas semanas, segundo Rahman. O novo modelo será aplicado inicialmente em mulheres com câncer de mama ou câncer de ovário no Royal Marsden Hospital, em Londres, mas a equipe espera que, no futuro, possa ser usado em todo o país e para muitos outros tipos de câncer.]]></content>
			<description><![CDATA[A Grã-Bretanha lançou um programa de pesquisa na segunda-feira que poderá permitir que os pacientes com câncer tenham acesso ao tipo de teste genético que levou a estrela de Hollywood Angelina Jolie a decidir se submeter a uma mastectomia dupla....]]></description>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
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		<item>
			<title><![CDATA[Vitamina D pode ajudar no tratamento de asma, diz estudo]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 13:31:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/vitamina-d-pode-ajudar-no-tratamento-de-asma-diz-estudo,daf6ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/vitamina-d-pode-ajudar-no-tratamento-de-asma-diz-estudo,daf6ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O tempo que pacientes que sofrem de asma ficam sob a luz do sol pode ter um impacto sobre os efeitos da doença, revela um estudo de uma equipe de cientistas da universidade King's College, de Londres. A pesquisa indica uma relação entre baixos níveis de vitamina D, que é fabricada pelo corpo durante a exposição ao sol, à piora dos sintomas da asma. Dentre os resultados do trabalho, os especialistas descobriram que o contato com a luz solar "acalma" uma parte do sistema imunológico que é estimulada em excesso pela asma. O tratamento de pacientes asmáticos com a administração de vitamina D, no entanto, não foi testado pelo estudo. As pessoas que têm asma apresentam dificuldades para respirar quando suas vias aéreas ficam inchadas, inflamadas e contraídas, e elas geralmente são tratadas com esteroides, mas nem todos respondem bem. Controle "Nós sabemos que pessoas com altos níveis de vitamina D conseguem controlar melhor sua asma - esta conexão chama bastante a atenção", disse a pesquisadora Catherine Hawrylowicz. A equipe da cientista investigou o impacto da vitamina em uma substância química do corpo humano, interleucina-17. Trata-se de uma parte vital do sistema imunológico que ajuda a combater infecções. Entretanto, ela também pode causar problemas quando atinge níveis muito altos e já foi relacionada intensamente à asma. Neste estudo, divulgado na publicação especializada Journal of Allergy and Clinical Immunology, a vitamina D foi capaz de reduzir os níveis de interleucina-17 em 28 pacientes. Testes clínicos A equipe do King's College realiza agora uma série de testes clínicos para ver se a administração de vitamina D pode realmente ajudar os pacientes de asma a lidarem melhor com os sintomas da doença. O foco do estudo deve ser os pacientes que não respondem bem aos esteroides, e produzem sete vezes mais interleucina-17 do que os outros. "Nós acreditamos que tratar as pessoas com vitamina D pode fazer com que os pacientes resistentes aos esteroides passem a responder a eles ou permitam que aqueles que já conseguem controlar sua asma tomem menos esteroides", disse Hawrylowicz. A especialista explica que uma cultura de se cobrir no sol e usar protetor solar pode ter aumentado as taxas de asma, mas ela aproveita para alertar que "sol demais faz mal". Efeitos colaterais Malayka Rahman, da organização de caridade britânica voltada para o tratamento e esclarecimento sobre asma, a Asma UK, valoriza os resultados do trabalho. "Para a maioria das pessoas com asma, os remédios atualmente disponíveis são uma forma efetiva de controlar a doença, mas nós sabemos que eles não funcionam para todos, e é por isso que pesquisar novos tratamentos é vital", disse. Ela também menciona o fato de muitos destes medicamentos apresentarem efeitos colaterais - algo que poderia ser aliviado com uma diminuição da quantidade de remédios ingeridos pelos asmáticos. "Também sabemos que muitas pessoas com asma se preocupam com os efeitos adversos dessas drogas, então se a vitamina D reduzir a quantidade de remédios necessária, isto teria um impacto enorme na qualidade de vida desses pacientes", afirmou.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/20/106397780.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>O tempo que pacientes que sofrem de asma ficam sob a luz do sol pode ter um impacto sobre os efeitos da doença, revela um estudo de uma equipe de cientistas da universidade King's College, de Londres. A pesquisa indica uma relação entre baixos níveis de vitamina D, que é fabricada pelo corpo durante a exposição ao sol, à piora dos sintomas da asma....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/20/106397780.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Médica de Angelina Jolie conta detalhes da mastectomia da atriz]]></title>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 14:11:04 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/medica-de-angelina-jolie-conta-detalhes-da-mastectomia-da-atriz,187da7d419dae310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/medica-de-angelina-jolie-conta-detalhes-da-mastectomia-da-atriz,187da7d419dae310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A mãe de Angelina Jolie teve câncer de mama e morreu de câncer no ovário e a avó da atriz também enfrentou a doença no sistema reprodutor. São fortes evidências do risco genético que levou a atriz a remover as duas mamas para tentar evitar o problema, explicou a médica de Angelina nesta quarta-feira (15). A médica tratou Angelina no Pink Lotus Breast Center, em Beverly Hills, e detalhou os cuidados com a famosa no site do centro de tratamento.  No site do centro de cirurgia, Kristi descreveu as três operações enfrentadas por Angelina Jolie, que foram feitas na região abaixo da mama. O ator Brad Pitt acompanhou cada um dos procedimentos, segundo a médica. No dia 2 de fevereiro, a atriz passou por uma cirurgia para preservar os mamilos, geralmente removidos quando é feita a mastectomia para tratar o câncer de mama. Metade da pele foi levantada a partir da superfície do tecido da mama e um pequeno disco de tecido foi retirado para avaliação. O exame provou que a atriz estava saudável e, no dia 16 do mesmo mês, ela fez as duas mastectomias. Quando o procedimento é feito de forma preventiva há “de 2% a 8% de chances” de encontrar cancro, embora não houvesse nenhuma indicação de câncer de antemão, segundo Kristi. Também foi feita a verificação de linfonodos que poderiam desenvolver a doença no futuro. Na operação, os médicos colocaram um expansor de tecido, um dispositivo parecido com um balão que é lentamente inflado com soro fisiológico para esticar a pele e abrir espaço para um implante permanente. O implante já poderia ser colocado, mas a atriz preferiu dividir o procedimento em dois passos para otimizar a aparência final. “Quatro dias depois das mastectomias tive o prazer de não só encontrá-la bem e com energia abundante, como vi duas paredes de sua casa cobertas com storyboards do próximo projeto que ela está dirigindo”, escreveu Kristi. No dia 27 de abril, os médicos fizeram a reconstrução com dois novos implantes em forma de lágrima, mais folhas de pele de cadáver para dar aparência natural, segundo a médica.  Histórico Na terça-feira, a atriz, 37 anos, contou ter um gene defeituoso BRCA1 que a colocou no grupo de alto risco de desenvolver câncer de mama e no ovário. Ela fez mastectomia dupla em fevereiro e a reconstrução com implantes em abril, disse a médica Kristi Funk, em entrevista para a The Associated Press. Segundo ela, o gene carregado pela atriz provoca 87% de chances a mais de desenvolvimento de câncer de mama e 54% no ovário. “Esse histórico de família certamente atende aos critérios para cobrir testes genéticos”, escreveu Kristi. A médica não deixou claro se Angelina também fez a remoção dos ovários, apesar de escrever em sua coluna no New York Times que a Angelina “começou com os seios” por causa do maior índice de risco.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/14/145420389.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>A mãe de Angelina Jolie teve câncer de mama e morreu de câncer no ovário e a avó da atriz também enfrentou a doença no sistema reprodutor. São fortes evidências do risco genético que levou a atriz a remover as duas mamas para tentar evitar o problema, explicou a médica de Angelina nesta quarta-feira (15). A médica tratou Angelina no Pink Lotus Breast Center, em Beverly Hills, e detalhou os cuidados com a famosa no site do centro de tratamento. ...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/14/145420389.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Maconha pode diminuir risco de câncer na bexiga, diz estudo]]></title>
			<pubDate>Tue, 14 May 2013 22:40:18 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/maconha-pode-diminuir-risco-de-cancer-na-bexiga-diz-estudo,52628a53ee3ae310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/maconha-pode-diminuir-risco-de-cancer-na-bexiga-diz-estudo,52628a53ee3ae310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Pessoas que fumam maconha podem estar menos propensas a ter câncer de bexiga do que aquelas que fumam cigarros, apontou um estudo publicado pelo jornal Huffington Post. Pesquisadores norte-americanos compararam o risco da doença em mais de 83 mil homens, com idades entre 45 e 69 anos, ao longo de 11 anos, que fumavam apenas cigarros, só maconha ou as duas substâncias.    De acordo com o autor Anil A. Thomas, membro do departamento de urologia no Kaiser Permanente Medical Center em Los Angeles, o uso da maconha foi associado a uma redução de 45% na incidência de câncer de bexiga. ”Enquanto o de tabaco foi associado a um aumento de 52% no mesmo órgão", complementa. A ligação, segundo ele, não prova uma relação de causa e efeito. “No entanto, a teoria é que existem receptores na bexiga que são afetados pela cannabis."   A pesquisa segue um outro estudo de médicos do California Pacific Medical Center, em São Francisco, que afirma que um composto derivado da maconha poderia parar metástase em muitos tipos de câncer agressivo, incluindo os de mama, cérebro e próstata. Enquanto os cientistas continuam a explorar os benefícios de saúde de planta proibida, algumas constatações parecem ecoar o que usuários de maconha medicinal informalmente dizem sobre a cura por meio da erva.   De acordo com a publicação, no início deste mês, Bill Rosendahl, um vereador de Los Angeles, postou um vídeo no YouTube anunciando que está vencendo a luta contra o câncer em grande parte graças ao seu uso de maconha medicinal. "A maconha medicinal salvou minha vida", disse ele.    Controvérsia Por outro lado, um estudo da Escola Keck de Medicina da Universidade do Sul da Califórnia descobriu uma ligação entre o uso de maconha e um risco de aumento de câncer de testículo. Segundo o Huffington Post , a controvérsia sobre as aplicações médicas da cannabis levou a Associação Médica Americana em 2009 a recomendar que os legisladores reclassificassem a maconha para permitir mais pesquisas científicas em seus potenciais usos médicos. A erva, no entanto, continua classificada como substância controlada perigosa, ao lado de heroína e LSD.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/14/119563462.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Pessoas que fumam maconha podem estar menos propensas a ter câncer de bexiga do que aquelas que fumam cigarros, apontou um estudo publicado pelo jornal Huffington Post. Pesquisadores norte-americanos compararam o risco da doença em mais de 83 mil homens, com idades entre 45 e 69 anos, ao longo de 11 anos, que fumavam apenas cigarros, só maconha ou as duas substâncias. ...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/14/119563462.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Bactérias ajudam a combater obesidade e diabetes, diz estudo]]></title>
			<pubDate>Tue, 14 May 2013 17:26:08 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/bacterias-ajudam-a-combater-obesidade-e-diabetes-diz-estudo,50ebc8047d3ae310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/bacterias-ajudam-a-combater-obesidade-e-diabetes-diz-estudo,50ebc8047d3ae310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Um estudo constatou que a bactéria intestinal Akkermansiamuciniphila tem o poder de queimar gorduras e ajuda a melhorar os níveis de açúcar no sangue. A partir disso, os especialistas acreditam que a descoberta pode auxiliar em novos tratamentos médicos para combater a obesidade e a diabetes tipo 2. As informações são do jornal britânico Daily Mail. A descoberta sugere que os alimentos que estimulam a produção dessas bactérias no sistema digestivo podem contribuir com a perda de peso mais acelerada do que por meio de dietas restritivas e até mesmo do que fazendo exercícios. Os testes foram feitos em ratos diabéticos e obesos, que sofriam de deficiência da Akkermansiamuciniphila. Após serem alimentados com estimulantes desta bactéria benéfica, os animais elevaram o nível ao considerado normal, tendo seu metabolismo acelerado. Eles também sofreram menos inflamação e reduziram sua resistência à insulina, um sintoma de diabetes tipo 2. A quantidade de substâncias químicas chamadas endocanabinoides também subiu, de acordo com os resultados publicados na Proceeding sof the National Academy of Sciences. Ao contrário de probióticos - produtos de bactérias vivas que contribuem com a flora saudável para o intestino -, os pré-bióticos não substituem as bactérias, mas ajudam a alimentar e manter os níveis de bactérias "boas" no trato digestivo. Pré-bióticos são uma forma de gás natural, amido digerível encontrado em pequenas quantidades na banana, cebola, alho-poró, aspargo e alcachofra, entre outros alimentos. Mais benefícios Os pesquisadores disseram ainda que os resultados indicam que a Akkermansiamuciniphila poderia desempenhar um papel-chave na função da barreira intestinal, inflamação metabólica e armazenamento de gordura. Eles sugerem que as bactérias podem ser utilizadas para desenvolver tratamentos de prevenção à obesidade e seus distúrbios metabólicos associados. "Estes resultados também proporcionam uma base racional para o desenvolvimento de um tratamento que utiliza este colonizador humano para a prevenção ou tratamento da obesidade e suas desordens metabólicas associadas", afirmou o com o professor Patrice Cani, da Universidade Católica de Leuven, na Bélgica.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/14/115911819.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Um estudo constatou que a bactéria intestinal Akkermansiamuciniphila tem o poder de queimar gorduras e ajuda a melhorar os níveis de açúcar no sangue. A partir disso, os especialistas acreditam que a descoberta pode auxiliar em novos tratamentos médicos para combater a obesidade e a diabetes tipo 2. As informações são do jornal britânico Daily Mail....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/14/115911819.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[‘Olhar para o espelho é aterrorizador’, diz mulher após mastectomia]]></title>
			<pubDate>Tue, 14 May 2013 14:55:53 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/olhar-para-o-espelho-e-aterrorizador-diz-mulher-apos-mastectomia,177fc37c733ae310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Ela construiu uma vida na Austrália e não estava nos planos voltar ao Brasil tão cedo, talvez para visitar a família, mas não pela descoberta que mudou tudo há seis anos. Administradora, Joana Jeker, na época com 30 anos, costumava fazer autoexame nas mamas mensalmente, já que a mãe e a tia tiveram câncer mamário anos antes. “Em um determinado autoexame, localizei um nódulo. Eu já tinha tirado vários benignos, mas dessa vez eu soube, minha intuição me disse que era um tumor”, contou.   O histórico genético, segundo Joana, é decisivo em relação à probabilidade de desenvolver a doença. Foi com essa preocupação que a atriz Angelina Jolie optou por fazer dupla mastectomia, como forma de prevenção, e contou ao mundo sua experiência em artigo publicado no jornal The New York Times desta terça-feira (14). “A mãe dela teve câncer”, comentou Joana que já sabia do caso que virou manchete na imprensa. Angelina fez exames que apontaram a tendência ao desenvolvimento da doença e preferiu retirar as duas mamas para não ter que enfrentar o câncer no futuro. Já o caminho de Joana foi diferente. Ela voltou ao Brasil, fez mastectomia e quimioterapia vermelha – a mais intensa -, por seis meses. “Não sei como explicar como é para uma mulher olhar para o espelho e estar sem uma mama, é aterrorizador. Sem uma parte que designa sua feminilidade”, lembrou ela que se arrependeu de não ter feito acompanhamento emocional na época. Depois do diagnóstico de uma doença que pode matar, a retirada da mama e a queda dos cabelos foram os momentos mais chocantes, segundo Joana. “Sofri muito, mas cabelo cresce e mama dá para reconstruir”, completou. "Você se olha no espelho e pensa, 'poxa' não sou assim. Mexe muito com a autoestima e sexualidade", contou a assistente social Maria Conceição Machado, 47 anos, que fez mastectomia há cinco anos. Ela descobriu o tumor ao acaso, "arrumando a camisola", consultou uma amiga médica, passou por um ginecologista, mas só caiu a ficha quando pegou o resultado da biopsia.  Solteira, Joana não teve apoio de Brad Pitt como Angelina, mas da mãe que já tinha passado pelo problema. Maria, por sua vez, morava longe da família. Tanto a atriz como a administradora e a assistente social ressaltaram a importância do apoio familiar no tratamento. Genici Luis da Costa, 55 anos, empregada doméstica, considerou a quimioterapia como a parte mais agressiva do tratamento. “Foi o que mais me doeu, fiz seis sessões, depois a cirurgia e radioterapia”, contou. Após sentir dores no seio, ela descobriu dois caroços na mama esquerda há três anos e passou pela mastectomia. Fim da doença e uma nova mama Durante a entrevista, Genici aguardava para se consultar com a médica responsável pela reconstrução mamária. Ela está na penúltima etapa para corrigir o seio retirado, mas ainda disse que o implante está bastante diferente da mama direita. No caso da atriz Angelina Jolie, nove semanas depois da retirada das mamas ela fez a reconstrução mas, antes disso, ficou com implantes temporários. “Eu não me sinto menos mulher. Eu sinto que fiz uma forte escolha que em nada diminui a minha feminilidade”, contou a atriz em uma nota pessoal. Para Joana, que fez a reconstrução dois anos depois da retirada das mamas, o momento “foi uma retomada de vida”. Segundo ela, é como se a mutilação fosse desfeita. Joana não deixou de ter relacionamentos por estar sem uma das mamas, mas contou que não se sentia plena. “Hoje em dia eu me sinto. Tatuei uma flor de cerejeira para cobrir as cicatrizes e estou mais forte do que antes”, disse. Joana fundou a Associação de Mulheres Mastectomizadas de Brasília, para a qual se dedica em tempo integral atualmente. "Doeu mais para colocar o seio do que para retirar. Mas se eu tivesse que passar por tudo de novo para ter meio seio de volta, eu passaria", contou Maria. Ela fez a reconstrução completa: "primeiro fiz o seio e um ano depois o bico. Ficou perfeito". Segundo ela, a retirada da mama "mexe bastante com o emocional da mulher". Depois de vencer o câncer, ela passou a trabalhar na Associação Catarinense da Mulher Portadora de Cancêr. Cicatrizes e tatuagens Não são todas as pacientes de câncer mamário que optam por reconstruir o corpo da forma como era antes da doença. A canadense Kelly Davidson fez dupla mastectomia após ser diagnosticada com dois tumores. Sem as mamas aos 28 anos, ela decidiu tatuar uma fada em um cenário com flores e borboletas sobre as cicatrizes. “Obviamente que devastador para qualquer mulher perder os seios, porque definem nossa feminilidade”, disse ela em entrevista ao The Sun. “Decidi transformar essa coisa negativa em algo positivo, e coloquei uma obra de arte no lugar de algo que para muita gente é realmente devastador”, postou ela no Pinterest. A imagem compartilhada nas redes sociais ganhou quase 1 milhão de “curtir” em cerca de 48 horas, de acordo com a publicação. A tatuagem para ela, que participa de um grupo chamado World Cancer, é como uma medalha de “honra e força”.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/14/145420389.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Ela construiu uma vida na Austrália e não estava nos planos voltar ao Brasil tão cedo, talvez para visitar a família, mas não pela descoberta que mudou tudo há seis anos. Administradora, Joana Jeker, na época com 30 anos, costumava fazer autoexame nas mamas mensalmente, já que a mãe e a tia tiveram câncer mamário anos antes. “Em um determinado autoexame, localizei um nódulo. Eu já tinha tirado vários benignos, mas dessa vez eu soube, minha intuição me disse que era um tumor”, contou.  ...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/14/145420389.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Câncer de mama: entenda o que é a mastectomia feita por Angelina Jolie]]></title>
			<pubDate>Tue, 14 May 2013 13:47:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/cancer-de-mama-entenda-o-que-e-a-mastectomia-feita-por-angelina-jolie,307e15d1643ae310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/cancer-de-mama-entenda-o-que-e-a-mastectomia-feita-por-angelina-jolie,307e15d1643ae310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Angelina Jolie disse, em artigo no jornal The New York Times desta terça (14), que passou recentemente por uma cirurgia de retirada dos seios para se prevenir do câncer de mama. Segundo a atriz, os médicos estimaram em 87% o risco de ela desenvolver a doença e, por isso, Angelina decidiu encarar a mastectomia. “Esse teste genético é indicado apenas para casos de alto risco, quando a mulher possui histórico familiar de câncer de mama. Nesses casos existe entre 40 e 80% de risco de a mulher desenvolver a doença ao longo da vida. Com o exame é possível precisar o risco e quando necessário realizar a cirurgia preventiva de retirada de tecido mamário”, explica a diretora da Sociedade Brasileira de Mastologia, Mônica Travassos. No caso da atriz foi detectado um gene "falho" BRCA1, que está ligado ao desenvolvimento de câncer de mama e ovário, e representa um risco cumulativo. "[A mastectomia] Parece um procedimento radical. Mas é preciso deixar claro que esse procedimento é recomendado apenas para um grupo selecionadíssimo", ressalta Maria do Socorro Maciel, de mastologia do A. C. Camargo (hospital do câncer). Esse grupo seriam as pessoas com alto risco de desenvolver a doença, que são aquelas que apresentam histórico familiar de pelo menos duas pessoas e o gene BRCA1, ou em caso de câncer de mama em homens, o que é muito raro. Segundo tipo mais frequente no mundo, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA). O fator genético aparece entre 5% e 10% dos casos de câncer de mama. Porém, 80% das vezes ele é esporádico e questões como obesidade e tabagismo podem aumentar os riscos. Já a protese de silicone não está ligada a um aumento de risco, porém pode mascarar tumor. Para Angelina o risco veio de seu histórico familiar, já que a mãe da atriz morreu de câncer aos 56 anos. No Brasil, dados do INCA apontam que mais de 52 mil novos casos de câncer de mama foram registrados em 2012.  Ter uma mãe que teve câncer de mama não é suficiente para fazer o rastreamento genético com um oncogeneticista. "Caso a paciente tenha mãe ou irmã que teve câncer e esteja viva, o exame deve ser feito primeiramente nela, para depois ser realizado na parente que ainda não teve a doença", explica Maria do Socorro. Segundo o oncologista Ricardo Caponero, da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), o exame é indicado para pacientes com mais de um parente com câncer ou com um caso de câncer de mama na família. O rastreamento é caro, custando entre R$ 1 mil e R$ 5 mil, e ainda não é feito pelo SUS. Muitas seguradoras também não fazem cobertura do procedimento.  Mastectomia A mastectomia é uma cirurgia de retirada total ou parcial da mama, associada ou não à retirada dos glânglios linfáticos da axila. O procedimento reduz em 95% o risco de câncer, ou seja, não o exclui totalmente. “Ser uma paciente de alto risco é ter uma arma apontada para a cabeça. Mesmo depois da cirurgia o câncer pode aparecer, por isso é essencial continuar a fazer os exames e acompanhamento médico. Assim, você consegue levar uma vida normal, sem medo”, afirmou Mônica. Em seu artigo, Angelina explicou que seu procedimento começou em 2 de fevereiro, com um procedimento que exclui doenças nos dutos mamários, atrás dos mamilos, e atrai um fluxo maior de sangue para a região. Duas semanas depois teve início a cirurgia principal, que é a remoção do tecido do seio, com o preenchimento temporário da mama. Passadas nove semanas, a operação foi completada com a reconstrução dos seios com um implante. Segundo Maria do Socorro, o procedimento em mulheres que ainda não tiveram a doença costuma ser mesmo lento e pausado para evitar problemas estéticos. A melhor faixa etária para esse tipo de procedimento é dos 40 aos 45 anos. Após a mastectomia, qualquer alteração na temperatura ou na coloração da pele e o aparecimento de caroços devem ser comunicados ao médico imediatamente. Quando a mulher passou pela cirurgia, o tratamento de reposição hormonal requer ainda mais cuidados. “O hormônio não promove o aparecimento do tumor, mas colabora com seu crescimento. Porém, há alguns tipos de câncer que não têm relação com os hormônios”, indica Mônica. Para Ricardo, a reposição hormonal é segura em casos de indicação e acompanhamento médico, porém, deve ser realizada com cuidado.  Outros métodos O autoexame e o exame clínico não são a forma mais eficiente de prevenção, mas não deve ser descartado e, assim como os demais exames preventivos, devem ser realizado periodicamente após os 40 anos. A mamografia e o ultrassom devem ser realizados anualmente, e a ressonância a cada dois anos. Segundo Ricardo, em casos de alto risco devido a histórico familiar e quando não há mutação genética ainda há a alternativa da quimioprevenção. "Esse tipo de tratamento, assim como a cirurgia preventiva, é muito delicado pois envolve questões colaterais. Há grande impacto psicológico, por isso, é importante que o médico e a paciente tenham certeza de que realmente querem fazer isso", defende o oncologista. Em casos de histórico familiar a recomendação é de que a paciente passe a fazer os exames preventivos pelo menos 10 anos antes da idade em que a parente desenvolveu a doença, mesmo que seja antes dos 40 anos. "Mesmo que não exista casos na família é importante procurar um médico caso encontre algum carocinho", ressalta Maria do Socorro.  Porém, o que mais preocupa é a alta taxa de mortalidade, que está vinculada ao diagnóstico tardio. Mais de 70% dos casos no País são diagnosticados tardiamente, quando o tumor atingiu mais de cinco centímetros. Nesse estágio apenas 30% das mulheres são curadas. “Infelizmente ainda não conseguimos atingir a todos. É uma questão de informação e educação. Quando o câncer é detectado no início as chances são bem maiores”, afirma Mônica. O site da Sociedade Brasileira de Mastologia oferece um espaço para esclarecimento de dúvidas com especialista, assessoria jurídica e outros serviços para ajudar a mulher a se proteger e lidar com a doença. "O caso de Angelina serviu como exemplo de que a mulher deve ir atrás de cuidar de sua saúde. Há muita gente que ainda deixa de fazer a mamografia com medo de achar a doença. Ela, que é uma mulher de grande representatividade, teve coragem de fazer um procedimento como esse e falar sobre isso", disse Maria do Socorro.  Câncer de ovário A mutação genética de Angelina também aumenta o risco de câncer de ovário. Por isso, a atriz também deve passar em breve por uma cirurgia de retirada dos ovários e trompas. "No caso do câncer do ovário é mais complicado, pois não temos tantas opções de prevenção. Mesmo com o ultrassom a cada seis meses o tumor pode não ser diagnosticado no início", explica Maria do Socorro. Participação da família Em seu artigo, a atriz falou da participação da família em sua escolha. O sofrimento da mãe foi um dos motivos que incentivaram a decisão. “Eu posso dizer aos meus filhos que eles não precisam ter medo de me perder por causa do câncer de mama”, escreveu. Ela ressaltou ainda a importância do suporte que recebeu do marido, Brad Pitt. "O apoio do parceiro e da família é muito importante no momento de uma decisão como essa. É muito comum as pacientes que já tiveram um ente querido nessa situação dizendo 'não quero passar o que minha ela passou'", relatou Maria do Socorro.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/14/fevereiro-2012-los-angeles.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Angelina Jolie disse, em artigo no jornal The New York Times desta terça (14), que passou recentemente por uma cirurgia de retirada dos seios para se prevenir do câncer de mama. Segundo a atriz, os médicos estimaram em 87% o risco de ela desenvolver a doença e, por isso, Angelina decidiu encarar a mastectomia. “Esse teste genético é indicado apenas para casos de alto risco, quando a mulher possui histórico familiar de câncer de mama. Nesses casos existe entre 40 e 80% de risco de a mulher desenvolver a doença ao longo da vida. Com o exame é possível precisar o risco e quando necessário realizar a cirurgia preventiva de retirada de tecido mamário”, explica a diretora da Sociedade Brasileira de Mastologia, Mônica Travassos....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/14/fevereiro-2012-los-angeles.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Angelina Jolie diz que realizou mastectomia para prevenir o câncer]]></title>
			<pubDate>Tue, 14 May 2013 05:56:57 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/angelina-jolie-diz-que-realizou-mastectomia-para-prevenir-o-cancer,63bf86bda81ae310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/angelina-jolie-diz-que-realizou-mastectomia-para-prevenir-o-cancer,63bf86bda81ae310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A atriz Angelina Jolie disse, em artigo no jornal The New York Times desta terça-feira, que realizou uma dupla mastectomia preventiva - cirurgia de retirada dos seios -, depois de descobrir que possui o gene "falho" BRCA1, o que aumenta significativamente o risco de desenvolver câncer de mama e ovário. Jolie, 37 anos, afirma que, por conta da mutação no gene, seus médicos estimaram em 87% o risco de câncer de mama, e 50% de câncer no ovário. “Quando descobri que essa era minha realidade, eu decidi ser proativa e minimizar o risco o máximo possível. Eu decidi fazer uma dupla mastectomia preventiva. Eu comecei com os seios, uma vez que meu risco de câncer de mama é maior que o de ovário, e é uma cirurgia mais complexa”, descreveu em artigo intitulado "My Medical Choice" (Minha Escolha Médica, em tradução livre) . A atriz diz que terminou, no dia 27 de abril, os três meses de procedimentos médicos envolvidos com a mastectomia - durante o período, Jolie disse que conseguiu manter sua vida pessoal e profissional. A mãe da atriz morreu de câncer aos 56 anos, após uma batalha de quase dez anos contra a doença. Angelina Jolie diz no artigo que está escrevendo sobre o procedimento na esperança que outras mulheres possam se beneficiar de sua experiência: “câncer ainda é uma palavra que provoca medo no coração das pessoas, produzindo um profundo senso de impotência. Mas hoje é possível descobrir por meio de um teste de sangue se você é altamente suscetível ao câncer de mama e ovário, e então agir”. Segundo a atriz, a decisão de fazer a mastectomia não é fácil, mas ela está feliz por ter feito – suas chances de desenvolver câncer de mama caíram de 87% para menos de 5%. “Eu posso dizer aos meus filhos que eles não precisam ter medo de me perder por causa do câncer de mama”, escreveu. “Em uma nota pessoal, eu não me sinto menos mulher. Eu sinto que fiz uma forte escolha que em nada diminui a minha feminilidade.”, disse Jolie. “Tenho sorte em ter um parceiro, Brad Pitt, que é tão amoroso e solidário. Qualquer um que tenha uma mulher ou namorada passando por isso, saiba que você é uma parte muito importante na transição. Brad esteve no Pink Lotus Breast Center, onde fui tratada, em todos os minutos das cirurgias. Nós conseguimos encontrar momentos para rir juntos. Nós sabíamos que isso era a coisa certa a fazer para nossa família, e que poderia nos trazer mais próximos”, completou, lembrando da união com o também ator Brad Pitt. Procedimento Jolie explica que seu procedimento começou em 2 de fevereiro, com uma intervenção que exclui doenças nos dutos mamários, atrás dos mamilos, e atrai um fluxo maior de sangue para a região. Duas semanas depois teve início a cirurgia principal, que é a remoção do tecido do seio, com o preenchimento temporário da mama. Passadas nove semanas, a operação foi completada com a reconstrução dos seios com um implante. “Houve muitos avanços neste procedimento nos últimos anos, e os resultados podem ser lindos”, afirmou a atriz.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/09/foto13diversaogenteromancescasaisfamosos.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images " title="Foto: Getty Images "> <br>A atriz Angelina Jolie disse, em artigo no jornal The New York Times desta terça-feira, que realizou uma dupla mastectomia preventiva - cirurgia de retirada dos seios -, depois de descobrir que possui o gene "falho" BRCA1, o que aumenta significativamente o risco de desenvolver câncer de mama e ovário....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/09/foto13diversaogenteromancescasaisfamosos.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Site lista 6 perguntas que se deve fazer sobre a saúde da mãe]]></title>
			<pubDate>Sun, 12 May 2013 12:09:38 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/site-lista-6-perguntas-que-se-deve-fazer-sobre-a-saude-da-mae,b852c492b309e310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/site-lista-6-perguntas-que-se-deve-fazer-sobre-a-saude-da-mae,b852c492b309e310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Para comemorar o Dia das Mães, o Huffington Post listou questões que você pode perguntar à sua mãe, a fim de se prevenir contra problemas que ela possa ter tido. Câncer, gravidez e pressão alta são alguns dos assuntos. Veja: Como está o coração? O risco genético para doença cardíaca é alto.  A pressão arterial elevada, por exemplo, tende a atingir três ou quatro gerações da família. “Se sua mãe teve um ataque cardíaco antes dos 60 anos, aumenta o seu risco em 25% a 50%”, disse a médica Nieca Goldberg, diretora do Centro Tisch de Saúde da Mulher no Centro Médico de NYU Langone, nos Estados Unidos. Faça exames, incorpore alimentos saudáveis à alimentação e não abra mão das duas horas e meia recomendadas de atividade física aeróbica por semana.   Você já teve câncer? Se sabe que sua mãe teve câncer de mama, ovário ou de colo do útero, por exemplo, o médico pode sugerir que faça alguns exames antes do tempo que é normalmente recomendado. Mas não fique aflita. Não é porque sua mãe teve que obrigatoriamente terá também. Tudo é uma questão de prevenção.    Como foi sua gravidez? Se ela teve dificuldade para engravidar, você pode enfrentar problemas também e, assim, querer considerar testes de fertilidade. Mas tenha em mente que a a idade ainda é um sinal mais revelador de sua fertilidade do que a fertilidade da sua mãe. Você também pode herdar risco de condições relacionadas com a gestação, como diabetes e pré-eclampsia.  Nesse caso, avise seu médico, que pode tomar medidas preventivas e que evitam complicações.     Como foi entrar na menopausa? Provavelmente, você vai entrar na menopausa com idade semelhante à da sua mãe e pode sentir os mesmos sintomas. É possível enfrentar menos problemas com medidas preventivas, como dieta rica em ômega 3, níveis de vitamina D ideais e evitar excesso de álcool.    Há histórico de doença mental na família? Transtorno bipolar e depressão, por exemplo, parecem atingir famílias, disse a médica Nieca Goldberg. Não precisa ficar em pânico, mas, se notar algo parecido com o que sua mãe passou, é possível procurar ajuda médica antes.    Sua altura mudou recentemente? Embora diminuir a altura pareça um sinal de envelhecimento inofensivo, pode ser indício de má saúde óssea. Há medidas preventivas contra a osteoporose, como exercícios, comer produtos lácteos com baixo teor de gordura, ingerir cálcio e apresentar quantidade suficiente de vitamina D.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/10/133952397.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Para comemorar o Dia das Mães, o Huffington Post listou questões que você pode perguntar à sua mãe, a fim de se prevenir contra problemas que ela possa ter tido. Câncer, gravidez e pressão alta são alguns dos assuntos. Veja:...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/10/133952397.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Chega ao Brasil tratamento a laser que combate atrofia vaginal da menopausa]]></title>
			<pubDate>Fri, 10 May 2013 20:04:54 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/chega-ao-brasil-tratamento-a-laser-que-combate-atrofia-vaginal-da-menopausa,e3328c354ff8e310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/chega-ao-brasil-tratamento-a-laser-que-combate-atrofia-vaginal-da-menopausa,e3328c354ff8e310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A atrofia vaginal é um problema característico da menopausa e prejudica a vida sexual, já que leva à perda de elasticidade, espessura e umidade do órgão. Mas um novo tratamento promete combater o problema sem o tradicional uso de hormônios ou medidas paliativas, como gel ou creme. Desenvolvido pela empresa italiana Deka, o Monalisa Touch é realizado por meio de um laser de CO2 fracionado.   “Infelizmente, a atrofia vaginal é uma condição subestimada e um tabu que pode trazer sofrimento. É importante que as mulheres procurem ajuda médica e saibam das opções de tratamento”, disse a ginecologista Vera Lucia da Cruz, professora da Faculdade de Medicina do ABC, que iniciou o primeiro estudo clínico da técnica no Brasil. Segundo o fabricante, a aplicação não dura mais que 15 minutos e é indolor, ocorrendo apenas uma leve sensação de calor. É contraindicada para mulheres grávidas, que tenham doenças sexualmente transmissíveis ou que apresentem mudanças de citologia no último Papanicolau, inflamações da vulva ou doenças relacionadas à coagulação sanguínea.  Para o coordenador científico da Academia Internacional de Ginecologia Cosmética, o dermatologista italiano Nicola Zerbinati, que fez parte do Comitê Científico de análise do novo projeto, os resultados significam um retardo no relógio biológico da mulher em torno de 15 a 20 anos.  Confira abaixo entrevista com a ginecologista Vera Lucia e tire suas dúvidas sobre atrofia vaginal e o novo tratamento: Terra - A atrofia vaginal traz que problemas à saúde da mulher? Vera Lucia da Cruz – Ressecamento vaginal, perda da elasticidade, ardor, aumento de infecções vaginais, disúria (dor ao urinar), noctúria (urgência de urinar à noite), dispareunia (dor no ato sexual), sangramentos em casos acentuados e autoestima prejudicada. Terra - Há estimativas de quantas mulheres sofrem de atrofia vaginal? VLC - De acordo com publicações científicas, mais de 50% das mulheres do grupo estudado após três anos da menopausa apresentam atrofia vaginal.   Terra - A atrofia vaginal é exclusiva da menopausa? VLC - Na maioria dos casos, é decorrente da queda hormonal estrogênica passados os anos da menopausa, mas pode-se encontrá-la em alguns casos de tratamentos radioterápicos e medicamentosos, por exemplo.   Terra - Normalmente, qual é o tratamento indicado para a atrofia vaginal? VLC - O tratamento até hoje descrito para atrofia vaginal é a terapia hormonal, mas nem todas as mulheres podem fazer uso do medicamento. Pacientes com riscos de cânceres ginecológicos e doenças sistêmicas crônicas, por exemplo, apresentam contra indicações para a terapia hormonal. Terra - Há maneiras de prevenir a atrofia vaginal? VLC - Observa-se que vida sexual ativa e frequente, por estimulação e atrito da parede vaginal, pode retardar a atrofia vaginal, mas isso não vai impedir que, com o avançar da idade, o quadro se instale gradativamente.   Terra - Você iniciou o primeiro estudo clínico no Brasil do tratamento a laser da atrofia vaginal. Quais foram os resultados? VLC - Iniciei o tratamento clínico há três meses. Doze mulheres receberam as aplicações de laser vaginal e apontaram melhora dos sintomas decorrentes da atrofia vaginal.   Terra - No seu estudo, foi encontrado algum resultado adverso? VLC - Não, a resposta clínica esperada superou expectativas nos tratamentos realizados. Há, no entanto, a necessidade de estudos complementares para comprovar a segurança e a eficácia da técnica. Isso acontece para qualquer novo tratamento que entra em nosso País no ramo da medicina. Terra - Como o laser age para trazer tais benefícios às mulheres? VLC - O laser age na lâmina própria da parede vaginal (corresponde à derme da nossa pele), estimulando por efeito térmico a formação de fibras de colágeno, reticulares e elásticas. Terra - A novidade é uma alternativa viável para as mulheres na menopausa? Qual é o valor médio das sessões? VLC - É uma alternativa segura e viável para mulheres na menopausa, que podem se beneficiar de um tratamento não-hormonal. O custo é de cerca de R$ 1,5 mil por sessão.   Terra - O que determina a quantidade de sessões? VLC - São reavaliados os parâmetros do tratamento a cada nova aplicação. Na maioria dos casos, resolve-se o quadro com duas sessões com intervalos de 45 dias entre elas. As atrofias acentuadas ou paredes vaginais que sofreram atrofia por mais anos seguidos podem necessitar da terceira aplicação. A resposta clínica favorável pode durar um ano ou até mais, se a paciente tem vida sexual ativa. Com o ressurgimento de sintomas será indicado novo tratamento. ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/10/tratamentolasermenopausa06.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>A atrofia vaginal é um problema característico da menopausa e prejudica a vida sexual, já que leva à perda de elasticidade, espessura e umidade do órgão. Mas um novo tratamento promete combater o problema sem o tradicional uso de hormônios ou medidas paliativas, como gel ou creme. Desenvolvido pela empresa italiana Deka, o Monalisa Touch é realizado por meio de um laser de CO2 fracionado.  ...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/10/tratamentolasermenopausa06.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Exposição à poluição aumenta risco de diabetes, diz estudo]]></title>
			<pubDate>Fri, 10 May 2013 14:17:37 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/exposicao-a-poluicao-aumenta-risco-de-diabetes-diz-estudo,d1889ae0abe8e310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Uma pesquisa com 397 alemães de 10 anos de idade descobriu que viver perto de uma estrada em contato com a poluição aumenta a resistência à insulina em 7% e pode elevar o risco do desenvolvimento de diabetes. As informações são da BBC. No estudo, as crianças fizeram exame de sangue para medir glicose e insulina. O nível de exposição à poluição foi estimado de acordo com o endereço e dados de tráfego na região dos anos de 2008 e 2009. Foram levados em conta também fatores como índice de massa corporal (IMA) e exposição ao fumo passivo em casa.  Os poluentes atmosféricos são conhecidos por serem oxidantes e podem impactar em lipídios e proteínas no sangue. A pesquisa concluiu que os níveis de resistência à insulina foram maiores nas crianças com mais contato com a poluição do ar e com substâncias como dióxido de azoto e partículas finas.  De acordo com os líderes da equipe Elisabeth Thiering e Joachim Heinrich, do Centro de Pesquisa Alemão de Saúde Amabiental em Neuherberg, é o estresse oxidativo causado pelo contato com poluentes que interfere na resistência à substância.  O professor de saúde ambiental do Kings College London acrescentou que as crianças são mais vulneráveis por terem as vias aéreas mais permeáveis e mecanismos de defesa do pulmão contra a poluição de partículas não evoluídos.  Estudos anteriores mostraram ligações entre a poluição do ar e outras condições crônicas, como a aterosclerose e doenças cardíacas.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/10/106594948.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Uma pesquisa com 397 alemães de 10 anos de idade descobriu que viver perto de uma estrada em contato com a poluição aumenta a resistência à insulina em 7% e pode elevar o risco do desenvolvimento de diabetes. As informações são da BBC....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/10/106594948.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Segundo jornal, complemento alimentar promete combater o Alzheimer]]></title>
			<pubDate>Thu, 9 May 2013 12:25:40 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/segundo-jornal-complemento-alimentar-promete-combater-o-alzheimer,36daaa2c6398e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/segundo-jornal-complemento-alimentar-promete-combater-o-alzheimer,36daaa2c6398e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Foi apresentado oficialmente na última quarta-feira (9), em São Paulo, um suplemento que tem por objetivo "turbinar" o cérebro, combatendo o Alzheimer. De acordo com o jornal A Folha de S. Paulo, o Souvenaid, da Danone, é composto de óleo de peixe, ômega 3, selênio e vitaminas que ajudariam na formação da membrana dos neurônios, melhorando as sinapses cerebrais. No entanto, os testes indicam melhora na memória apenas em pacientes com estágio leve da doença e que não utilizam medicamentos que inibem a beta-amiloide. Especialistas alertam o jornal, no entanto, que ainda é cedo para se falar em uso preventivo por falta de testes. A bebida já é usada por mais de 2 mil pessoas no Brasil, e é vendida a R$ 10 o pote, que deve ser ingerido diariamente. Devido ao custo, já que o complemento não substituiu a medicação, muitos pacientes optam por apenas tomar os remédios. O Souvenaid é vendido também na Bélgica, Alemanha, Holanda, Itália, Irlanda e no Reino Unido.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/09/122412565.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Foi apresentado oficialmente na última quarta-feira (9), em São Paulo, um suplemento que tem por objetivo "turbinar" o cérebro, combatendo o Alzheimer. De acordo com o jornal A Folha de S. Paulo, o Souvenaid, da Danone, é composto de óleo de peixe, ômega 3, selênio e vitaminas que ajudariam na formação da membrana dos neurônios, melhorando as sinapses cerebrais. No entanto, os testes indicam melhora na memória apenas em pacientes com estágio leve da doença e que não utilizam medicamentos que inibem a beta-amiloide....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/09/122412565.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Estudo liga insônia de síndrome das pernas inquietas a neurotransmissor]]></title>
			<pubDate>Wed, 8 May 2013 13:48:37 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/estudo-liga-insonia-de-sindrome-das-pernas-inquietas-a-neurotransmissor,cf10da7c9548e310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Pesquisadores da Johns Hopkins encontraram uma explicação para o pior sintoma da síndrome das pernas inquietas (SPI), que se traduz em noites mal dormidas. Os resultados do estudo indicam que a insônia está ligada ao nível de glutamato no tálamo, a parte do cérebro relacionada ao controle do nível de conscientização, sono e alerta. A descoberta deve resultar em uma nova abordagem para o tratamento da síndrome, proporcionando, finalmente, noites bem dormidas aos pacientes. Mesmo quando a necessidade noturna incontrolável de mexer as pernas é tratada com sucesso, os pacientes dormem mal. A síndrome atrapalha o sono porque deitar e tentar relaxar faz com que os sintomas sejam acionados. A maioria dos pacientes com SPI tem dificuldade em começar a dormir e em manter o sono. Geralmente, a única forma de encontrar alívio para o desconforto é se levantando e se mexendo. Cerca de 6% da população sofre de SPI. A incidência da síndrome é duas vezes mais comum em mulheres do que em homens, com uma maior concentração no grupo de indivíduos entre 45 e 70 anos. No entanto, a SPI pode ser observada também em crianças. O indivíduo com SPI pode sentir de um mero desconforto até dor. Em casos graves, há aumento no risco de doença cardiovascular. “É possível que tenhamos solucionado o mistério do motivo pelo qual eliminar a necessidade dos pacientes moverem as pernas não melhora a qualidade do sonho deles. Até agora, parecia que algo estava faltando e não conseguíamos entender o que era”, disse ao Terra Richard P. Allen, autor do estudo e professor de neurologia da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins. O mistério há muito intriga os estudiosos da SPI.  Depois de cerca de duas décadas de pesquisas, esse é o primeiro estudo que encontra uma explicação para a dificuldade em dormir dos pacientes com SPI que têm o sintoma das pernas inquietas controlado. Há tempos neurologistas acreditam que a SPI está relacionada a um distúrbio na maneira pela qual o cérebro usa o neurotransmissor dopamina, uma substância química utilizada por células cerebrais para comunicar e produzir atividade e movimento muscular com propósitos e controlados. A interrupção dos sinais neuroquímicos frequentemente resulta em movimentos involuntários. Atualmente,  medicamentos que aumentam os níveis de dopamina fazem parte do tratamento usualmente aplicado à SPI. A pesquisa O estudo usou imagem por ressonância magnética (IRM) para examinar o cérebro dos partipantes da pesquisa. Foi constatado que o glutamato - um neurotransmissor relacionado ao estímulo – está presente em níveis excepcionalmente altos em indivíduos que sofrem de SPI. Quanto mais glutamato, pior a qualidade do sono dos participantes. Os pesquisadores estudaram imagens dos cérebros de 28 indivíduos com SPI e de 20  participantes que não sofriam da síndrome. Os pacientes com SPI apresentavam o sintoma de pernas inquietas de seis a sete noites por semana, por pelo menos seis meses, com uma média de 20 movimentos involuntários ou mais por noite. Depois disso, os pesquisadores conduziram, por dois dias, estudos de sono com os mesmos participantes para medir quanto descanso cada um deles tinha à noite. Foi observado, então, que quanto mais alto o nível de glutamato no tálamo, menos descanso o paciente tinha. Nenhuma associação desse tipo foi observada no grupo de controle que não sofria de SPI. Outro aspecto interessante é que, apesar de os pacientes com SPI terem, em média, menos de 5,5 horas de sono por noite, eles raramente relatam sonolência excessiva durante o dia. Allen diz que a ausência de sonolência durante o dia provavelmente está relacionada ao glutamato. Glutamato em excesso pode colocar o cérebro em um estado de grande estímulo, não importa a hora do dia ou da noite. De acordo com o autor do estudo, medicamentos relacionados à dopamina atualmente usados no tratamento da SPI funcionam, mas muitos pacientes, eventualmente, não deixam de se beneficiar do medicamento e precisam de doses cada vez mais altas. “Quando as doses ficam muito altas, o medicamento pode fazer com que os sintomas se agravem, se tornando muito mais severos do que antes do tratamento”, disse Allen. O estudo será em breve replicado e, se os resultados forem confirmados, os pacientes com SPI poderão literalmente sonhar com noites bem dormidas. Apesar de já existem medicamentos disponíveis que podem reduzir os níveis de glutamato no cérebro, como alguns anticonvulsivos, eles ainda não foram usados como principal tratamento para SPI.   Sexomnia e pernas inquietas: conhe&amp;amp;ccedil;a 16 dist&amp;amp;uacute;rbios do sono&amp;amp;lt;a data-cke-saved-href=&amp;amp;quot;http://www.terra.com.br/saude/infograficos/disturbios-do-sono/iframe.htm&amp;amp;quot; href=&amp;amp;quot;http://www.terra.com.br/saude/infograficos/disturbios-do-sono/iframe.htm&amp;amp;quot;&amp;amp;gt;veja o infogr&amp;amp;aacute;fico&amp;amp;lt;/a&amp;amp;gt; &amp;amp;amp;amp;amp;amp;lt;a data-cke-saved-href=&amp;amp;amp;amp;amp;quot;http://www.terra.com.br/saude/infograficos/disturbios-do-sono/iframe.htm&amp;amp;amp;amp;amp;quot; href=&amp;amp;amp;amp;amp;quot;http://www.terra.com.br/saude/infograficos/disturbios-do-sono/iframe.htm&amp;amp;amp;amp;amp;quot;&amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt;veja o infogr&amp;amp;amp;amp;amp;aacute;fico&amp;amp;amp;amp;amp;amp;lt;/a&amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt;]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/08/119784633.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Pesquisadores da Johns Hopkins encontraram uma explicação para o pior sintoma da síndrome das pernas inquietas (SPI), que se traduz em noites mal dormidas. Os resultados do estudo indicam que a insônia está ligada ao nível de glutamato no tálamo, a parte do cérebro relacionada ao controle do nível de conscientização, sono e alerta. A descoberta deve resultar em uma nova abordagem para o tratamento da síndrome, proporcionando, finalmente, noites bem dormidas aos pacientes....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/08/119784633.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Uso de chupeta pelos pais antes de dá-la ao bebê previne asma, diz estudo]]></title>
			<pubDate>Tue, 7 May 2013 14:40:49 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/uso-de-chupeta-pelos-pais-antes-de-da-la-ao-bebe-previne-asma-diz-estudo,ac9c6995c4f7e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/uso-de-chupeta-pelos-pais-antes-de-da-la-ao-bebe-previne-asma-diz-estudo,ac9c6995c4f7e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Uma pesquisa descobriu que se os pais colocarem a chupeta dos filhos na boca antes de entregá-la a eles, acontece uma transferência de bactérias que aumenta a imunidade do bebê. No estudo, 63% das crianças com 18 meses que passaram pelo procedimento foram menos propensas a desenvolver eczema e 88% a não terem asma. As informações são do Daily Mail.    Os estudiosos acreditam que a transferência de micróbios poderia aumentar a diversidade bacteriana do sistema imunológico dos bebês. "Sabemos que essas bactérias são importantes para o desenvolvimento", disse Wilfried Karmaus, da Universidade de Menphis.  O parto vaginal, por exemplo, apresenta aos bebês micro-organismos da mãe e está associado a menos alergias na infância. Para a descoberta sobre a chupeta, os pesquisadores analisaram mulheres em um hospital sueco e os respectivos filhos por três anos. Aos 36 meses de idade da criança, no entanto, o efeito quanto à prevenção da asma desapareceu. Mas a transferência de bacterias dos genitores para o filho ainda mostrou a redução de 49% de chances do desenvolvimento de eczema.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/07/90385307.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Uma pesquisa descobriu que se os pais colocarem a chupeta dos filhos na boca antes de entregá-la a eles, acontece uma transferência de bactérias que aumenta a imunidade do bebê. No estudo, 63% das crianças com 18 meses que passaram pelo procedimento foram menos propensas a desenvolver eczema e 88% a não terem asma. As informações são do Daily Mail.    Os estudiosos acreditam que a transferência de micróbios poderia aumentar a diversidade bacteriana do sistema imunológico dos bebês. "Sabemos que essas bactérias são importantes para o desenvolvimento", disse Wilfried Karmaus, da Universidade de Menphis. ...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/07/90385307.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ex-BBB Fernanda participa de caminhada contra o câncer de mama]]></title>
			<pubDate>Sun, 5 May 2013 17:21:57 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/ex-bbb-fernanda-participa-de-caminhada-contra-o-cancer-de-mama,63e0f7bf8857e310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/ex-bbb-fernanda-participa-de-caminhada-contra-o-cancer-de-mama,63e0f7bf8857e310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Menos de dois meses após vencer o BBB 13, Fernanda Keulla esteve entre famosos na manhã deste domingo (5), para participar de uma caminhada contra o câncer de mama, realizada no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro. Com calça e sapatilhas pretas, ela posou para as fotos usando a camiseta com estampa de combate e prevenção da doença. Além dela, o evento também teve a presença de alguns atores, como Juliana Knust, Fernanda Machado, Nando Cunha, Johnny Massaro, Marcela Ricca e Thalita Lippi. Confira as fotos na galeria.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/05/2-cancer-de-mama.JPG&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Marcello Sa Barreto /AgNews" title="Foto: Marcello Sa Barreto /AgNews"> <br>Menos de dois meses após vencer o BBB 13, Fernanda Keulla esteve entre famosos na manhã deste domingo (5), para participar de uma caminhada contra o câncer de mama, realizada no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro. Com calça e sapatilhas pretas, ela posou para as fotos usando a camiseta com estampa de combate e prevenção da doença. Além dela, o evento também teve a presença de alguns atores, como Juliana Knust, Fernanda Machado, Nando Cunha, Johnny Massaro, Marcela Ricca e Thalita Lippi. Confira as fotos na galeria....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/05/2-cancer-de-mama.JPG]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Como saber se o parceiro tem HPV? Tire 11 dúvidas]]></title>
			<pubDate>Sun, 5 May 2013 12:39:52 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/como-saber-se-o-parceiro-tem-hpv-tire-11-duvidas,8f92495ffea6e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/como-saber-se-o-parceiro-tem-hpv-tire-11-duvidas,8f92495ffea6e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Muito se fala sobre o HPV, mas você sabe realmente o que é, como se evita e trata? Confira abaixo essas e outras respostas, listadas por Fred Wyand, diretor de comunicações da Associação Americana de Saúde Sexual, e divulgadas pelo site da revista americana Cosmopolitan:    O que é HPV? Papilomavírus Humanos (HPV) é um grupo de vírus que infectam a pele. Há mais de 100 tipos diferentes de HPV, sendo que alguns levam a verrugas genitais ou alterações celulares anormais no colo do útero, que podem causar câncer. Outros tipos não são sexualmente transmissíveis e podem aparecer como verrugas nas mãos ou pés.   Meu ginecologista disse que tenho HPV. Quão perigoso é? Não se preocupe, o HPV é normal. Estima-se 14 milhões de novas infecções nos Estados Unidos a cada ano e que 75% dos adultos sexualmente ativos terão HPV genital em algum momento de suas vidas. Embora possa evoluir para uma doença grave (câncer do colo do útero, vagina, vulva, ânus, cabeça, pescoço ou boca), 90% dos casos são totalmente inofensivos e somem naturalmente. É fundamental fazer papanicolau regularmente para identificar o problema e tratá-lo.   Homens também têm HPV? Sim, mas, como todas as doenças sexualmente transmissíveis, as mulheres são mais vulneráveis.   Como se contrai HPV? É transmitido por meio do contato entre peles. Pode ser por meio do sexo vaginal, anal ou oral, ou ainda só de encostar nos órgãos genitais de um parceiro infectado.   Como posso me proteger? Preservativo reduz as taxas de transmissão, embora você ainda possa ter HPV por meio do contato com a pele ao redor do pênis de um homem. Opte por camisinhas sem espermicida, porque os produtos químicos dele podem causar irritação e inflamação, o que facilita a transmissão da doença. Devo tomar a vacina? Sim, é incrivelmente eficaz. Mas vale lembrar que não protege contra todos os tipos de vírus da doença.  Como posso saber se tenho HPV? Embora seja geralmente assintomático, há uma chance de apresentar verrugas genitais. O ginecologista também verifica alterações cervicais anormais desencadeadas pelo HPV como parte dos exames de rotina.    Tenho algumas protuberâncias estranhas ao longo da linha da calcinha. O que devo fazer? Marque uma consulta com seu ginecologista. Pelos encravados e outras irritações da pele são muitas vezes confundidos com verrugas. Se forem verrugas, o médico pode eliminá-la, mas não significa que esteja livre do HPV.    O que posso fazer para me livrar do HPV? Não há cura médica, mas cerca de 90% dos casos são resolvidos naturalmente pelo sistema imunológico em dois anos. Mesmo depois que desaparece, pode reaparecer mais tarde, especialmente se o sistema imunológico estiver enfraquecido. Para aumentar as chances de eliminar, não fume (cigarro pode dificultar a resposta imune), coma bem, durma o suficiente, pratique exercícios fiscos e aposte em vitaminas do complexo B.    Como posso saber se o parceiro está infectado? A coisa frustrante sobre HPV é que não há como saber se o parceiro tem, a menos que ele apresente verrugas no pênis, escroto, ânus ou na virilha. E não há um teste para os homens. Então, aposte na sua segurança usando um preservativo.   Meu namorado e eu temos HPV. Como podemos nos proteger de passá-lo mais ainda entre nós? O uso de preservativos pode ajudar a se “limpar” do vírus mais rápido. ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/03/8-hpv.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Muito se fala sobre o HPV, mas você sabe realmente o que é, como se evita e trata? Confira abaixo essas e outras respostas, listadas por Fred Wyand, diretor de comunicações da Associação Americana de Saúde Sexual, e divulgadas pelo site da revista americana Cosmopolitan:    O que é HPV? Papilomavírus Humanos (HPV) é um grupo de vírus que infectam a pele. Há mais de 100 tipos diferentes de HPV, sendo que alguns levam a verrugas genitais ou alterações celulares anormais no colo do útero, que podem causar câncer. Outros tipos não são sexualmente transmissíveis e podem aparecer como verrugas nas mãos ou pés.   Meu ginecologista disse que tenho HPV. Quão perigoso é? Não se preocupe, o HPV é normal. Estima-se 14 milhões de novas infecções nos Estados Unidos a cada ano e que 75% dos adultos sexualmente ativos terão HPV genital em algum momento de suas vidas. Embora possa evoluir para uma doença grave (câncer do colo do útero, vagina, vulva, ânus, cabeça, pescoço ou boca), 90% dos casos são totalmente inofensivos e somem naturalmente. É fundamental fazer papanicolau regularmente para identificar o problema e tratá-lo. ...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/03/8-hpv.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Estudo: cérebro feminino é 'programado' para comer demais]]></title>
			<pubDate>Sat, 4 May 2013 13:40:16 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/estudo-cerebro-feminino-e-programado-para-comer-demais,845fc17bfaf6e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/estudo-cerebro-feminino-e-programado-para-comer-demais,845fc17bfaf6e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Uma recente pesquisa da Michigan State University mostrou que as mulheres são biologicamente mais vulneráveis a transtornos alimentares, como o consumo excessivo de comida. As informações são do Daily Mail. O teste, feito em ratos, descobriu que as ratas tinham mais tendência a comer do que os machos, levando a crer que comer mais não tem necessariamente a ver com a cultura e pressões sociais. Em um experimento com 60 ratos, metade deles fêmeas, consistiu em periodicamente trocar a ração normal por creme de baunilha. Foi observado que as ratas consumiram 6 vezes mais baunilha do que os ratos machos. O psicólogo Kelly Klump, um dos responsáveis pelo estudo, enfatiza que a tendência de as mulheres sofrerem mais de distúrbios alimentares muitas vezes é creditada a pressões culturais e sociais para emagrecerem, quando é possível que seja também um fator biológico. "A pesquisa sugere que é preciso explorar mais as diferenças entre os gêneros para entender fatores de risco", disse. É o primeiro estudo a diferenciar hábitos alimentares entre gêneros, e os pesquisadores garantem que os resultados podem ser aplicados a humanos. O transtorno da compulsão alimentar periódica (com "picos" em que consomem uma grande quantidade de comida) atinge 10 vezes mais as mulheres do que os homens, como as celebridades americanas Oprah Winfrey e Janet Jackson. Futuros estudos podem ajudar em terapias e desenvolvimento de medicamentos mais eficazes contra problemas alimentares.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/04/saudemulherbingecerebrogetty.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Uma recente pesquisa da Michigan State University mostrou que as mulheres são biologicamente mais vulneráveis a transtornos alimentares, como o consumo excessivo de comida. As informações são do Daily Mail....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/04/saudemulherbingecerebrogetty.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Médico de José Alencar defende 'onco check-up' contra câncer]]></title>
			<pubDate>Thu, 2 May 2013 16:21:20 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/medico-de-jose-alencar-defende-onco-check-up-contra-cancer,0298d40b9f56e310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/medico-de-jose-alencar-defende-onco-check-up-contra-cancer,0298d40b9f56e310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A forma mais eficaz de diminuir os casos de câncer e aumentar a cura da doença é a realização do “onco check-up”, afirmou o oncologista Ademar Lopes, do hospital AC Camargo, em entrevista ao Jornal do Terra. Responsável pela cirurgia de de 17h30 horas, que deu mais de dois anos de vida ao ex-vice-presidente José de Alencar, o especialista contou que atualmente 60% dos casos são curados e que, com o diagnóstico precoce, a estimativa seria de 90%. Segundo ele, a doença é a segunda que mais mata no mundo inteiro e, mesmo assim, não é um hábito da população fazer exames de prevenção. “Câncer, no início, não dói, gostaria que fosse doloroso, mas não é. O que acontece são as pessoas terem um nódulo no seio, ‘mas não dói, então não é câncer’, ter um sangramento vaginal, mas como não dói, então não é câncer’”, exemplificou sobre a falta de auxílio profissional. Segundo ele, o onco check-up é uma consulta que deve durar cerca de 1 hora, em que o médico examina o paciente da cabeça aos pés e pede os exames pertinentes. Um dos problemas no Brasil é a descoberta tardia, apontou. Isso acontece, em parte, pela falta de profissionais na área. “Os médicos do posto de saúde não estão preparados e os sistema de saúde não está bem estruturado”, disse. “Apenas meia dúzia de faculdades tem a oncologia como disciplina na grade curricular, precisa estar na base. Precisamos de médicos generalistas que saibam pensar oncologicamente”, argumentou.   Um pólipo no intestino, segundo ele, pode levar de oito a 10 anos para se transformar em tumor, quando costuma ser detectado. “No momento em que a pessoa recebe a notícia, parece que a casa caiu. Depois existe uma tomada de consciência de que a doença é frequente e quando bem tratada tem cura”, contou. Atualmente, o método de tratamento mais utilizado é a quimioterapia intravenosa, no entanto, já existe a quimioterapia oral e uma tendência a tratamentos personalizados. “Estamos caminhando para o século da medicina personalizada, medicamentos diferentes para cada tipo de câncer”, avaliou. Os ciclos de quimioterapia e medicamentos usados estão sendo selecionados de acordo com a doença, tipo de alteração genética e perfil do paciente. O projeto Genoma, segundo o oncologista, contribuiu para o conhecimento do que cada gene faz e, quando existe o câncer, qual é a mutação que acontece. A quimioterapia ainda assusta a população e realmente existem casos raros de morte por conta do tratamento, como devido à baixa dos glóbulos brancos associada à uma infecção. Mas, sem o tratamento, as chances de óbito são maiores. As alterações nas mucosas da boca, estômago e intestino que provocam mal-estares durante o tratamento já podem ser combatidas com medicamentos. Até mesmo o repovoamento de glóbulos brancos tem solução com droga que age em poucos dias e incentiva a médula na produção dos anticorpos. Uma vez com câncer, existe cerca de 8% de desenvolver outro tipo da doença, disse o médico. É uma pessoa que deve ter acompanhamento profissional para o resto da vida. Segundo ele, após cinco anos desde a cura, dificilmente, de 5% a 10% de chances, o câncer reaparecerá. Mas, segundo ele, em 70% a 80% dos casos, a doença volta em até dois anos e em cerca de 15%, em até cinco anos.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/02/121549608.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>A forma mais eficaz de diminuir os casos de câncer e aumentar a cura da doença é a realização do “onco check-up”, afirmou o oncologista Ademar Lopes, do hospital AC Camargo, em entrevista ao Jornal do Terra. Responsável pela cirurgia de de 17h30 horas, que deu mais de dois anos de vida ao ex-vice-presidente José de Alencar, o especialista contou que atualmente 60% dos casos são curados e que, com o diagnóstico precoce, a estimativa seria de 90%....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/02/121549608.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[De tomate a alho; veja 5 alimentos que previnem contra o câncer]]></title>
			<pubDate>Thu, 2 May 2013 10:56:44 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/de-tomate-a-alho-veja-5-alimentos-que-previnem-contra-o-cancer,4e74556a9806e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/de-tomate-a-alho-veja-5-alimentos-que-previnem-contra-o-cancer,4e74556a9806e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Quem nunca ouviu a expressão “você é o que você come”? Mais do que qualquer suplemento ou vitamina, a alimentação é a grande aliada da boa saúde e a melhor forma de obter nutrientes para combater doenças. Pensando nisso, o site Health selecionou cinco alimentos que previnem alguns tipos de câncer. Confira a seguir. Cenoura: assim como o espinafre e a couve, a cenoura é rica em carotenoides, uma substância antioxidante que previne contra o câncer retal. Alho: a Organização Mundial de Saúde recomenda a adição de um dente de alho por dia no cardápio. A mudança é simples, mas é suficiente para reduzir o risco de câncer de cólon, estômago e mama. Grãos: pães integrais e cereais contêm ácido fólico, que além de prevenir os bebês contra defeitos de nascimento também reduz o risco de câncer de cólon. Tomates: consumir tomates faz bem à saúde, principalmente dos homens. O alimentos contém um carotenoide chamado licopeno, que previne contra o câncer de próstata. Fibras: alimentos ricos em fibras, incluindo alguns tipos de cereais, raízes, legumes e verduras, protegem contra o câncer de cólon.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/01/2-alho.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Quem nunca ouviu a expressão “você é o que você come”? Mais do que qualquer suplemento ou vitamina, a alimentação é a grande aliada da boa saúde e a melhor forma de obter nutrientes para combater doenças. Pensando nisso, o site Health selecionou cinco alimentos que previnem alguns tipos de câncer. Confira a seguir....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/01/2-alho.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Beber álcool regularmente pode reduzir risco de artrite]]></title>
			<pubDate>Wed, 1 May 2013 17:04:21 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/beber-alcool-regularmente-pode-reduzir-risco-de-artrite,d79d21ade706e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/beber-alcool-regularmente-pode-reduzir-risco-de-artrite,d79d21ade706e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Beber álcool com moderação pode reduzir o risco de artrite reumatoide, de acordo com uma nova pesquisa publicada na revista Rheumatology. Pessoas que bebem regularmente tem quase metade da probabilidade de desenvolver a doença se comparadas as que evitam ou raramente consomem bebidas alcoólicas. As informações são do Daily Mail. Os resultados sugerem que consumir esse tipo de bebida algumas vezes por semana pode proteger contra a doença que afeta cerca de 600 mil pessoas no Reino Unido. Pesquisadores do King Colegge, em Londres, realizaram uma análise para investigar estudos anteriores e chegar a uma resposta definitiva. Eles reuniram nove estudos envolvendo cerca de 12 mil pacientes e descobriram que os que bebiam regulamente tinham 48% menos probabilidade de ter a doença. A artrite reumatoide acontece quando o sistema imunológico entra em ação desnecessariamente, prejudicando as articulações. As razões para essa autodefesa são desconhecidas, mas especialistas explicam que a exposição à infecções leves pode ser suficiente para o corpo ter essa reação exagerada. Como resultado, as articulações ficam inflamadas e inchadas, causando dor ou rigidez. Os benefícios do álcool foram exclusivos para pacientes que apresentaram testes positivos para anticorpos anti-citrullinado, que aparece em cerca de dois terços das pessoas com artrite reumatoide. Os que tiveram teste negativo para o anticorpo não mostraram os mesmos benefícios. O levantamento atual não explica as razões para que a bebida evite a artrite, mas pesquisas anteriores sugerem que isso acontece porque o álcool diminui a inflamação no corpo e tem um leve efeito anestésico. “O consumo de álcool está inversamente associado a atrite reumatoide ACPA-positivo, o que sugere um efeito protetor, mas são necessárias mais pesquisas para confirmar essa relação”, concluíram os pesquisadores em um relatório.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/01/bebidas.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Beber álcool com moderação pode reduzir o risco de artrite reumatoide, de acordo com uma nova pesquisa publicada na revista Rheumatology. Pessoas que bebem regularmente tem quase metade da probabilidade de desenvolver a doença se comparadas as que evitam ou raramente consomem bebidas alcoólicas. As informações são do Daily Mail....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/01/bebidas.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Silicone aumenta chance de morte por câncer de mama, diz estudo]]></title>
			<pubDate>Wed, 1 May 2013 11:30:19 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/silicone-aumenta-chance-de-morte-por-cancer-de-mama-diz-estudo,886e3fc38cf5e310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/silicone-aumenta-chance-de-morte-por-cancer-de-mama-diz-estudo,886e3fc38cf5e310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Mulheres com implantes de silicone nos seios e que desenvolvem câncer de mama têm mais chances de morrer da doença, sugere uma pesquisa canadense. Segundo o estudo, divulgado na publicação britânica British Medical Journal, as próteses não são as causadoras dos tumores, mas dificultam o diagnóstico do câncer em seus estágios iniciais. Os autores da pesquisa, o epidemiologista Eric Lavigne e o professor Jacques Brisson, ambos da Universidade de Quebec, analisaram os resultados de 12 estudos publicados desde 1993 nos Estados Unidos, Canadá e no Norte da Europa. Eles concluíram que mulheres com silicone tem 26% mais chances de serem diagnosticadas com câncer nos estágios avançados da doença - justamente porque a prótese impediu o diagnóstico no estágio inicial. Uma análise de cinco estudos mostrou que a chance de morte entre pacientes com prótese aumenta 38%. Cautela O estudo afirma que a presença do silicone dificulta a identificação do câncer por exames de raio-X e mamografias. Em contrapartida, o implante pode facilitar a detecção manual dos tumores porque fornece uma superfície contra a qual o nódulo se apoia. "A pesquisa sugere que a cirurgia cosmética para aumento dos seios pode prejudicar o índice de sobrevivência entre mulheres que posteriormente são diagnosticadas com câncer de mama", afirmaram os pesquisadores. No entanto, eles ponderam que os resultados devem ser interpretados com cautela, porque os dados de alguns estudos não se encaixam nos critérios da meta-análise, um método de pesquisa que tenta combinar resultados de estudos independentes sobre um único tema. Os canadenses defendem a necessidade de mais estudos para investigar os efeitos a longo prazo dos implantes cosméticos de mama na identificação e prognóstico de câncer. Segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica, em 2011 foram realizadas quase 149 mil cirurgias de aumento dos seios no Brasil, colocando o país atrás somente dos Estados Unidos no ranking do número de mulheres que realizam a cirurgia. Em todo o mundo, foram 1,2 milhão de cirurgias.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/01/78163752.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Mulheres com implantes de silicone nos seios e que desenvolvem câncer de mama têm mais chances de morrer da doença, sugere uma pesquisa canadense. Segundo o estudo, divulgado na publicação britânica British Medical Journal, as próteses não são as causadoras dos tumores, mas dificultam o diagnóstico do câncer em seus estágios iniciais....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/01/78163752.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Doença transforma pessoa em estátua humana; entenda]]></title>
			<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 22:26:02 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/doenca-transforma-pessoa-em-estatua-humana-entenda,ad30cb806625e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/doenca-transforma-pessoa-em-estatua-humana-entenda,ad30cb806625e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Aos 6 anos, Ali McKean, de Ohio, sofre de uma doença chamada fibrodisplasia ossificante progressiva (FOP), ou Síndrome de Homem de pedra, que não tem cura. O problema se consiste no crescimento de um esqueleto adicional que transforma a pessoa em uma estátua humana. As informações são do Daily Mail. A doença atinge cerca de 750 pessoas no mundo inteiro e provoca uma fusão entre músculos e ossos; em casos avançados, o doente consegue mover apenas os lábios. O problema avança a cada colisão no corpo e os pais de Ali ficam divididos entre deixar a filha aproveitar a infância, mesmo com o progresso mais rápido da doença, ou privá-la de certas atividades para evitar as lesões. Além da dificuldade na movimentação, Ali sofre de dores nas pernas, contaram os pais da criança. De acordo com as informações divulgadas no jornal, não há como impedir o avanço da doença. ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/28/reproducao-cavalinho-619.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Reprodução" title="Foto: Reprodução"> <br>Aos 6 anos, Ali McKean, de Ohio, sofre de uma doença chamada fibrodisplasia ossificante progressiva (FOP), ou Síndrome de Homem de pedra, que não tem cura. O problema se consiste no crescimento de um esqueleto adicional que transforma a pessoa em uma estátua humana. As informações são do Daily Mail....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/28/reproducao-cavalinho-619.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Aranhas e dentista: mais de 20% das pessoas têm fobias, diz estudo]]></title>
			<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 21:39:30 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/aranhas-e-dentista-mais-de-20-das-pessoas-tem-fobias-diz-estudo,0cc01efc2325e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/aranhas-e-dentista-mais-de-20-das-pessoas-tem-fobias-diz-estudo,0cc01efc2325e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Metade dos britânicos sofre de fobias, porém mais de um quarto tem vergonha de procurar ajuda, segundo estudo. Dos 2 mil adultos entrevistados pela TV This Morning, um terço tem pavor de altura e quase um em cada cinco teme ir ao dentista. As informações são do The Sun. Segundo os pesquisadores, muitas pessoas se sentem isoladas e constrangidas por terem uma fobia. Com isso, elas acabam escondendo o medo e adaptam a vida à fobia. De acordo com o estudo, um em cada sete britânicos tem medo de voar e cerca de 10% sente pavor de aranhas. Um em cada dez afirmou que a fobia havia afetado a vida amorosa, enquanto 7% disseram sofrer prejuízo na vida profissional por conta dos medos. ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/28/97634153.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Metade dos britânicos sofre de fobias, porém mais de um quarto tem vergonha de procurar ajuda, segundo estudo. Dos 2 mil adultos entrevistados pela TV This Morning, um terço tem pavor de altura e quase um em cada cinco teme ir ao dentista. As informações são do The Sun....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/28/97634153.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Anderson Silva e Lyoto Machida fazem campanha contra hipertensão]]></title>
			<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 13:34:52 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/anderson-silva-e-lyoto-machida-fazem-campanha-contra-hipertensao,91e55e8ac564e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/anderson-silva-e-lyoto-machida-fazem-campanha-contra-hipertensao,91e55e8ac564e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A Campanha Menos Pressão, organizada pela Sociedade Brasileira de Hipertensão com o apoio do Ministério da Saúde, terá os campeões de MMA Anderson Sila e Lyoto Machida como embaixadores este ano. A ideia do evento é alertar para a prevenção e combate a hipertensão. A iniciativa ainda tem como objetivo alertar a população sobre a importância do exercício físico. De acordo com estudos, a prática regular de atividade física reduz em 30% o risco de desenvolvimento de hipertensão e diminui significativamente os índices de pressão arterial em quem já sofre com a doença. “É incontestável a importância da prática de exercícios físicos para a prevenção e o combate da hipertensão, por isso, o apoio de grandes nomes como Anderson e Lyoto são importantes. Eles são figuras que inspiram as novas gerações e nos ajudam a transmitir essa importante mensagem”, explica o médico Roberto Franco, Presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão.  O último levantamento do ministério da Saúde, Vigitel 2011, aponta que a hipertensão arterial atinge 22,7% da população adulta brasileira. De acordo com a Claudia Forjaz, da Sociedade Brasileira de Hipertensão, os exercícios aeróbios moderados e de longa duração são os mais eficientes na diminuição ou na regularização da pressão arterial. “É indicado somar no mínimo 30 minutos de atividade física diária, cinco vezes na semana”, explica ela.    Em indivíduos com hipertensão a atividade física diminui em 8,3 mmHg a pressão arterial sistólica e 5,2 mmHg a pressão arterial diastólica. Os resultados são ainda mais significativos quando associados à redução do peso corporal e da ingestão de sal.  A campanha marca o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão, que acontece nesta sexta (26). Como forma de conscientização, a equipe do evento montará barracas no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, em São Paulo, para que médicos possam incentivar a população a trocar o fastfood por uma alimentação mais saudável, distribuindo sucos, gelatinas e mini sanduíches. Os especialistas também farão a medição de pressão arterial, teste de glicemia, cálculo de IMC e da circunferência abdominal. A ação acontece das 10h às 17h. ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/26/anderson-silva-campanha-hipertensao-1.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Sam Grant/Divulgação" title="Foto: Sam Grant/Divulgação"> <br>A Campanha Menos Pressão, organizada pela Sociedade Brasileira de Hipertensão com o apoio do Ministério da Saúde, terá os campeões de MMA Anderson Sila e Lyoto Machida como embaixadores este ano. A ideia do evento é alertar para a prevenção e combate a hipertensão. A iniciativa ainda tem como objetivo alertar a população sobre a importância do exercício físico....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/26/anderson-silva-campanha-hipertensao-1.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA['Desafio da canela' pode causar lesões pulmonares e pneumonia]]></title>
			<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 19:22:15 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/desafio-da-canela-pode-causar-lesoes-pulmonares-e-pneumonia,7c97bfc45283e310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Um estudo publicado na revista Pediatrics chamou a atenção para os riscos do "desafio da canela", em que pessoas tentam comer uma colher cheia de canela em pó em um minuto, sem ajuda de líquidos. As tentativas gravadas em vídeo viraram sensação na internet.  O problema é que a canela é feita a partir de cascas de árvore e contém fibras de celulose, segundo o pesquisador Steven Lipshultz, da Universidade de Miami Miller School of Medicine. As fibras podem causar sérios danos aos pulmões, como pnemonia, desencadear crises de asma, além de irritações na garganta.  Uma adolescente de Michigan, nos Estados Unidos, sofreu um colapso pulmonar e parou de respirar, após participar do desafio. Os pesquisadores fizeram testes em ratos que, em exposição ao pó de canela, apresentaram granuloma, fibrose intersticial, diminuição na elasticidade dos pulmões, entre outros problemas respiratórios.  Os sintomas mais comuns são tosse, queimação na boca, nariz e garganta. Apesar dos riscos, a Associação Americana de Centros de Controle de Intoxicação emitiu relatório em que aponta o aumento no número de pessoas que enfrentam o “desafio”, de 51 em 2011 para 222 em 2012.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/23/canela.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Um estudo publicado na revista Pediatrics chamou a atenção para os riscos do "desafio da canela", em que pessoas tentam comer uma colher cheia de canela em pó em um minuto, sem ajuda de líquidos. As tentativas gravadas em vídeo viraram sensação na internet. ...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/23/canela.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Apneia do sono pode causar boca seca ao acordar; veja sintomas]]></title>
			<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 22:55:19 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/apneia-do-sono-pode-causar-boca-seca-ao-acordar-veja-sintomas,38fce62a59d2e310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/apneia-do-sono-pode-causar-boca-seca-ao-acordar-veja-sintomas,38fce62a59d2e310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Talvez você já tenha ouvido que seu ronco é ensurdecedor ou sente que acorda cansado todos os dias. Nesses casos, é provável que há algum problema com seu sono. Mas quem tem apneia do sono, uma doença em que as pessoas param de respirar durante a noite – às vezes centenas de vezes - , pode sofrer com complicações mais sérias. Segundo o Huffington Post, essas breves interrupções respiratórias interferem na qualidade de vida, mas nem sempre os sintomas são associados à doença. O problema pode afetar mais de 20 milhões de adultos, de acordo com a American Sleep Apena Association, que podem desenvolver diabetes ou depressão. A seguir, veja os principais sintomas da doença. Boca seca e dor de garganta Nem todo mundo relaciona esse sintoma à apneia, mas a algum tipo de alergia ou resfriado. Acordar com boca seca e dor de garganta é uma das consequências mais comuns do problema. Dor de cabeça matinal Dores de cabeça frequentes pela manhã também podem ser sinal de apneia. Um estudo de 2001 mostra que 67% dos pacientes diagnosticados com distúrbios do sono acordam com dor de cabeça. Além disso, 81% das que roncavam com frequência foram diagnosticados com apneia. Dificuldade para se concentrar Uma noite de sono de qualidade e a boa concentração andam de mãos dadas. Então, se você tiver problemas para dormir provavelmente sua memória, aprendizado e atenção serão prejudicados. Irritabilidade A apneia do sono causa uma série de mudanças de personalidade, como mau humor ou falta de libido. Isso é reflexo das inúmeras interrupções respiratórias durante a noite. Diabetes A apneia do sono pode aumentar o risco de vários outros problemas de saúde, incluindo diabetes e obesidade. ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/21/4-apneia.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Talvez você já tenha ouvido que seu ronco é ensurdecedor ou sente que acorda cansado todos os dias. Nesses casos, é provável que há algum problema com seu sono. Mas quem tem apneia do sono, uma doença em que as pessoas param de respirar durante a noite – às vezes centenas de vezes - , pode sofrer com complicações mais sérias....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/21/4-apneia.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Queimaduras de sol na infância podem contribuir para câncer de pele]]></title>
			<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 20:25:41 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/queimaduras-de-sol-na-infancia-podem-contribuir-para-cancer-de-pele,911205f47ec2e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/queimaduras-de-sol-na-infancia-podem-contribuir-para-cancer-de-pele,911205f47ec2e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Mais da metade das pessoas com pintas cancerosas ou com risco de desenvolver câncer de pele já tiveram queimaduras causadas pelo sol, de acordo com pesquisa da The MOLE Clinic. As informações são do site Female First. Nos últimos 12 meses, a clínica de Londres coletou mais de 10 mil pintas, número que é recorde nos 10 anos de atividade da empresa. Das 10.294  pintas recolhidas, 3.229, ou 31% delas, foram diagnosticadas com câncer de pele ou com o risco de desenvolver a doença e exigiram tratamento. Deste grupo, 1.755 pessoas, ou 54%, reportaram ter sofrido queimaduras de sol ou ter passado muito tempo tomando sol. "Esses casos são lembretes da necessidade de ensinar as pessoas sobre os perigos das queimaduras de sol e desencorajá-las a ficar muito tempo debaixo do sol", disse Sarah Hill, especialista do The MOLE Clinic. "Muitas pessoas com câncer de pele nos contam sobre queimaduras do sol durante a infância ou adolescência. Por isso, as pessoas com história de queimaduras do sol ou de passar muito tempo debaixo dele precisam prestar atenção em suas pintas e procurar um especialista", reforçou.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/21/158875496.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Mais da metade das pessoas com pintas cancerosas ou com risco de desenvolver câncer de pele já tiveram queimaduras causadas pelo sol, de acordo com pesquisa da The MOLE Clinic. As informações são do site Female First....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/21/158875496.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Doenças e Tratamentos]]></category>
		</item>
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