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		<title><![CDATA[Terra - RSS - Gestação]]></title>
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		<description><![CDATA[Últimas Notícias - Gestação]]></description>
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		<category><![CDATA[Gestação]]></category>
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			<title><![CDATA[Terra - RSS - Gestação]]></title>
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			<title><![CDATA[Pesquisa: exame de sangue pode prever se grávida terá depressão pós-parto]]></title>
			<pubDate>Tue, 21 May 2013 12:18:20 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/pesquisa-exame-de-sangue-pode-prever-se-gravida-tera-depressao-pos-parto,269323f91e6ce310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Pesquisadores da Johns Hopkins dizem ter descoberto alterações químicas em dois genes que, quando presentes na gravidez, podem prever com 85% de certeza se a mulher sofrerá de depressão pós-parto. “Ficamos muito surpresos com as descobertas do estudo. Quando vimos os primeiros resultados, nos sentimos cautelosamente otimistas. Mas, quando eles foram replicados, ficamos realmente entusiasmados”, disse ao Terra Zachary Kaminsky, chefe do estudo. O estudo mostra que modificações epigenéticas podem ser detectadas no sangue de mulheres grávidas desde o primeiro trimestre da gravidez. Isso pode oferecer uma maneira simples de prever a depressão pós-parto e possibilitar uma intervenção antes que os sintomas se tornem graves. Ao estudar camundongos, os pesquisadores da Johns Hopkins passaram a suspeitar que o estrogeno causava mudanças epigenéticas nas células no hipocampo, a parte do cérebro que controla o humor. A partir disso, os pesquisadores desenvolveram um modelo estatístico para localizar os genes mais prováveis de sofrerem mudanças epigenéticas causadoras de depressão pós-parto. O processo identificou dois genes que reagem mais ao estrogeno: TTC9B e HP1BP3. Pouco é conhecido sobre esses genes, além de seu envolvimento com a atividade do hipocampo. As descobertas do estudo com camundongos foram depois confirmadas nas amostras sanguíneas das 52 participantes do estudo, todas com histórico médico de transtornos de humor. Essas mulheres foram acompanhas durante a gravidez e após o parto. Foi observado que as participantes com depressão pós-parto apresentavam mudanças epigenéticas maiores nos genes TTC9B e HP1BP3, sugerindo que essas mulheres eram mais sensíveis aos efeitos do estrogeno. De acordo com Kaminsky, os genes TTC9B e HP1BP3 têm uma função na criação de novas células do hipocampo e na capacidade de o cérebro se reorganizar e adaptar a novos ambientes.  “O índice de acerto de 85% da previsão de depressão pós-parto desse estudo é bem alto. E, melhor ainda, é a simplicidade dessa análise, que pode ser feita com um simples exame de sangue", diz Kaminsky. Estima-se que entre 10% e 18% das mulheres sofrem de depressão depois de darem a luz. A causa específica da depressão pós-parto é desconhecida. Os sintomas incluem sentimento persistente de tristeza, desespero, exaustão e ansiedade. Os sintomas surgem dentro de quatro semanas depois do parto, podendo durar semanas, meses ou mesmo um ano.  O estudo não encontrou uma relação entre a depressão pós-parto com a idade nem com a etnia das participantes. O fator amamentação não foi considerado pelo estudo. Mas os pesquisadores já sabiam que a incidência de depressão pós-parto aumenta para 30% e 35% entre mulheres previamente diagnosticadas com transtornos de humor.  Segundo os pesquisadores, identificar cedo a depressão pós-parto pode limitar ou mesmo evitar que a condição chegue ao ponto de incapacitar as mulheres que sofrem com essa condição. “A depressão pós-parto não apenas afeta a saúde e a segurança da mãe, como também a saúde mental, física e comportamental do bebê. Essa nova ferramenta pode ajudar as grávidas com maior risco de depressão pós-parto a ter uma ideia mais clara de como administrar sua saúde", diz o chefe do estudo.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/21/saudedepressaopospartoexamesanguegetty.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Pesquisadores da Johns Hopkins dizem ter descoberto alterações químicas em dois genes que, quando presentes na gravidez, podem prever com 85% de certeza se a mulher sofrerá de depressão pós-parto. “Ficamos muito surpresos com as descobertas do estudo. Quando vimos os primeiros resultados, nos sentimos cautelosamente otimistas. Mas, quando eles foram replicados, ficamos realmente entusiasmados”, disse ao Terra Zachary Kaminsky, chefe do estudo....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/21/saudedepressaopospartoexamesanguegetty.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Corte de cordão umbilical logo após nascimento aumenta risco de anemia]]></title>
			<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 15:13:59 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/corte-de-cordao-umbilical-logo-apos-nascimento-aumenta-risco-de-anemia,405b757aeb64e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/corte-de-cordao-umbilical-logo-apos-nascimento-aumenta-risco-de-anemia,405b757aeb64e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Estudo descobriu que cortar o cordão umbilical logo após o parto coloca a saúde dos bebês em risco e pode levar à deficiência de ferro e anemia na vida adulta. Segundo pesquisadores do National Childbirth, os médicos devem esperar que o cordão pare de pulsar naturalmente, o que acontece dentro de dois a cinco minutos, para depois fazer a cisão. As informações são do Daily Mail. Os especialistas acreditam que a criança corre o risco de se tornar anêmica por não receber até um terço do volume de sangue contido na placenta, através do cordão umbilical. Anemia é uma doença que a pessoa tem menos hemoglobina do que o ideal, pode afetar o desenvolvimento do cérebro e a capacidade cognitiva. Estima-se que 10% das crianças no Reino Unido são deficientes em ferro. Os médicos esperam que o novo conselho, em 2014, faça uma padronização para o corte tardio do cordão nos hospitais para mães saudáveis. De acordo com o pediatra Andrew Gallagher, a medida deve ser aplicada o quanto antes. “É tempo de varrer uma prática ultrapassada e potencialmente prejudicial que temos feito ao longo de décadas", disse. Entidades importantes, como a Organização Mundial de Saúde, insistem no atraso na cisão do cordão. Um estudo sueco em 2011 descobriu que as crianças que tiveram o corte do cordão umbilical atrasado após o nascimento, conseguiram mais reserva de ferro do que o habitual em quatro meses e ficaram menos propensas a desenvolver anemia.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/26/147318607.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Estudo descobriu que cortar o cordão umbilical logo após o parto coloca a saúde dos bebês em risco e pode levar à deficiência de ferro e anemia na vida adulta. Segundo pesquisadores do National Childbirth, os médicos devem esperar que o cordão pare de pulsar naturalmente, o que acontece dentro de dois a cinco minutos, para depois fazer a cisão. As informações são do Daily Mail....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/26/147318607.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Estudo mostra que grávidas podem beber moderadamente]]></title>
			<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 15:59:28 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/estudo-mostra-que-gravidas-podem-beber-moderadamente,3de8b15b6481e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/estudo-mostra-que-gravidas-podem-beber-moderadamente,3de8b15b6481e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Uma pesquisa de cientistas britânicos sugere que o consumo moderado de bebida alcoólica durante a gravidez não é prejudicial ao bebê. No estudo, os pesquisadores do University College de Londres analisaram o comportamento e as habilidades de 10.534 crianças britânicas de sete anos cujas mães não consumiram ou consumiram quantidades moderadas de bebida durante a gravidez. E, de acordo com os cientistas, foram descobertas poucas diferenças entre as crianças filhas de mães que não beberam e as filhas das mães que beberam moderadamente. "Sabemos que beber muito durante a gravidez tem um efeito muito prejudicial, mas é muito improvável que beber pequenas quantidades terá um impacto (na gravidez)", afirmou Yvonne Kelly, uma das autoras do estudo divulgado na publicação científica de ginecologia e obstetrícia An International Journal of Obstetrics and Gynaecology (BJOG). "Não parece ser biologicamente plausível que pequenas quantidades de álcool vão afetar de alguma forma o desenvolvimento. O ambiente no qual a criança cresce é muito mais importante", acrescentou. No entanto, a pesquisadora afirma que é necessário mais tempo para analisar a saúde das crianças. "Seguimos estas crianças durante os primeiros sete anos das vidas delas, mas mais pesquisas são necessárias para detectar se algum efeito adverso dos baixos níveis de consumo de álcool na gravidez pode aparecer mais tarde", disse Kelly. O consumo considerado moderado de bebidas alcoólicas está na faixa das duas unidades de bebida (com um total de 20 g de álcool) por semana. Como cada bebida alcoólica tem uma quantidade diferente de álcool, uma unidade é equivalente a cerca de 280 ml de cerveja ou uma única medida de 35 ml de destilado. Opção mais segura O estudo do University College de Londres coletou dados de crianças nascidas em toda a Grã-Bretanha entre 2000 e 2002. Quando estas crianças tinham nove meses de idade, as mães foram questionadas se tinham consumido bebida alcoólica durante a gravidez. Cerca de 57% afirmaram que não consumiram nada durante a gravidez e 23% consumiram pouco. Quando estas crianças completaram sete anos de idade, os pais e professores avaliaram seu comportamento social e emocional, incluindo possíveis sintomas de hiperatividade e problemas de atenção. As crianças também fizeram testes de matemática, leitura e habilidades espaciais. A partir dos resultados destas análises, o estudo sugere que os meninos nascidos de mães que consumiram pouco álcool tinham menos problemas de comportamento e eram melhores em leitura e habilidades espaciais do que os meninos cujas mães não beberam durante a gravidez. Patrick O'Brien, porta-voz da Universidade Real de Obstetras e Ginecologistas, aprovou a pesquisa. "Esta é uma pesquisa muito bem feita e controlou também fatores sócio-econômicos e culturais (...) Mas não controlou todos eles, como o QI", afirmou. No entanto, o especialista fez uma ressalva. "Ninguém está sugerindo que consumir bebidas alcoólicas durante a gravidez é benéfico", acrescentou. Para Linda Gueddes, autora do livro Bumpology ('Barrigologia', em tradução livre) também aprova a pesquisa, mas com cautela. "Muitas mulheres ficam divididas, elas sabem que suas mães beberam um pouco quando estavam grávidas delas, elas veem amigos e parentes bebendo, elas podem pensar que uma bebida ocasional é OK, mas elas também sabem que a coisa mais segura a fazer é não beber, pois as provas (de que não faz mal) são limitadas e elas querem fazer o melhor para seus bebês."]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/17/44engravidar-menstruada.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Uma pesquisa de cientistas britânicos sugere que o consumo moderado de bebida alcoólica durante a gravidez não é prejudicial ao bebê. No estudo, os pesquisadores do University College de Londres analisaram o comportamento e as habilidades de 10.534 crianças britânicas de sete anos cujas mães não consumiram ou consumiram quantidades moderadas de bebida durante a gravidez....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/17/44engravidar-menstruada.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Posição influencia sexo do bebê? Tire 37 dúvidas sobre gravidez]]></title>
			<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 13:16:41 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/posicao-influencia-sexo-do-bebe-tire-37-duvidas-sobre-gravidez,303e4dc4590fd310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/posicao-influencia-sexo-do-bebe-tire-37-duvidas-sobre-gravidez,303e4dc4590fd310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Concepção, gestação, parto, amamentação... muitos temas relacionados à gravidez podem gerar dúvidas nas novas mamães. Por isso, o Terra reuniu um time de especialistas. Alberto Jorge Guimarães, ginecologista e obstetra, autor do site Parto Sem Medo; Edilson Ogeda, ginecologista e obstetra do Hospital Samaritano, Leopoldo Vieira, ginecologista, obstetra e mastologista do Hospital San Paolo; e Luciana Taliberti, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade Rede D’Or São Luiz, esclarecem questões comuns entre as gestantes de primeira viagem. Confira. Terra - Tomar anticoncepcional por muito tempo dificulta a gravidez? Edilson - Alguns estudos recentes mostram que pode haver uma diminuição na fertilidade, mas isso ainda não está comprovado. Acredita-se no atual momento que o uso prolongado de anticoncepcional não interfere em uma gestação futura. É verdade que o bebê que nasce aos oito meses corre mais risco que o que nasce de sete? Edilson - Não, isso não é verdade. A maturidade pulmonar fetal aumenta progressivamente. Então, quanto mais próximo ao final da gestação menor os riscos para o bebê. Se a mulher faz um parto cesariana não pode nunca mais ter um filho com parto normal? Edilson - Apenas uma cesárea anterior não inviabiliza o parto normal posteriormente. A partir de duas cesáreas, todos os partos subsequentes deverão ser cesarianas. É realmente proibido tingir o cabelo durante a gravidez? Por quê? Edilson - Não. Apenas evita-se o uso de produtos que contém amônia na sua composição. Essa substância deve ser evitada porque é potencialmente tóxica durante o início de gravidez. A ingestão de café faz mal para o bebê? Edilson - Uso exagerado de substâncias que contêm cafeína, como café, chá mate, chá preto, chocolate, bebibas à base de cola, etc pode ocasionar restrição de crescimento intrauterino, alterações de comportamento no recém-nascido como cólicas ou irritabilidade (choro frequente ou fácil). O uso esporádico não ocasiona complicações para o bebê. Por que grávidas fazem mais xixi? Edilson - No início da gestação, por aumento de um hormônio que é a progesterona. Após os dois primeiros trimestres, é por compressão do útero sobre a bexiga, diminuindo sua capacidade de armazenar urina. É possível ter menstruação mesmo estando grávida? Edilson - Não. A mulher grávida não menstrua. Ela pode apresentar sangramentos durante a gestação, que devem ser averiguados, mas não é uma menstruação. O que a grávida pode fazer para reduzir enjoos? Edilson - Comer pouco, várias vezes ao dia, evitando ficar muito tempo em jejum. O jejum prolongado piora os enjoos. Ao levantar pela manhã, quando o enjoo é maior, ela pode comer torradas ou bolachas de água e sal antes mesmo de escovar os dentes, já que a água fria piora o enjoo, quando não há nada no estômago. É verdade que a grávida come por dois? Edilson - Não. A grávida não deve comer por dois. Ela tem mais fome, mas deverá ter um acompanhamento nutricional na gravidez, para ter um ganho de peso adequado. Por que grávidas sentem vontade de comer coisas estranhas? Edilson - Nem todas apresentam estas modificações do paladar no dia a dia. O mais comum é a grávida ter vontade de comer algum alimento que não gostava anteriormente ou mesmo evitar alguns outros que gostava muito. Alterações severas do paladar, como desejo de comer terra e tijolo podem estar associados a problemas de saúde física ou mental. A posição sexual influencia no sexo do bebê? Alberto - Não, nenhum estudo que comprove qualquer influência da posição sexual sobre a probabilidade de gerar um bebê do sexo masculino ou feminino. Até quantas semanas pode durar uma gestação? Alberto - O cálculo feito pelo médico é da data provável do parto e não exata. Consideramos 40 semanas de gestação, mas o número pode não ser exato por alguns motivos, como um erro na conta da grávida ou até o momento em que foi feito o exame de ultrassom, podem gerar uma variação de até duas semanas. A maioria dos bebês nasce na 40ª ou 41ª semana. Depois disso é preciso fazer um controle mais próximo do nível de oxigenação e de líquido amniótico. Porém, a gestação pode durar tranquilamente até 42 semanas. Para entrar em trabalho de parto o corpo precisa liberar ocitocina, mas fatores como ansiedade podem retardar a liberação desse hormônio. Qual é a posição mais confortável para a grávida dormir? Alberto - A melhor posição é aquela na qual a mulher se sentir mais confortável. Quando a mulher dorme de barriga para cima seu útero pode comprimir a veia cava levando a uma queda de pressão. No entanto, se isso ocorrer ela irá instintivamente mudar de posição. Colocar um travesseiro entre as pernas também pode ajudar no conforto da grávida. É normal ter mais dor de cabeça durante a gestação? Alberto - Mulheres que sofrem com enxaqueca costumam vivenciá-la também durante a gravidez. No entanto, mesmo quem não tem esse problema pode experimentar mais dores de cabeça, normalmente no primeiro trimestre de gestação. A glândula da hipófise, localizada na base do crânio, costuma estufar um pouquinho devido à retenção de líquido, gerando desconforto. No final da gestação a dor de cabeça deve ser avaliada com cuidado, pois pode simbolizar hipertensão. Para usar qualquer tipo de medicação é preciso consultar o médico. A formação dos órgãos do bebê ocorrem principalmente entre a sexta e a oitava semana, por isso é preciso ser criterioso quanto ao uso de medicamentos nessa fase. Até quantos quilos a grávida deve engordar? Alberto - O ideal é engordar entre 10 e 12kg. Assim, a mulher conseguirá voltar ao peso normal em poucos meses, sem precisar ter muito trabalho para emagrecer e fazer grandes sacrifícios. O bebê consegue sentir alterações emocionais da mãe durante a gestação? Alberto - Com 15 semanas o bebê já tem os órgãos dos sentidos e está exposto a estímulos verbais e táteis. É provável que alterações emocionais da mãe cheguem ao bebê, já que algumas substâncias podem atravessar a placenta e chegar à corrente sanguínea do feto. Não há comprovação, mas é possível que o bebê sinta os estímulos do estresse. Por isso, é importante o apoio do parceiro e da família, evitando discussões e grandes conflitos durante a gestação. Em que casos a amamentação não é recomendada? Alberto - Atualmente apenas o HIV positivo é considerado um fator proibitivo. Algumas situações específicas também podem requerer uma orientação específica como casos em que o bebê cria anticorpos contra o leite materno. Até quando a mulher deve e pode amamentar? Alberto - Esse é um tema polêmico. O aleitamento deve ser feito por pelo menos seis meses, e até cerca de um ano. Além das questões nutricionais, a amamentação também é importante pelo vínculo emocional, pelo contato íntimo do bebê com a mãe e da vivência da maternidade. Amentar é difícil, exige dedicação e paciência, mas é extremamente benéfica para o desenvolvimento do bebê. Como funciona um parto humanizado? Alberto – Esse termo é polêmico, mas geralmente é utilizado para um parto o mais natural possível, normalmente sem cortes ou uso de sedativos. Geralmente é feito com o acompanhamento de uma doula que auxilia no parto e faz massagens. Esse tipo de parto deve seguir as demandas da mãe e do bebê. A grávida deve ficar na posição que seu corpo pedir, usar analgésico se quiser. Durante o parto a mulher está em um estado especial de consciência então as reações são diversas. Nesses casos o bebê costuma ser levado para os braços da mãe antes mesmo da limpeza. Que alimentos devem ser evitados durante a gravidez? Alberto - É preciso ressaltar ainda mais a necessidade de equilíbrio. O ideal é diminuir o consumo de carne vermelha, que deve ser sempre bem passada. Leopoldo - É ideal evitar excesso de carboidratos e açúcares. Alimentos gordurosos também devem ser evitados, pois o fígado da grávida geralmente já está sobrecarregado. O que não pode faltar na alimentação de uma grávida? Leopoldo - A gestante deve ingerir muita água, recomendo cerca de três litros por dia para garantir hidratação. Comer fibra também é importante para manter o bom funcionamento intestinal. Frutas e verduras são essenciais para que a grávida consuma todas as vitaminas necessárias.   Alberto - O ideal é fracionar a alimentação para garantir uma glicemia equilibrada e não engordar demais. Também é essencial mastigar bem. Até quando tempo uma mulher saudável, com um parceiro saudável, pode demorar para engravidar sem usar nenhum método anticoncepcional? Leopoldo - Nessas condições pode demorar até dois anos para a mulher engravidar. Apenas passando desse período é que começa a ser aconselhado exames específicos para avaliar a fertilidade do casal, antes não é preciso se preocupar. Qual é a hora ideal de uma gestante ir para a maternidade? Leopoldo - Há algumas situações podem sinalizar o momento de ir para o hospital. A primeira possibilidade é quando a gestante está sentindo contrações, dor abdominal intensa que dura entre 30 segundos e um minuto, com intervalos de cinco minutos. Outra possibilidade é a bolsa estourar. Entre a 37ª e a 41ª semana de gestação isso tem mais chance de acontecer. Mais uma situação que exige que a mulher procure o hospital é o sangramento. E aconselho ainda às minhas pacientes que procurem o hospital em caso de dúvida. Existe um tipo de parto melhor do que o outro? Leopoldo - Não há um parto melhor. Cada paciente é avaliada individualmente. Durante o pré-natal é necessário fazer uma avaliação da gestante, da família, do hospital e das condições do médico para fazer a melhor escolha. É preciso avaliar a capacidade de a mulher aguentar as dores da contração, a posição do bebê e muitos outros fatores que vão influenciar em qual será a opção ideal de parto. O que é o “ponto do marido”? Leopoldo - “Ponto do marido” é o nome utilizado para o ponto feito na parede posterior da vagina. Normalmente durante o parto normal é realizado um pequeno corte chamado episiotomia. Após o parto uma pequena costura é feita para reaproximar a musculatura do períneo.   Como evitar estrias durante a gravidez? Leopoldo - O ideal é que a mulher já faça atividade física antes de engravidar para manter a parede abdominal mais firme. Além de ingerir bastante líquido, a grávida também deve hidratar a pele. Mesmo assim as estrias podem aparecer, especialmente se a mulher engordar muito e/ou rapidamente.   Qualquer mulher pode sofrer de depressão pós-parto? Leopoldo - Não há comprovação científica, mas minha experiência mostra que na maioria dos casos já existe uma pré-disposição. Muitas vezes a mulher já tem uma tendência, que nunca foi investigada e acompanhada. É claro que a família e estresses e complicações durante a gravidez e no período pós-parto também interferem no quadro da paciente. Quando a gestante começa a produzir leite? Leopoldo - Isso acontece já no início da gravidez. Lá para o terceiro mês de gestação a mulher já produz secreção. A partir de qual idade a gravidez é considerada de risco? Leopoldo - A gravidez é considerada de risco em mulheres a partir dos 40 anos. Isso acontece porque os óvulos já estão envelhecidos e mais frágeis tornando mais comuns casos de má formação fetal e aparecimento de síndromes. É mais provável engravidar se a mulher tem orgasmo? Luciana - Também não há comprovação científica. Com o homem ejaculando, independente da mulher ter orgasmo ou não, é possível que ela engravide da mesma forma. Grávidas costumam ter gases? Por quê? Luciana - Sim, muito. Porque na gravidez o hormônio da progesterona diminui os movimentos peristálticos no intestino, aumentando os gases e a constipação intestinal. A grávida pode ir ao dentista normalmente? Luciana - Sim. A grávida pode realizar limpeza e se for necessário tratamento dentário deve usar anestesia, de preferência sem vaso constritor. Se for necessário radiografar, ela deve utilizar avental com proteção de chumbo. É importante saber que na gravidez é comum acontecer sangramento gengival e aumentar a incidência de cáries, porque o bebê acaba “pegando” mais cálcio da mãe. Sexo durante a gravidez pode incomodar o bebê? Luciana - Não, ele não incomoda o bebê e não tem contra-indicação, exceto em alguns casos que, por algum motivo, como patologias, que o obstetra orienta a paciente sobre a prática sexual. Depois que a bolsa estourou quanto tempo demora para o bebê nascer? Luciana - Até quatro horas depois que a bolsa estourou. Caso o bebê não tenha nascido pode-se realizar antibiótico profilaxia para evitar infecção. A mãe deve ficar atenta à cor do líquido amniótico, pois se tiver esverdeado significa necônio (cocô do recém-nascido e representa sofrimento fetal, devendo-se procurar mais rapidamente o hospital). Até quantas semanas de gravidez a mulher pode dirigir? Luciana - Após 34 semanas, não é prudente dirigir, pois pode romper a bolsa e ter contrações doloridas. Qual é o tempo de recuperação e internação da mãe no caso de um parto natural? E de cesariana? Luciana - Tanto no parto normal quanto na cesariana, o bebê precisa ficar, no mínimo, 48 horas no hospital. No caso de cesária, geralmente a mãe e bebê ficam 72 horas e no parto normal, geralmente e dependendo dos casos, ambos podem ter alta depois das 48 horas. Há como prevenir a doença hemolítica perinatal (causada pelo tipo sanguíneo)? Luciana - Sim, a doença hemolítica é decorrente da mãe Rh – e o bebe, Rh +. Durante a gravidez, não se sabe o sangue do bebê, então leva-se em consideração a tipagem sanguínea do marido. Caso o marido seja positivo e a gestante apresentar sangramento durante a gravidez, ela deverá ser vacinada. Caso ocorra algum abortamento também é necessário a vacina. Em alguns casos a vacinação é realizada com 26 semanas de gestação. Quando o bebe nascer e for realizada a tipagem sanguínea, há necessidade de vacina apenas caso ele seja Rh +.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/09/37-hemolitica-perinatal-gestacao.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Concepção, gestação, parto, amamentação... muitos temas relacionados à gravidez podem gerar dúvidas nas novas mamães. Por isso, o Terra reuniu um time de especialistas. Alberto Jorge Guimarães, ginecologista e obstetra, autor do site Parto Sem Medo; Edilson Ogeda, ginecologista e obstetra do Hospital Samaritano, Leopoldo Vieira, ginecologista, obstetra e mastologista do Hospital San Paolo; e Luciana Taliberti, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade Rede D’Or São Luiz, esclarecem questões comuns entre as gestantes de primeira viagem. Confira....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/09/37-hemolitica-perinatal-gestacao.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Grávidas preocupadas com o peso podem ter distúrbios alimentares]]></title>
			<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 15:12:40 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/gravidas-preocupadas-com-o-peso-podem-ter-disturbios-alimentares,ecfce1a1c238d310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Uma em cada 14 mulheres apresenta distúrbio alimentar nos primeiros três meses de gravidez, segundo um estudo da Universidade College London, na Inglaterra. Um quarto se mostra muito preocupada com o peso e forma, e 2% têm comportamentos indevidos regularmente, como jejuar, exercitar-se excessivamente, induzir o vômito e até usar laxante. Os dados são do jornal Daily Mail.    O levantamento contou com dados de 700 gestantes. Todas tiveram de responder a um questionário anônimo sobre hábitos alimentares e sintomas e que foram avaliados nos três primeiros meses de gravidez.  “Há boas evidências de que distúrbios alimentares na gravidez podem afetar tanto a mãe como o bebê em desenvolvimento”, disse a cientista Nadia Micali. “Os sintomas típicos da gravidez, como ganho de peso e vômitos, podem mascarar a presença de um transtorno alimentar. Muitas mulheres com distúrbios alimentares podem passar despercebidas e sem tratamento”, acrescentou a pesquisadora Abigail Easter.   ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/03/19/gravida.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Uma em cada 14 mulheres apresenta distúrbio alimentar nos primeiros três meses de gravidez, segundo um estudo da Universidade College London, na Inglaterra. Um quarto se mostra muito preocupada com o peso e forma, e 2% têm comportamentos indevidos regularmente, como jejuar, exercitar-se excessivamente, induzir o vômito e até usar laxante. Os dados são do jornal Daily Mail.    O levantamento contou com dados de 700 gestantes. Todas tiveram de responder a um questionário anônimo sobre hábitos alimentares e sintomas e que foram avaliados nos três primeiros meses de gravidez.  “Há boas evidências de que distúrbios alimentares na gravidez podem afetar tanto a mãe como o bebê em desenvolvimento”, disse a cientista Nadia Micali. “Os sintomas típicos da gravidez, como ganho de peso e vômitos, podem mascarar a presença de um transtorno alimentar. Muitas mulheres com distúrbios alimentares podem passar despercebidas e sem tratamento”, acrescentou a pesquisadora Abigail Easter. ...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/03/19/gravida.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ex-Spice Girl dá conselhos a Kardashian para emagrecer]]></title>
			<pubDate>Sun, 10 Mar 2013 17:40:32 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/ex-spice-girl-da-conselhos-a-kardashian-para-emagrecer,5c4b580de055d310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/ex-spice-girl-da-conselhos-a-kardashian-para-emagrecer,5c4b580de055d310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A socialite Kim Kardashian está publicamente chateada com seu peso atual, devido à gravidez. Com um número de sutiã até 4 vezes maior, as famosas curvas de Kim hoje são razão de preocupação para a futura mamãe. Por isso, ela procurou por ajuda com a ex-Spice Girl Mel B. As informações são do Belfast Telegraph. Mãe de 3 filhos, Mel B ganhu bastante peso durante as gestações, mas hoje está com o corpo em forma. Já Kim teme que nunca perca o peso que ganhou até agora, no que é sua primeira gravidez. Uma fonte disse que a socialite confessou a Mel B que ela não esperava engordar tanto, e que não se sentia à vontade com o vestido branco que usou na festa pós-Oscar. "Você está maravilhosa, mas o preto lhe cai melhor", teria dito a cantora. Mel B teria então dividido algumas dicas de dieta e de como perder peso especialmente após a gravidez, o que teria deixado Kim mais tranquila, segundo a fonte do site.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/03/10/saudekimkardashiangravida2013getty.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>A socialite Kim Kardashian está publicamente chateada com seu peso atual, devido à gravidez. Com um número de sutiã até 4 vezes maior, as famosas curvas de Kim hoje são razão de preocupação para a futura mamãe. Por isso, ela procurou por ajuda com a ex-Spice Girl Mel B. As informações são do Belfast Telegraph....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/03/10/saudekimkardashiangravida2013getty.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Grávidas podem transmitir efeitos do estresse ao feto pela placenta]]></title>
			<pubDate>Tue, 5 Mar 2013 22:35:34 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/gravidas-podem-transmitir-efeitos-do-estresse-ao-feto-pela-placenta,9cbcd3450ac3d310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/gravidas-podem-transmitir-efeitos-do-estresse-ao-feto-pela-placenta,9cbcd3450ac3d310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[As grávidas podem transmitir os efeitos danosos do estresse para o bebê por meio da placenta. Essa foi a conclusão de um estudo realizado pela Escola de Medicina Veterinária da Universidade da Pensilvânia, divulgado pelo jornal Daily Mail. De acordo com os pesquisadores, o impacto do estresse é sentido pelo feto através de uma proteína, que afeta o desenvolvimento do cérebro de meninos e meninas de forma diferente. Os cientistas acreditam que isso poderia explicar as ligações já conhecidas entre o estresse materno e distúrbios como o autismo e a esquizofrenia, mais comuns e graves na descendência masculina. "Quase tudo vivido por uma mulher durante a gravidez tem de interagir com a placenta para ser transmitido para o feto. Agora temos um indicador que parece sinalizar ao feto quando a mãe está estressada", disse o pesquisador Bale Tracy. Os pesquisadores estudaram ratos fêmeas que foram expostas a estresses leves, como o cheiro de raposas ou barulhos estranhos durante a primeira semana de gravidez. Através da experiência, eles observaram que os níveis de uma enzima chamada OGT eram mais baixos nas placentas dos animais estressados do que nos demais. As placentas ligadas a fetos do sexo masculino apresentaram níveis naturalmente mais baixos do que aquelas associadas a fetos femininos. Outras pesquisas mostraram que a queda nos níveis de OGT provocaram mudanças em mais de 370 genes nos cérebros de ratos antes de nascerem. Muitos desses genes desempenham um papel nas funções essenciais para o desenvolvimento neurológico, tais como uso de energia e regulação de proteínas, criando conexões entre células nervosas. As descobertas, publicadas na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências, valem também para os seres humanos, segundo os pesquisadores. A análise de placentas humanas, após o nascimento de bebês do sexo masculino, evidenciam níveis reduzidos de OGT. Os resultados sugerem que a enzima pode proteger o cérebro durante a gravidez. Como os machos possuem menos proteína, estariam em maior risco ainda se as mães estivessem estressadas. "Queremos chegar ao ponto em que podemos prever a ocorrência de doença do neurodesenvolvimento. Se temos um indicador para essa exposição, podemos mesclar essa informação com o que sabemos sobre perfis genéticos que predispõem indivíduos a essas condições e mantermos um olhar mais atento sobre as crianças que correm mais riscos", disse Bale.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/03/05/100480667.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>As grávidas podem transmitir os efeitos danosos do estresse para o bebê por meio da placenta. Essa foi a conclusão de um estudo realizado pela Escola de Medicina Veterinária da Universidade da Pensilvânia, divulgado pelo jornal Daily Mail. De acordo com os pesquisadores, o impacto do estresse é sentido pelo feto através de uma proteína, que afeta o desenvolvimento do cérebro de meninos e meninas de forma diferente....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/03/05/100480667.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Com seios maiores, Kim Kardashian estaria com dores nas costas]]></title>
			<pubDate>Mon, 4 Mar 2013 14:07:50 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/com-seios-maiores-kim-kardashian-estaria-com-dores-nas-costas,6eb48c2da853d310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/com-seios-maiores-kim-kardashian-estaria-com-dores-nas-costas,6eb48c2da853d310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A socialite Kim Kardashian, famosa por participar de um reality show e por ter curvas avantajadas, tem reclamado da constante dor nas costas devido à gravidez. Seus seios estão aumentanto de tamanho, o que geraria peso e a impediria de se exercitar. As informações são do Belfast Telegraph. É a primeira gravidez de Kim que, segundo fonte, teria aumentado 4 tamanhos de sutiã e teria dificuldades até para subir escadas. "Seu médico a alertou que os seios podem aumentar ainda mais, o que a deixa muito triste", disse a fonte. "Quando as pessoas falam que a gravidez é divertida e elas amam o período, eu discordo. Não é tão fácil quanto pensam", disse Kim. O nascimento está previsto para junho.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/03/04/saudekimkardashianseiosmairoesdorcostasgetty.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>A socialite Kim Kardashian, famosa por participar de um reality show e por ter curvas avantajadas, tem reclamado da constante dor nas costas devido à gravidez. Seus seios estão aumentanto de tamanho, o que geraria peso e a impediria de se exercitar. As informações são do Belfast Telegraph....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/03/04/saudekimkardashianseiosmairoesdorcostasgetty.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Kim Kardashian está com medo de engordar durante gravidez]]></title>
			<pubDate>Sun, 20 Jan 2013 14:12:54 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/kim-kardashian-esta-com-medo-de-engordar-durante-gravidez,a353659a2485c310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[No final de 2012 Kim Kardashian confirmou que está esperando um filho de Kanye West. Mas, segundo o site Belfast Telegraph Woman, a socialite tem uma preocupação excessiva com o ganho de peso durante o período de gestação.   "Ela ama suas curvas e tem orgulho de seu bumbum, mas está preocupada com as mudanças em seu corpo", teria dito uma fonte. "Ela acha que engordará e que não vai conseguir recuperar o peso anterior, então está indo à academia duas vezes por dia e trabalhando muito para se manter ativa. Todos estão preocupados com ela."   Kim já reclamou sobre o ganho de peso em sua página no Twitter, e até seu companheiro Kanye já a teria alertado para pegar mais leve. "Ela precisa se acostumar a estar grávida", disse um amigo.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/01/20/kimkardashianpesogravidezmedogetty.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>No final de 2012 Kim Kardashian confirmou que está esperando um filho de Kanye West. Mas, segundo o site Belfast Telegraph Woman, a socialite tem uma preocupação excessiva com o ganho de peso durante o período de gestação....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/01/20/kimkardashianpesogravidezmedogetty.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Amamentar pode reduzir risco de câncer de ovário, diz estudo]]></title>
			<pubDate>Mon, 14 Jan 2013 14:05:16 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/amamentar-pode-reduzir-risco-de-cancer-de-ovario-diz-estudo,3aa6a77ec593c310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/amamentar-pode-reduzir-risco-de-cancer-de-ovario-diz-estudo,3aa6a77ec593c310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Aleitamento materno não traz benefícios apenas para os bebês. De acordo com pesquisadores australianos, mulheres que amamentam por, pelo menos, 13 meses têm 63% menos probabilidade de desenvolver câncer de ovário em comparação com as que seguiram a recomendação por menos de sete meses. Os dados foram mencionados na publicação American Journal of Clinical Nutrition e divulgados pelo jornal Daily Mail.   A pesquisa analisou 493 mães diagnosticadas com câncer de ovário e as comparou com 472 voluntárias saudáveis de idade similar. Constatou-se também que, quanto mais crianças amamentavam, maior era o benefício. As que tiveram três filhos e forneceram seu leite por 31 meses ou mais diminuíram em 91% as chances de um tumor.    A explicação é que a amamentação retarda a ovulação e os cientistas acreditam que um maior número de ovulações aumenta o risco de formação de células mutantes devido à exposição a altos níveis de estrogênio.     ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/01/07/fotoobjetosquarto3.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Shutterstock" title="Foto: Shutterstock"> <br>Aleitamento materno não traz benefícios apenas para os bebês. De acordo com pesquisadores australianos, mulheres que amamentam por, pelo menos, 13 meses têm 63% menos probabilidade de desenvolver câncer de ovário em comparação com as que seguiram a recomendação por menos de sete meses. Os dados foram mencionados na publicação American Journal of Clinical Nutrition e divulgados pelo jornal Daily Mail....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/01/07/fotoobjetosquarto3.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Dieta inadequada na gravidez pode gerar crianças mais gordas]]></title>
			<pubDate>Fri, 11 Jan 2013 16:23:02 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/dieta-inadequada-na-gravidez-pode-gerar-criancas-mais-gordas,d084a33614a2c310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/dieta-inadequada-na-gravidez-pode-gerar-criancas-mais-gordas,d084a33614a2c310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Não é apenas o que as crianças ingerem depois do nascimento que influencia na forma física. Segundo pesquisadores da Universidade de Southhampton, nos Estados Unidos, o que a mulher come durante a gravidez pode gerar crianças mais gordas, afetando o peso nos anos seguintes ao do nascimento. As informações foram divulgadas pelo Daily Mail. O problema reside no consumo de gorduras encontradas nos alimentos. Já os óleos graxos, como os do tipo ômega 3, não têm influência negativa. Cientistas coletaram amostras de sangue durante a gravidez e os dados foram comparados aos níveis de gordura nos bebês. Entre as idades de 4 e 6 anos, quanto mais as mães tinham ingerido gorduras saturadas na gestação, maiores eram os índices de gordura e massa corporal dos filhos. "Os resultados sugerem que mudanças na dieta da mãe podem trazer benefícios à composição corporal da criança em desenvolvimento", disse Nicholas Harvey, um dos pesquisadores, ao Jornal de Endocrinologia Clínica. Entre as descobertas, está a sugestão de que as mães consumam suplementos de ômega 3 para colaborar no desenvolvimento muscular e ósseo das crianças.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/01/11/96204136.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Não é apenas o que as crianças ingerem depois do nascimento que influencia na forma física. Segundo pesquisadores da Universidade de Southhampton, nos Estados Unidos, o que a mulher come durante a gravidez pode gerar crianças mais gordas, afetando o peso nos anos seguintes ao do nascimento. As informações foram divulgadas pelo Daily Mail....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/01/11/96204136.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Pólen pode estar associado à asma em bebês; entenda]]></title>
			<pubDate>Tue, 8 Jan 2013 14:51:01 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/polen-pode-estar-associado-a-asma-em-bebes-entenda,deead72d28a1c310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/polen-pode-estar-associado-a-asma-em-bebes-entenda,deead72d28a1c310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Mulheres que tiveram contato com pólen, minúsculos grãos das flores, nos três últimos meses da gravidez, aumentam as chances de ter bebês com crises severas de asma. A pesquisa foi publicada no jornal Allergy, Asthma and Clinical Immunology e divulgada pelo jornal inglês Daily Mail. A constatação é de um estudo da Universidade de Umea, na Suécia, feito com 110 mil gestantes. O contato com os grãos aumentaram em 35% os riscos de aparecimento das crises, muitas severas, que foram tratadas em hospitais. Já os bebês que tiveram contato com pólen nos três primeiros meses de vida não se mostraram suscetíveis a crises graves.   Para chegar às conclusões, cientistas mediram os níveis de pólen no ar no centro da capital, Estocolmo, e compararam com dados médicos de gestantes e das crianças. Cada mãe teve suas informações médicas analisadas no primeiro e último trimestres da gravidez e as crianças foram acompanhadas nos primeiros três meses de vida.   Foram considerados outros hábitos que poderiam agravar quadros de asma, como fumo, estação, gênero, estágio da gravidez na época do nascimento, entre outros.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/01/08/saudegravidezpolenasmagetty.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Mulheres que tiveram contato com pólen, minúsculos grãos das flores, nos três últimos meses da gravidez, aumentam as chances de ter bebês com crises severas de asma. A pesquisa foi publicada no jornal Allergy, Asthma and Clinical Immunology e divulgada pelo jornal inglês Daily Mail....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/01/08/saudegravidezpolenasmagetty.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Mãe acorda de coma após 22 transfusões de sangue]]></title>
			<pubDate>Mon, 7 Jan 2013 14:49:57 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/mae-acorda-de-coma-apos-22-transfusoes-de-sangue,cccac23a1251c310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/mae-acorda-de-coma-apos-22-transfusoes-de-sangue,cccac23a1251c310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Um problema raro quase matou uma mãe e suas duas filhas gêmeas que estavam para nascer. Angela Cottam, 32 anos, teve hemorragia interna e colapso nos pulmões depois que uma unha ou cabelo de suas filhas entrou em sua corrente sanguínea. As informações são do site do jornal inglês Daily Mail.   A condição afeta uma em 80 mil gestações, e Angela, mãe de uma menina de 4 anos, foi uma das pacientes que sofreram com a embolia amniótica. O quadro consiste na presença de resíduos fetais no sangue da mãe, que pode afetar os pulmões e gerar uma reação alérgica.    Angela deu entrada no hospital com suspeita de pré-eclâmpsia, que tem como sintomas hipertensão e edema (inchaço). Os médicos decidiram que era melhor induzir o parto das bebês, então com 8 meses. O procedimento corria normalmente, até que a mãe pediu por uma anestesia epidural (alivia a dor sem perder a sensibilidade). Foi então que ela começou a tossir e ficar com falta de ar.   Diante da forte suspeita de embolia amniótica, foi feita uma cesariana para salvar as gêmeas e Angela recebeu oxigênio. Uma das bebês, Ava, a segunda a nascer, precisou de 3 minutos de ressuscitação. No entanto, logo após dar à luz, Angela estava com hemorragia porque o sangue não mais coagulava. Após 22 transfusões de sangue e 3 horas depois, a situação estabilizou: Angela estava em coma.   A previsão é de que ela ficasse assim por dias ou até mesmo semanas. Mas para surpresa dos médicos, Angela acordou já 12 horas depois e foi para casa na semana seguinte.   Angela disse: "tenho muita sorte e me sinto abençoada porque tudo poderia ter acabado de forma muito diferente. Quase morrer mudou o modo como vejo a vida, e estou curtindo a maternidade como nunca, porque estivemos muito perto de perder tudo".]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/01/07/mae22transfusoesreproducao-mailonline-619x464.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Daily Mail/Reprodução" title="Foto: Daily Mail/Reprodução"> <br>Um problema raro quase matou uma mãe e suas duas filhas gêmeas que estavam para nascer. Angela Cottam, 32 anos, teve hemorragia interna e colapso nos pulmões depois que uma unha ou cabelo de suas filhas entrou em sua corrente sanguínea. As informações são do site do jornal inglês Daily Mail....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/01/07/mae22transfusoesreproducao-mailonline-619x464.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Leite materno contém mais de 700 bactérias, diz estudo]]></title>
			<pubDate>Sat, 5 Jan 2013 17:46:58 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/leite-materno-contem-mais-de-700-bacterias-diz-estudo,c47deda0fcb0c310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/leite-materno-contem-mais-de-700-bacterias-diz-estudo,c47deda0fcb0c310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Pesquisadores espanhóis mapearam a microbiota bacteriana no leite materno, principal alimento dos recém-nascidos, e descobriram uma variedade maior de bactérias do que se imaginava: mais de 700. O estudo, conduzido pela Spanish Foundation for Science and Technology, mostrou que o leite materno é um dos fatores determinantes na formação da flora bacteriana dos bebês. No entanto, a composição e o papel biológico dessas bactérias ainda permanecem desconhecidos. O grupo de cientistas usou uma técnica baseada no sequenciamento do DNA para identificar o conjunto de bactérias contida no leite materno, chamado microbioma. Graças ao estudo, variáveis pré e pós-natal que influenciam a riqueza microbial do leite agora podem ser determinadas. O colostro é a primeira secreção expelida pelas glândulas mamárias após o nascimento. Em algumas amostras deste líquido, mais de 700 espécies destes microorganismos foram localizadas. "Ainda nao estamos aptos a determinar se essas bactérias se colonizam na boca do bebê ou se as bactérias orais do bebê entram no leite materno e mudam sua composição”, afirmou María Carmen Collado, uma das autoras do estudo. A pesquisa mostrou ainda que o leite de mães que estão acima do peso contém uma diversidade menor de bactérias. O tipo de parto também afeta o microbioma: o leite das mães que tiveram uma cesariana planejada não é tão rico em microorganismos quanto o daquelas que tiveram parto normal. No entanto, quando a cesária não foi planejada, o leite é semelhante ao das mães que tiveram parto normal.   Os resultados sugerem que o estado hormonal da mulher no momento do parto também desempenha um papel importante. “A inexistência de sinais psicológicos como o estresse, assim como sinais hormonais específicos para o parto, podem influenciar na composição microbial e na diversidade do leite materno”, concluem os autores. Para os pesquisadores, os resultados abrem caminhos para novas estratégias da nutrição infantil com foco na melhora da saúde. “Se as bactérias descobertas no estudo forem importantes no desenvolvimento do sistema imunológico, a sua adição à fórmulas para recém-nascidos pode diminuir o risco de alergias, asma e doenças autoimunes", observam. Os resultados foram publicados no American Journal of Clinical Nutrition.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/01/05/leitematernobacteriasgyt.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Pesquisadores espanhóis mapearam a microbiota bacteriana no leite materno, principal alimento dos recém-nascidos, e descobriram uma variedade maior de bactérias do que se imaginava: mais de 700....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/01/05/leitematernobacteriasgyt.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Miranda Kerr diz que teve desejo de batata frita na gravidez]]></title>
			<pubDate>Fri, 4 Jan 2013 11:49:33 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/miranda-kerr-diz-que-teve-desejo-de-batata-frita-na-gravidez,be36471cd26fb310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/miranda-kerr-diz-que-teve-desejo-de-batata-frita-na-gravidez,be36471cd26fb310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Miranda, 29 anos, diz que a supermodelo baiana e companheira de desfiles da Victoria's Secret a ajudou muito quando ela estava esperando seu pequeno Flynn, fruto de seu casamento com Orlando Bloom, e ela também é grata à modelo Doutzen Kroes, pois a mesma garantiu que ela não era a única modelo com um desejo de batatas fritas durante a gravidez. ''Adriana tem sido uma amiga incrível para mim ao longo dos anos, quando eu estava grávida, ela me abasteceu com uma série de informações. Doutzen e eu estávamos grávidas ao mesmo tempo, e nós duas tínhamos desejo de batatas fritas, todos perguntavam: 'Miranda, o que está acontecendo? Você não come batatas fritas!'.'' Enquanto a bela insiste que as modelos da Victoria's Secret não seguem um plano de dieta rigoroso, ela está ''consciente'' sobre o que come e consome alimentos sob medida para o seu tipo de sangue. Miranda adicionou à revista InStyle: ''não há nenhum segredo de dieta que nós da Victoria's Secret seguimos. No entanto, eu sou uma treinadora qualificada sobre saúde, por isso estou consciente sobre o que eu coloco no meu corpo, aderi a comida que está adaptada ao meu tipo de sangue, tipo A.''  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2012/12/31/foto-5camiseta-branca.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Miranda, 29 anos, diz que a supermodelo baiana e companheira de desfiles da Victoria's Secret a ajudou muito quando ela estava esperando seu pequeno Flynn, fruto de seu casamento com Orlando Bloom, e ela também é grata à modelo Doutzen Kroes, pois a mesma garantiu que ela não era a única modelo com um desejo de batatas fritas durante a gravidez....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2012/12/31/foto-5camiseta-branca.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Grávida, Kate Middleton tem desejo por biscoito de lavanda]]></title>
			<pubDate>Sun, 30 Dec 2012 12:14:46 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/gravida-kate-middleton-tem-desejo-por-biscoito-de-lavanda,783bcbeeeabeb310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Grávida do primeiro filho e herdeiro da família real, Kate Middleton se recupera dos enjoos matinais com biscoitos de lavanda. Os quitutes são vendidos pela Duchy Originals, marca de produtos orgânicos do príncipe Charles. De acordo com o The Sun, a duquesa sente desejos pelos docinhos, que têm propriedades curativas.    No início de dezembro, ela anunciou que estava grávida de cerca de três meses e foi interada em um hospital de Londres com enjoos. Kate sofre de hiperêmese gravídica, problema caracterizado por forte desconforto, náuseas e vômitos na gestação.   A duquesa não é a única celebridade a sentir desejo durante a gravidez. Beyonce sentiu vontade de ketchup e Britney Spears teve desejo de comer terra.    ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2012/12/30/saudekatemiddletonbiscoitolavandagetty.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Grávida do primeiro filho e herdeiro da família real, Kate Middleton se recupera dos enjoos matinais com biscoitos de lavanda. Os quitutes são vendidos pela Duchy Originals, marca de produtos orgânicos do príncipe Charles. De acordo com o The Sun, a duquesa sente desejos pelos docinhos, que têm propriedades curativas. ...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2012/12/30/saudekatemiddletonbiscoitolavandagetty.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Confira os exames disponíveis para descobrir o sexo do bebê]]></title>
			<pubDate>Fri, 28 Dec 2012 13:08:14 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/confira-os-exames-disponiveis-para-descobrir-o-sexo-do-bebe,4438cc9e0ed0e310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/confira-os-exames-disponiveis-para-descobrir-o-sexo-do-bebe,4438cc9e0ed0e310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Há alguns testes para ajudar os mais ansiosos na definição das cores do enxoval. Exames de sangue, urina e genéticos ou ultrassonografias são capazes de determinar o sexo da criança. Confira abaixo os quatros tipos de exames que podem definir se a gestante está esperando menino ou menina. Exame de sangue É feita a coleta de sangue da mãe para pesquisar a presença de cromossomo Y. Se ele é detectado, entende-se que é menino. Se não, uma menina. Ele pode ser realizado a partir da oitava semana, quando a quantidade de DNA fetal em contato com a circulação materna é maior. As chances de acerto são de 99%. O exame começou a ser realizado comercialmente no Brasil em 2003 e hoje está disponível em grande parte dos maiores laboratórios. "Muita gente, por não ter divulgação, não tinha conhecimento do exame. Mas hoje está sendo muito divulgado. O que o torna um sucesso é a baixa complexidade. É muito simples, muito pouco invasivo e é o método que mais precocemente consegue fazer a sexagem fetal", afirma Rodrigo Freitas, ginecologista do Hospital Samaritano de São Paulo. Uma desvantagem é o custo do exame, entre R$ 300 e R$ 450. Atualmente, ele serve apenas para determinar o sexo do bebê. No caso de gravidez múltipla, a presença do cromossomo Y não elimina a possibilidade de o outro bebê ser menina - caso sejam gêmeos bivitelinos, o caso de gemelaridade mais frequente em processos de reprodução assistida. O exame também não é eficaz em caso de transfusão sanguínea e transplantes de órgãos. Exame de urina É possível adquirir em farmácias um exame de urina para realizar em casa. Ele pode ser realizado em casa a partir da 10ª semana. O resultado sai em 10 minutos. "Tem a praticidade de fazer em casa e é de fácil leitura. É por cor", diz o médico. O mecanismo de funcionamento do exame não é divulgado pelo laboratório, devido à patente. Por o exame consistir de uma fita reagente ao jato de urina - o primeiro do dia -, os médicos acreditam se tratar de uma reação a hormônios do feto, cuja produção se inicia entre a sexta e oitava semana. As taxas de acerto estariam em torno de 82%. Não é possível determinar o sexo de todos os fetos no caso de gestação múltipla, quando o exame apontou a presença de um menino. O preço varia em torno de R$ 200. Exames genéticos Exames genéticos, como biópsia de vilocorial (amostra da placenta), amniocentese (coleta do líquido amniótico) e cordocentese (colhimento do sangue fetal pelo cordão umbilical), também podem determinar o sexo do bebê. Eles são utilizados apenas em casos de suspeita de doenças genéticas, não sendo recomendados apenas como exames de sexagem fetal. Por serem invasivos, eles apresentariam riscos, como sangramento e abortamento, no caso da biópsia de vilocorial, e infecções e rompimento da bolsa, no caso da amniocentese. Ultrassom O exame mais conhecido. É pouco invasivo, porém tem melhores índices de acerto mais tardiamente que os outros, por volta da 16ª semana. A genitália começa a ficar mais definida entre a 12ª e 13ª semana. Dependendo do médico e da qualidade do equipamento de ultrassonografia, o sexo pode ser identificado nessa época. A partir da 16ª semana, os órgãos sexuais externos já estão melhores desenvolvidos. A posição do bebê, que pode impedir a visão do exame, não representa tanto problema, uma vez que a maior quantidade de líquido da bolsa permite estimular o feto a se mover. Fora os exames genéticos, é o único capaz de determinar o sexo de todos os bebês no caso de gestações múltiplas. Busca um especialista em Fertilidade? Clique aqui e confira a lista dos profissionais]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2012/12/26/2691814-8233-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Dreamstime/Terra" title="Foto: Dreamstime/Terra"> <br>Há alguns testes para ajudar os mais ansiosos na definição das cores do enxoval. Exames de sangue, urina e genéticos ou ultrassonografias são capazes de determinar o sexo da criança....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2012/12/26/2691814-8233-rec.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Resolução do CFM orienta quanto à reprodução assistida]]></title>
			<pubDate>Fri, 28 Dec 2012 13:08:00 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/resolucao-do-cfm-orienta-quanto-a-reproducao-assistida,9d2860ac7fd0e310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/resolucao-do-cfm-orienta-quanto-a-reproducao-assistida,9d2860ac7fd0e310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Não há atualmente lei no Brasil que regule as técnicas de reprodução assistida, embora existam projetos em tramitação. Cabe a uma resolução do Conselho Federal de Medicina o papel de orientar os médicos a respeito daquilo que pode ou não ser feito quanto a esses procedimentos. A resolução, atualizada em 2010, não tem peso de lei. No entanto, ela é utilizada pelos médicos para definir parâmetros e pode servir de base para processos jurídicos. Confira algumas dos seus principais pontos. Finalidade As técnicas de fecundação assistida só podem ser utilizadas com a finalidade da procriação humana. Isso exclui a possibilidade da formação de embriões para estudos científicos, por exemplo. Pacientes Pode utilizar técnicas de reprodução assistida qualquer paciente capaz nos termos de lei, que tenha procurado e consentido o procedimento. É dever das clínicas detalhar informações de caráter biológico, jurídico, ético e econômico. A atualização de 2010 permite que casais homossexuais também façam uso das técnicas, uma vez que modificou a finalidade das técnicas de auxiliar na resolução dos "problemas de infertilidade humana" para "problemas de reprodução humana". Segundo Adelino Amaral Silva, presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), é necessário, no entanto, um esclarecimento da situação dos homossexuais em uma próxima resolução. "É preciso ficar mais claro isso, as situações em que se pode usar. Como os homens podem usar, por exemplo? Ainda há alguma dúvida." Número de embriões Uma das maiores novidades em relação à resolução anterior, de 1992, foi a normatização sobre a quantidade de embriões. Mulheres de até 35 anos só podem receber dois embriões. Entre 36 e 39 anos, três. A partir dos 40 anos, podem ser implantados quatro embriões. Esses números foram determinados de acordo com as taxas de sucesso de implantação, que diminuem com a idade. O número menor de embriões reduz as chances de gravidez múltipla, considerada de risco. Em caso de gravidez múltipla, não é permitida a redução embrionária - isto é, quando um embrião é retirado, o que é considerado aborto. Características biológicas As técnicas não devem ser usadas para escolher o sexo do bebê ou qualquer outra característica biológica. "Pode até haver clínicas que fazem, porque a técnica de escolher o sexo é bem simples. Mas a resolução é bem clara na proibição", comenta o médico. Diagnóstico e tratamento de embriões É permitido utilizar técnicas para avaliar a viabilidade do embrião e possíveis doenças genéticas. Também é possível intervir no embrião para tratar a transmissão dela. Criopreservação É permitido o congelamento de embriões, espermatozoides e óvulos. Os embriões excedentes, que não foram transferidos à mulher, são necessariamente congelados. O presidente da SBRA acredita que a proibição do descarte de embriões é um dos pontos que devem ser rediscutidos em uma próxima resolução. Os cônjuges devem determinar, por escrito, a finalidade de uso dos embriões em caso de divórcio, doenças graves e falecimento. Uma das novidades da resolução de 2010 foi a permissão do uso do material genético congelado para reprodução assistida após o falecimento de um dos cônjuges. Doação de gametas ou embriões É permitida desde que não tenha caráter lucrativo ou comercial. A identidade dos doadores não pode ser conhecida pelos receptores e vice-versa. A resolução ressalta, no entanto, que em situações especiais, como doenças da criança, informações sobre o doador podem ser fornecidas exclusivamente ao médico. Cabe às clínicas a seleção do doador, que deve ser feita com base na maior semelhança física e compatibilidade com a receptora. Devem ser evitadas gestações de crianças de sexos diferentes produzidas por um mesmo doador em uma área de 1 milhão de habitantes. Doação temporária de útero A gestação de substituição - conhecida como "barriga de aluguel" - é permitida, contanto que não tenha caráter lucrativo ou comercial e que a doadora temporária de útero tenha parentesco até o segundo grau com a mulher. "A gente acredita que quem vai receber os embriões poderia ter parentesco também com o homem. Ele também vai ser pai", defende ele. Busca um especialista em Fertilidade? Clique aqui e confira a lista dos profissionais]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2012/12/28/2691843-3328-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Dreamstime/Terra" title="Foto: Dreamstime/Terra"> <br>Não há atualmente lei no Brasil que regule as técnicas de reprodução assistida, embora existam projetos em tramitação. Cabe a uma resolução do Conselho Federal de Medicina o papel de orientar os médicos a respeito daquilo que pode ou não ser feito quanto a esses procedimentos....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2012/12/28/2691843-3328-rec.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Confira 8 dicas para dormir bem durante a gravidez]]></title>
			<pubDate>Thu, 27 Dec 2012 22:13:58 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/confira-8-dicas-para-dormir-bem-durante-a-gravidez,12a507c571edb310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/confira-8-dicas-para-dormir-bem-durante-a-gravidez,12a507c571edb310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Ter um sono de qualidade durante a gravidez não é das tarefas mais fáceis, por isso, o site Female First reuniu oito dicas que podem ajudar quem se encontra nesta situação. Confira: 1. Exercícios leves são bons e podem ajudar a reduzir a câimbra noturna durante a gravidez. No entanto, as atividades no início do dia ou da tarde podem liberar adrenalina no corpo e aumentar a dificuldade para dormir. 2. Encontre sua posição ideal para dormir durante a gravidez. Muitas mulheres acham que dormir de lado, com um travesseiro embaixo do joelho e outro na barriga, é uma das posições mais confortáveis. Evite também deitar reta e para cima por muito tempo, pois o peso da barriga irá pressionar o corpo e isso pode fazer com que você se sinta fraca. Lembre-se sempre de apoiar o corpo usando travesseiros extras, que serão seus melhores amigos durante a gravidez. 3. Se você sofre de azia, é melhor dormir com a cabeça elevada nos travesseiros. Escolha um modelo que se molde à sua forma e que ajude a drenar o excesso de umidade do corpo, pois isso irá mantê-lo fresco ao longo da noite. 4. Algumas técnicas de relaxamento podem acalmar a mente e os músculos. Tente um alongamento suave, ioga ou natação, que são ótimos exercícios para futuras mamães. 5. Faça um lanche rápido antes de dormir, priorizando alimentos ricos em proteína e incluindo fontes de carboidrato, como grãos integrais. Evite as opções carregadas de açúcar, que darão energia quando você menos precisa. 6. Seu colchão pode ter um grande impacto no seu sono durante a gravidez. Prefira as marcas que fazem colchões com células de ar individuais, que se moldam ao corpo e trazem um conforto maior. 7. Manter a ingestão de líquido ao longo do dia é importante, mas exagerar antes de ir para a cama pode trazer como resultado muitas viagens até o banheiro durante a madrugada. 8. Os hormônios flutuam muito durante a gravidez e você pode sofrer ondas de calor. Por isso, ter acesso a ar fresco é fundamental. Uma boa ideia é abrir alguns centímetros da janela para deixar o corpo resfriar.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2012/12/27/3gravidaqualidadesono.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Ter um sono de qualidade durante a gravidez não é das tarefas mais fáceis, por isso, o site Female First reuniu oito dicas que podem ajudar quem se encontra nesta situação. Confira:...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2012/12/27/3gravidaqualidadesono.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Menopausa precoce impossibilita gravidez natural]]></title>
			<pubDate>Thu, 20 Dec 2012 11:14:53 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/menopausa-precoce-impossibilita-gravidez-natural,d238cc9e0ed0e310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/menopausa-precoce-impossibilita-gravidez-natural,d238cc9e0ed0e310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[As ondas de calor, as alterações de humor e as dores de cabeça são os principais sintomas da menopausa, muito conhecidos das mulheres. Algumas delas, no entanto, podem apresentá-los bem antes da hora. Cerca de 1% a 3% das mulheres apresentam menopausa precoce, quadro que torna as chances de gravidez natural praticamente nulas. As técnicas de reprodução assistida, no entanto, têm as mesmas taxas de sucesso nessas mulheres. A menopausa é caracterizada pela parada do funcionamento dos ovários - os óvulos não são mais produzidos e o nível de hormônios essenciais para a gravidez cai. O normal é que isso aconteça entre os 45 e os 55 anos. Ela é caracterizada como precoce quando acontece antes dos 40 anos, mas pode ocorrer desde a adolescência. A incidência, no entanto, aumenta com a idade - aos 30 anos, uma em cada mil mulheres apresenta o quadro. Muitas das causas da menopausa precoce não são detectadas. Algumas doenças genéticas estão relacionadas, principalmente aquelas do cromossomo X, como a síndrome de Turner. As doenças autoimunes também podem provocar a doença, geralmente as associadas à tireoide, como a Tireoidite de Hashimoto. Não há consenso no meio médico se as cirurgias que danificam ou retiram parte do ovário também são causa de menopausa precoce. O tabagismo também estaria relacionado ao problema. "O cigarro pode diminuir o tempo de funcionamento dos ovários. Algumas pessoas vão fumar e não vai acontecer nada, mas, em geral, pode haver um prejuízo", diz o ginecologista Edward Carrilho, da Clínica Engravida, de São Paulo. Os sintomas da menopausa precoce são os mesmos da que acomete as mulheres após os 40 anos. "São os normais, mas não nessa idade. É isso que assusta as mulheres", afirma o médico. É comum também que elas apresentem dificuldades de ter relações sexuais, devido à secura vaginal, ou quadros depressivos. A falência do ovário muito antes do tempo traz maiores riscos a essas mulheres. Elas teriam mais chances de desenvolver catarata ou osteoporose, por exemplo. Já o tratamento de reposição hormonal, ao ser iniciado mais cedo, poderia levar a maiores chances de desenvolvimento do câncer de mama. Prevenção de fertilidade Não há como impedir a menopausa precoce. É possível, no entanto, fazer um diagnóstico precoce, caso seja conhecido um histórico familiar ou uma doença relacionada. A mulher pode fazer exame de reserva ovariana, ultrassom e acompanhamento de ovulação. Também é importante fazer exames de detecção de doenças genéticas. "Se a pessoa não tem histórico, normalmente ela só procura o médico com o quadro de falência ovariana instalado. E esse é um quadro em que a gente não consegue estimular o ovário, então ela não consegue engravidar", diz Edward. Se a mulher estiver ainda no quadro de insuficiência ovariana - isto é, não tiver entrado definitivamente na menopausa precoce -, é possível engravidar naturalmente, embora seja mais difícil. Caso ela não queira engravidar no momento, mas tenha a intenção de fazê-lo no futuro, é possível se prevenir com o congelamento de embriões ou óvulos. Segundo o médico, o congelamento de embriões seria o mais indicado. "As técnicas de congelamento laboratorial melhoraram muito, mas o congelamento dos embriões ainda tem mais taxas de gravidez melhores", explica. Quando o diagnóstico não é feito precocemente, há ainda a possibilidade da doação de óvulos. É feito antes o tratamento de reposição hormonal com medicação via oral para recuperar a dimensão do útero - que costuma ficar reduzido. "Por volta de dois a três meses, o útero já atingiu o tamanho normal e a taxa de gravidez é igual", conta o médico. Busca um especialista em Fertilidade? Clique aqui e confira a lista dos profissionais]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2012/12/18/2683805-9575-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Dreamstime/Terra" title="Foto: Dreamstime/Terra"> <br>As ondas de calor, as alterações de humor e as dores de cabeça são os principais sintomas da menopausa, muito conhecidos das mulheres. Algumas delas, no entanto, podem apresentá-los bem antes da hora. Cerca de 1% a 3% das mulheres apresentam menopausa precoce, quadro que torna as chances de gravidez natural praticamente nulas. As técnicas de reprodução assistida, no entanto, têm as mesmas taxas de sucesso nessas mulheres....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2012/12/18/2683805-9575-rec.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Problemas de fertilidade podem prejudicar relação sexual]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Dec 2012 12:36:02 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/problemas-de-fertilidade-podem-prejudicar-relacao-sexual,de28aa524dd0e310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/problemas-de-fertilidade-podem-prejudicar-relacao-sexual,de28aa524dd0e310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O prazer da relação sexual pode ser afetado quando a reprodução é o maior, e mais complicado, objetivo do casal. Em algumas situações, mulheres com problemas de fertilidade podem apresentar dificuldades em ter relações com o parceiro. Pesquisadores da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, apresentaram em outubro um estudo no encontro da Associação Americana de Saúde Pública que indica que mulheres que passam por tratamentos de fertilização in vitro (FIV) teriam menos satisfação sexual e redução da libido do que as mulheres que não se submetem ao procedimento. A pesquisa tem como base um questionário online respondido por 270 mulheres, entrevistas com 127 homens e mulheres em tratamento de FIV e com 70 profissionais, como enfermeiros, especialistas em saúde mental e médicos. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a infertilidade é definida como a incapacidade de o casal engravidar naturalmente após um ano ou mais de relações sexuais regulares e sem uso de anticoncepcional. Para conseguir a gravidez, então, muitos casais optam pelos processos de reprodução assistida, como a FIV. "As tentativas por vias naturais já desgastam a relação sexual. O foco do casal é a busca do filho, não o prazer sexual. Essa mudança de foco gera um estresse maior e afeta a relação", afirma Virgínia Toni Felippetti, psicóloga e sexóloga da Clínica Conception, de Caxias do Sul (RS), especializada em reprodução humana. Os casais que optam pela FIV costumam ter passado por frustrações e desgaste emocional pelas tentativas malsucedidas. A ansiedade em relação ao resultado da FIV também pode ter impacto. "O procedimento em si é bastante desgastante, por causa das expectativas e das taxas de gravidez, que giram em torno de 30%. A falta de desejo sexual é vinculada à ansiedade", comenta a psicóloga. O estudo aponta que essas mulheres são mais propensas a ter dificuldade de chegar ao orgasmo e apresentar problemas sexuais, como dor ou secura vaginal. Segundo a psicóloga, essas características levam alguns casais a interromper as relações sexuais durante o tratamento - o que pode ter impacto no relacionamento do casal. "Nem sempre o homem entende isso. Às vezes, ele não aceita muito bem a recusa", diz. Alguns homens, no entanto, também podem apresentar problemas sexuais durante o tratamento, por conta da tensão - como disfunção erétil ou ejaculação precoce. O uso de hormônios durante o tratamento também pode interferir na libido feminina, devido a alterações de humor, do sono, da alimentação e outros fatores, como inchaço abdominal e retenção de liquido. O estudo comenta que o efeito desses medicamentos no desejo sexual não é tão conhecido e estudado. Lidando com a situação O relacionamento sexual é muitas vezes deixado de lado nas conversas a respeito do tratamento, mas é importante que ele seja discutido pelo casal e pelos profissionais. Os pesquisadores afirmam que os especialistas em reprodução devem orientar os pacientes sobre as possibilidades de problemas sexuais pelo tratamento e aconselhá-los quando esses problemas se apresentarem - indicando produtos que aliviariam os sintomas, como lubrificantes, ou a ajuda de outros profissionais, como psicólogos ou sexólogos. "O apoio psicológico é fundamental. É um suporte que a gente dá à pessoa para que ela se desenvolva melhor", acredita Virgínia. De acordo com a psicóloga, é importante manter relações sexuais, o que fortalece o vínculo afetivo entre os dois, porém elas não devem ser forçadas. "Se ela estiver com dores ou medo, se é algo que vai gerar mais ansiedade, aí a gente orienta que é apenas um período pelo qual eles vão passar. Eles não vão ter o ato sexual, mas podem manter o carinho e o afeto", diz. Busca um especialista em Fertilidade? Clique aqui e confira a lista dos profissionais]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2012/12/13/2677768-9858-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Dreamstime/Terra" title="Foto: Dreamstime/Terra"> <br>O prazer da relação sexual pode ser afetado quando a reprodução é o maior, e mais complicado, objetivo do casal. Em algumas situações, mulheres com problemas de fertilidade podem apresentar dificuldades em ter relações com o parceiro....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2012/12/13/2677768-9858-rec.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Nível baixo de progesterona indica inviabilidade de gravidez]]></title>
			<pubDate>Fri, 14 Dec 2012 15:28:52 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/nivel-baixo-de-progesterona-indica-inviabilidade-de-gravidez,dc28d8837cd0e310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[A progesterona é responsável pela manutenção da gestação. O baixo nível desse hormônio no início da gestação, associado a sangramentos e dores, é um indício de inviabilidade da gravidez. Esse hormônio é produzido pelo ovário e, durante a gravidez, pela placenta. No primeiro trimestre, a progesterona em baixa pode significar riscos de abortamento ou de gravidez ectópica - situação em que ela se desenvolve fora do útero, geralmente nas trompas, e que tem atinge de 1 a 2% das gestações. Um estudo publicado pelo BMJ, grupo britânico dedicado a pesquisas médicas, reviu 26 estudos relacionando os níveis baixos de progesterona em associação a sangramentos e dores - sintomas sentidos por 30% das gestantes. A probabilidade de a gravidez ser inviável era de 96,8% se a progesterona era mais baixa que 10 ng/mL, comparada a 37,2% se era maior. Quando as gestantes com os mesmos sintomas realizam um ultrassom, e esse exame não consegue concluir se a gravidez é viável ou não, a probabilidade de interrupção da gravidez era de 99,2% quando a progesterona era baixa, comparada a 44,8% se ela era alta. A pesquisa concluiu que a inviabilidade da gravidez pode ser definida por uma única medição de progesterona, realizada por meio de exame de sangue, em mulheres que apresentam sangramento ou dores e tiveram ultrassons não conclusivos. A viabilidade da gravidez é normalmente medida por dois exames: o ultrassom e a dosagem do bHCG (beta HCG) sérico. O primeiro permite ao médico ver o desenvolvimento do feto, enquanto no segundo é observado se o aumento e a velocidade de produção desse hormônio estão adequados. "Normalmente, só a curva de bHCG e o ultrassom são suficientes. Se você estiver em dúvida, o nível de progesterona pode ajudar a definir o prognóstico. Mas é um exame terciário", afirma o ginecologista Eduardo Cordioli, coordenador da maternidade do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O estudo aponta, no entanto, que, enquanto o exame de bHCG deve ser repetido, uma medição única de progesterona seria suficiente para determinar o risco da gravidez. Tratamento A análise da progesterona pode dar um prognóstico da gravidez, porém não costuma servir como tratamento. "Não há nada o que fazer se o nível der baixo. Dar progesterona não significa que você vai conseguir que a gravidez evolua", diz o médico. O nível baixo do hormônio é sinal de risco da gestação, mas não costuma ser a causa. "Pode ser que a pouca progesterona seja um problema, mas normalmente não é. Uma pequena fração dessas mulheres se beneficia do uso da progesterona", comenta Eduardo. Busca um especialista em Fertilidade? Clique aqui e confira a lista dos profissionais]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2012/12/12/2675595-0706-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Dreamstime/Terra" title="Foto: Dreamstime/Terra"> <br>A progesterona é responsável pela manutenção da gestação. O baixo nível desse hormônio no início da gestação, associado a sangramentos e dores, é um indício de inviabilidade da gravidez....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2012/12/12/2675595-0706-rec.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Engravidar 15 anos após primeira menstruação traz benefícios]]></title>
			<pubDate>Thu, 13 Dec 2012 14:16:30 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/engravidar-15-anos-apos-primeira-menstruacao-traz-beneficios,c179cddb4849b310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/engravidar-15-anos-apos-primeira-menstruacao-traz-beneficios,c179cddb4849b310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Às jovens com pressa de serem mães, um alerta: esperar 15 anos ou mais após a primeira menstruação para ter filho pode reduzir o risco de câncer de mama do tipo agressivo, o triplo-negativo, em até 60%. A descoberta é do Centro de Pesquisa do Câncer Fred Hutchinson, nos Estados Unidos. Os dados são da publicação Breast Cancer Research and Treatment. Para chegar à conclusão, os cientistas analisaram dados de quase duas mil mulheres do estado de Seattle, com idades entre 20 e 44 anos, sendo que 1.021 delas tinham histórico de câncer de mama. O estudo também confirmou que a amamentação confere um efeito protetor contra a doença. No entanto, o mecanismo pelo qual a amamentação e o parto mais tardio diminuem a probabilidade desse tipo de câncer ainda não é claro. Pesquisas anteriores mostraram que o risco do subtipo mais comum de câncer de mama, o ER-positivo, é menor em mulheres que tiveram uma gravidez completa e amamentaram. Acredita-se que as razões para isso sejam os hormônios da gravidez, que induzem certas mudanças na estrutura celular da mama que parecem tornar o tecido menos susceptível à doença. Relativamente incomum, o triplo-negativo, por sua vez, não depende de hormônios como o estrogênio para crescer e se espalhar.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2012/12/13/saudeengravidar15anosmenstruacaogetty.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Às jovens com pressa de serem mães, um alerta: esperar 15 anos ou mais após a primeira menstruação para ter filho pode reduzir o risco de câncer de mama do tipo agressivo, o triplo-negativo, em até 60%. A descoberta é do Centro de Pesquisa do Câncer Fred Hutchinson, nos Estados Unidos. Os dados são da publicação Breast Cancer Research and Treatment....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2012/12/13/saudeengravidar15anosmenstruacaogetty.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Estudos indicam benefícios da vitamina D na fertilidade]]></title>
			<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 11:56:26 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/estudos-indicam-beneficios-da-vitamina-d-na-fertilidade,e518577e30e0e310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/estudos-indicam-beneficios-da-vitamina-d-na-fertilidade,e518577e30e0e310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Estudos médicos desenvolvidos nos últimos anos apontam a relação entre a vitamina D e a fertilidade. Receptores dessa vitamina estão presentes em células importantes do sistema reprodutor, tanto masculino quanto feminino - o que sugere que ela pode ter um papel nesse sistema. Já são conhecidos alguns benefícios da vitamina D na formação dos ossos e dentes. Mais recentemente, as pesquisas têm apontado seu possível efeito em diversos sistemas do corpo, como o imunológico e circulatório. E, entre eles, também o reprodutor. "Começaram a surgir alguns trabalhos mostrando alguma relação entre a vitamina D e a fertilidade desde 2008 e 2009", afirma Jorge Haddad, especialista em reprodução assistida da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A revista médica European Journal of Endocrinology publicou uma revisão conduzida por pesquisadores da Universidade Médica de Graz, na Áustria, que coletou estudos de relevância sobre a relação da vitamina D com a fertilidade publicados até outubro de 2011. Eles consistiam principalmente em trabalhos realizados com animais, ou observações de grupos com baixos índices de vitamina D em comparação com aqueles com índices regulares. A revisão apontou que há uma correlação entre menores níveis de vitamina D e a baixa fertilidade. "Até hoje, não se achou a relação de causa e efeito. Mas, estatisticamente, parece que, se a vitamina D está equilibrada, a taxa de gravidez é melhor", diz Jorge. "Como a vitamina ajuda em todos os órgãos, quando há falta, o corpo vai agir melhor se ela for suprida. A melhora da reprodução seria um aspecto da melhora geral", acredita o médico. Embora não se saiba exatamente o efeito da vitamina na fertilidade, a presença de receptores de vitamina D nos ovários, no folículo ovariano (conjunto de células que inclui o ovócito), no endométrio (tecido que reveste o interior do útero), na placenta e na hipófise (glândula que produz hormônios importantes para a reprodução), na mulher, e no espermatozoide, no homem, indicaria que ela pode ter papel nessas células e tecidos. A revisão aponta que, na mulher, a vitamina D poderia reduzir as chances de abortamento. "Como há receptores no endométrio, provavelmente a vitamina D nesse tecido favorece a implantação", explica o médico. Nas mulheres, a vitamina D poderia ainda melhorar a frequência menstrual e controlar os distúrbios metabólicos relacionados à Síndrome do Ovário Policístico - doença que acomete entre 5 e 10% das mulheres em idade fértil e que pode levar a problemas de fertilidade. Além disso, a vitamina D pode estar associada a melhores resultados de fertilização in vitro. A vitamina D estaria relacionada ainda ao crescimento do óvulo e à produção de hormônios sexuais. "Mas não há nada demonstrado", ressalta o especialista. Nos homens, a localização dos receptores nos testículos ainda é incerta. O estudo aponta, no entanto, que a vitamina D poderia favorecer a maturação do espermatozoide e seu decréscimo reduziria a contagem e a mobilidade dessas células. Além disso, a vitamina D poderia aumentar a produção de testosterona, hormônio masculino importante para a produção de espermatozoides e para o desejo sexual. Tratamento com vitamina D Ainda que a influência da vitamina D na fertilidade não esteja comprovada, Jorge afirma que a utiliza em pacientes que apresentaram nível deficiente dela - a medição se dá por exame de sangue. "Do ponto de vista prático, eu dou. Não vai fazer mal ao paciente. Com isso, espero melhorar a taxa de gravidez", afirma. Segundo ele, casos como abortamento de repetição e falhas de implantação são aqueles nos quais a vitamina é mais receitada, embora não seja norma no meio médico. O tratamento com vitamina D deve ser controlado por um médico. O excesso da vitamina pode ser prejudicial à saúde, causando problemas como danos ao coração e fragilidade nos ossos. Busca um especialista em Fertilidade? Clique aqui e confira a lista dos profissionais]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2012/12/10/2672974-9998-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Dreamstime/Terra" title="Foto: Dreamstime/Terra"> <br>Estudos médicos desenvolvidos nos últimos anos apontam a relação entre a vitamina D e a fertilidade. Receptores dessa vitamina estão presentes em células importantes do sistema reprodutor, tanto masculino quanto feminino - o que sugere que ela pode ter um papel nesse sistema....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2012/12/10/2672974-9998-rec.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Esperar normalização hormonal é necessário antes de nova FIV]]></title>
			<pubDate>Mon, 10 Dec 2012 18:31:03 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/esperar-normalizacao-hormonal-e-necessario-antes-de-nova-fiv,2c2860ac7fd0e310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/esperar-normalizacao-hormonal-e-necessario-antes-de-nova-fiv,2c2860ac7fd0e310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Em geral, os médicos não recomendam emendar uma tentativa de fertilização in vitro (FIV) com uma nova tentativa logo no mês seguinte. Os mais ansiosos, no entanto, não precisam se afligir: o tempo de espera para o organismo se recuperar costuma ser de um a dois ciclos menstruais. O intervalo entre as tentativas pode ser necessário quando há o uso de medicamentos para indução ovulatória, o que acontece nos procedimentos de inseminação artificial intrauterina e FIV. É preciso esperar que o ovário volte ao tamanho normal e os folículos estimulados regridam. "Se eu estimular de novo e ainda tiver formações remanescentes do outro ciclo, posso estimular essas formações antigas e criar um problema no ovário", afirma Luiz Fernando Dale, médico especialista em reprodução humana da Clínica Dale, do Rio de Janeiro. O tratamento deve ser reiniciado após a normalização do ovário e depois de as taxas de hormônio se regularizem. "A mulher só pode começar do zero, não do meio, senão ela não vai ter bom resultado. O organismo não vai responder", explica ele. A condição do ovário deve ser avaliada por meio do ultrassom transvaginal. Somente após o exame é refeito o ciclo. Na FIV, o período para que o organismo se normalize costuma demorar de um a dois ciclos. Na inseminação, a quantidade de hormônio utilizada é menor, portanto é possível, em muitos casos, que a mulher refaça o procedimento no próximo ciclo menstrual, caso o ultrassom aponte a regularização do ovário. Em métodos de reprodução assistida que não estimulam o ovário a liberar mais óvulos, como a inseminação artificial intrauterina ou FIV com ciclo natural, não é preciso esperar. Já em caso de abortamento espontâneo, é necessário também haver de um a dois ciclos de intervalo para que o nível hormonal se estabilize. "Quando a mulher aborta, eu não sei quando o ciclo vai recomeçar. A única maneira é observar depois a menstruação do ciclo que vai começar e reprogramar a partir disso", explica o médico. Emocional Fora o lado biológico, o aspecto emocional deve ser pesado para o casal que queira começar de novo. Para determinados casais, esperar um tempo antes de reiniciar o tratamento seria mais recomendado, como forma de aliviar a pressão. Esperar mais para tentar de novo não interfere no resultado do tratamento. Após a tentativa, o casal deve se reunir com o médico, que lhes explicará o resultado e as possibilidades de tentar de novo. "Nesse momento, vamos analisar as condições físicas e emocionais para ver quando é o melhor momento para recomeçar", afirma Luiz Fernando. "Essa conversa é extremamente importante. Mas a decisão cabe ao casal, não ao médico." Busca um especialista em Fertilidade? Clique aqui e confira a lista dos profissionais]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2012/12/07/2670638-0816-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Dreamstime/Terra" title="Foto: Dreamstime/Terra"> <br>Em geral, os médicos não recomendam emendar uma tentativa de fertilização...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2012/12/07/2670638-0816-rec.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Consumo diário de nozes pode melhorar qualidade do sêmen]]></title>
			<pubDate>Fri, 7 Dec 2012 12:06:36 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/consumo-diario-de-nozes-pode-melhorar-qualidade-do-semen,0c188df1fed0e310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/consumo-diario-de-nozes-pode-melhorar-qualidade-do-semen,0c188df1fed0e310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[As nozes podem ter outras funções além de decorar as mesas de Natal. O alimento é rico em ácidos graxos, como ômega-3 e ômega-6, e antioxidantes. De acordo com estudos científicos, essas substâncias podem ajudar a melhorar a qualidade do sêmen. Um trabalho da Universidade da Califórnia (Ucla), em Los Angeles, nos Estados Unidos, observou o impacto que as nozes possuem no sêmen. Foram selecionados 117 homens entre 21 e 35 anos, com dietas dentro do padrão americano, divididos em dois grupos. Um deles não pôde ingerir nenhum tipo de castanha, enquanto o outro passou a consumir 75 gramas de nozes diárias em sua dieta. Ao fim de 12 semanas, os espermatozoides daqueles que consumiram nozes tiveram melhoras significativas quanto à forma, motilidade e vitalidade. Eles também apresentaram menos alterações cromossômicas. As ações, tanto dos ácidos graxos, quanto dos antioxidantes presentes nas nozes previnem a formação dos radicais livres, que atrapalham o movimento do espermatozoide e favorecem o envelhecimento celular. O ômega-3 e ômega-6 ajudam na proteção das membranas dos espermatozoides, que se tornam mais resistentes e maleáveis. Ainda são fontes de energia, aumentando o metabolismo celular dos gametas masculinos. "Há maior produção de energia e é isso que vai fazer a 'máquina' do espermatozoide funcionar. Se ele não estiver conseguindo se movimentar e você der energia para ele, ele vai conseguir se mover melhor", explica Marcos Sampaio, diretor do centro de medicina reprodutiva Origen, de Belo Horizonte. Os antioxidantes e coenzimas presentes nas nozes também auxiliam na proteção das membranas dos espermatozoides. Além disso, reduzem a fragmentação do DNA. "Quando o DNA do espermatozoide é muito fragmentado, aumenta discretamente a possibilidade de alteração cromossômica. Podem ser formados embriões de má qualidade", diz o médico. Consumo O estudo aponta que uma quantidade de 75 gramas de nozes por dia é eficaz para a melhoria do sêmen. Caso as nozes não sejam de agrado do paladar do homem, é possível consumir outras castanhas ou mesmo um suplemento alimentar com essas substâncias. Qualquer fruta oleaginosa (como amêndoas, castanhas-do-pará, castanhas de caju, macadâmias, amendoins, pistache etc.) é rica em energia e antioxidantes. As nozes, porém, têm duas vezes mais antioxidantes que as demais, segundo um estudo conduzido por um pesquisador da Universidade de Scranton, nos Estados Unidos, e apresentado na Sociedade Química Americana. Os pesquisadores da Ucla, no entanto, afirmam que é necessário mais estudos para concluir o efeito do consumo desse alimento nos resultados de gravidez em clínicas de reprodução ou na população em geral. Segundo Marcos, as nozes são uma ajuda, não tratamento. "Sempre que você pensa em alimentação saudável, em teoria, isso é bom. Mas a gente não pode tomar isso como norma de conduta terapêutica. Isso não vai pegar um sêmen que é completamente infértil e transformá-lo em um sêmen fértil", afirma. "Isso vai melhorar a capacidade do sêmen. Pode ajudar quando você vai fazer um tratamento de reprodução assistida, para formar um embrião de melhor qualidade." Busca um especialista em Fertilidade? Clique aqui e confira a lista dos profissionais]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2012/12/03/2664355-4805-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Dreamstime/Terra" title="Foto: Dreamstime/Terra"> <br>As nozes podem ter outras funções além de decorar as mesas de Natal. O alimento é rico em ácidos graxos, como ômega-3 e ômega-6, e antioxidantes. De acordo com estudos científicos, essas substâncias podem ajudar a melhorar a qualidade do sêmen....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2012/12/03/2664355-4805-rec.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Mulheres mais novas também podem ter problema de fertilidade]]></title>
			<pubDate>Wed, 5 Dec 2012 18:12:15 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/mulheres-mais-novas-tambem-podem-ter-problema-de-fertilidade,6138cc9e0ed0e310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/mulheres-mais-novas-tambem-podem-ter-problema-de-fertilidade,6138cc9e0ed0e310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Nem sempre o relógio biológico é o principal vilão da fertilidade feminina. Embora menos frequentemente, mulheres com 30 anos ou menos também podem ter de recorrer a processos de reprodução assistida para conseguir engravidar. Antes dos 30 anos, as chances de engravidar naturalmente são de cerca de 20% por mês. Aos 40, essa taxa é abaixo dos 5%. Isso acontece porque a quantidade e a qualidade dos óvulos diminuem com o tempo. Há outros fatores, no entanto, que dificultam as chances de gravidez até mesmo para mulheres abaixo dos 30. Caso passem mais de um ano tentando engravidar sem sucesso, elas devem procurar ajuda médica. Georges Fassolas, especialista em reprodução humana da clínica Vivitá, de São Paulo, afirma que em torno de 20% das pacientes que atende têm 30 anos ou menos. Pelo menos metade dessas pacientes, segundo ele, tem Síndrome dos Ovários Policísticos - doença que acomete de 6% a 10% das mulheres em idade fértil. É comum que mulheres com essa síndrome não ovulem. Em muitos casos, o relacionamento programado - procedimento de baixa complexidade em que há a indução e o acompanhamento da ovulação - é suficiente para resolver a situação, caso seja a única razão para os problemas de fertilidade. O mesmo vale para outras causas menos comuns de distúrbios ovulatórios, como hiperprolactinemia (excesso de produção do hormônio prolactina) e problemas de tireoide. A endometriose, doença que atinge de 6 a 7 milhões de brasileiras, é também fator comum entre mulheres mais jovens. A presença das células do endométrio (parede interna do útero) em locais como ovários e trompas pode dificultar as chances de engravidar. Caso a trompa fique obstruída, por exemplo, seria necessária a realização da fertilização in vitro (FIV). Esse tratamento também é o recomendado em casos de obstruções da trompa causadas por infecções pélvicas. As principais causas para isso seriam doenças sexualmente transmissíveis, como clamídia e micoplasma. A menopausa precoce é causa menos frequente - entre 1% e 3% das mulheres a têm. A falência prematura dos ovários impede a produção de óvulos. O tratamento recomendado é, portanto, a doação desses gametas. Hábitos como tabagismo e drogas também podem afetar a fertilidade. "O cigarro hoje é o vilão de quase tudo, inclusive da fertilidade", comenta Georges. Além das dificuldades de engravidar, o uso de drogas aumenta as chances de má-formação embrionária, gerando abortos de repetição. A obesidade também é fator de baixa fertilidade. Ela está associada ou à síndrome dos ovários policísticos ou a outras alterações metabólicas que levam a distúrbios ovulatórios, como diabetes. Fator masculino Se a mulher não está conseguindo engravidar, nem sempre a causa está relacionada a dela. Estima-se que 33% dos problemas de fertilidade sejam masculinos, 33% femininos e outros 30% de ambos. Em 4% dos casos, as causas são incertas. Se o homem tiver sêmen de baixa qualidade, é recomendado o uso da inseminação artificial ou FIV. Somatória Muitas das causas que acometem as mulheres mais novas são as mesmas que afetam as chances de gravidez das mais velhas. "Só que nas mulheres mais velhas, se juntam os fatores. Não é que a endometriose é pior em uma mulher mais velha. É claro que as consequências com o tempo vão piorando. Mas se você já tem perda de função ovulatória por causa da idade e endometriose, são dois fatores", explica o médico. Busca um especialista em Fertilidade? Clique aqui e confira a lista dos profissionais]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2012/12/03/2664317-9703-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Dreamstime/Terra" title="Foto: Dreamstime/Terra"> <br>Nem sempre o relógio biológico é o principal vilão da fertilidade feminina. Embora menos frequentemente, mulheres com 30 anos ou menos também podem ter de recorrer a processos de reprodução assistida para conseguir engravidar....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2012/12/03/2664317-9703-rec.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Complicação na gravidez de Kate afeta uma a cada 200 gestantes]]></title>
			<pubDate>Tue, 4 Dec 2012 10:49:10 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/complicacao-na-gravidez-de-kate-afeta-uma-a-cada-200-gestantes,a048c563e456b310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Um dia após anunciar estar grávida de cerca de três meses, Kate Middleton foi internada em um hospital de Londres com intensos enjoos matinais. Ela sofre de hiperêmese gravídica, problema caracterizado por forte desconforto, náuseas e vômitos e que afeta uma a cada 200 gestantes. A londrina Ebru Macavoy, de 29 anos, passou pelo mesmo problema, cujo principal risco é a desidratação, quando deu à luz em 2009. "Foi traumático, debilitante, horrível. Eu estava constantemente nervosa e vomitava 30 vezes por dia. Me sinto triste por Kate, por ela ter que passar por isso, sinto muito por ela", disse. Na época ela era uma jovem advogada, casada havia apenas alguns meses e logo no início da sua primeira gestação. Ebru se lembra de já acordar exausta e diz ter emagrecido quase quatro tamanhos no manequim. Hoje em dia ela é voluntária para ajudar outras mulheres com o problema. "Da hora em que abria os olhos já sentia náuseas. Se me mexesse na cama, vomitava. Cada vez que me movia me sentia enjoada. Não podia dirigir ou caminhar, todas as tarefas mais simples se tornavam impossíveis", conta. Ebru disse ter sido internada mais de 20 vezes durante a gravidez, mas finalmente o problema foi aliviado com medicamentos que limitaram os vômitos a cerca de cinco por dia. Tratamento e riscos Em entrevista à BBC, o médico Tim Draycott, porta-voz do Conselho Real de Obstetras e Ginecologistas da Grã-Bretanha, disse que os remédios podem reduzir o desconforto. "Com o tratamento - fluidos intravenosos e medicação para controlar os vômitos e as náuseas -, a condição é razoavelmente benigna embora horrível de enfrentar. O risco maior é não tratar", explica. Ele disse que o problema está ligado à variação nos níveis de hormônios da gravidez, e que a condição tende a melhorar por volta de 13 semanas, quando os níveis caem. "Não temos certeza sobre os motivos que fazem algumas mulheres terem o problema e outras não, mas é relativamente mais comum em mães que esperam gêmeos". Acredita-se que o problema seja genético, o que significa que Kate deve apresentar os mesmos sintomas em futuras gestações. Rosie Dodds, da Fundação Nacional de Partos, diz que evitar cheiros que podem desencadear enjoos, como fumaça e comidas gordurosas, pode ajudar. "Há poucas provas, mas o uso de gengibre, vitamina B6 e 'acupressão' (mistura de acupuntura com pressão) foram eficientes para algumas mulheres, embora seja melhor checar com seu médico ou parteira primeiro. Comer comidas secas, como torradas, não deve fazer mal também", avalia. "Desejamos muita sorte a William e Catherine com sua gravidez e esperamos que a duquesa se recupere logo", acrescenta. Anúncio Kate apareceu em público pela última vez na sexta-feira passada, quando visitou a escola St. Andrew, em Berkshire, onde estudou na infância. De acordo com o porta-voz, Kate foi internada por estar sofrendo de hiperêmese gravídica. É bastante improvável que a complicação cause riscos ao bebê. No entanto, como ela provoca perda de peso, pode ser que o bebê nasça abaixo do peso ideal. Um porta-voz disse o casal soube da gravidez "recentemente". Acredita-se que o fato de Kate ter sido internada apressou o anúncio oficial da gravidez.  ]]></content>
			<description><![CDATA[Um dia após anunciar estar grávida de cerca de três meses, Kate Middleton foi internada em um hospital de Londres com intensos enjoos matinais. Ela sofre de hiperêmese gravídica, problema caracterizado por forte desconforto, náuseas e vômitos e que afeta uma a cada 200 gestantes....]]></description>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Diabetes deve ser controlada para evitar riscos ao bebê]]></title>
			<pubDate>Mon, 3 Dec 2012 18:06:51 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/diabetes-deve-ser-controlada-para-evitar-riscos-ao-bebe,6b28d8837cd0e310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/diabetes-deve-ser-controlada-para-evitar-riscos-ao-bebe,6b28d8837cd0e310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Os efeitos do diabetes materno também impactam o bebê. Muitos deles podem, no entanto, ser evitados com o controle durante a gravidez. A doença é caracterizada pelo aumento dos níveis de açúcar. Isso acontece em virtude da deficiência da produção da insulina ou a resistência à ação desse hormônio, responsável por facilitar a entrada do açúcar nas células. Existem três tipos de diabetes: o tipo 1, o tipo 2 e o diabetes gestacional, exclusivo da gravidez. Os dois primeiros apresentam maior risco de má formação congênita quando não tratados desde o início da gravidez. No primeiro trimestre, são desenvolvidos todos os órgãos do bebê - fase em que o diabetes gestacional normalmente ainda não se manifestou. A partir do terceiro trimestre, o principal efeito da doença é o aumento do tamanho do feto, que pode apresentar o peso de 39 semanas, mesmo estando com 32, por exemplo. Também pode aumentar a quantidade de líquido amniótico (que envolve o bebê), o que eleva o risco de infecções. Com esses fatores, o risco de parto prematuro também é maior. "Se o bebê tem peso maior que o esperado, o útero vai entender que está na hora de entrar em trabalho de parto", explica Alex Leite, endocrinologista do Hospital e Maternidade São Luiz, de São Paulo. Na hora do parto, é possível que seja difícil retirar o bebê, em cesárea ou parto normal. Após o nascimento, ele pode apresentar hipoglicemia. "O bebê estava acostumado com uma quantidade excessiva de açúcar que ele recebia da mãe e, quando nasce, isso acaba", diz o médico. Há também o risco de problemas respiratórios, devido ao excesso de peso, e icterícia. Criança diabética e obesa Estatísticas mostram que filhos de mães que tiveram diabetes gestacional têm maior predisposição a obesidade e diabetes tipo 2 na infância - tipo que é mais comum em adultos, porém cuja recorrência tem aumentado entre as crianças. "Durante a gestação, o feto não é diabético e ele também não nasce diabético. Só que a mesma predisposição genética para desenvolver a doença que a mãe tem é passada para a criança e, em algum momento da vida dela, ela pode ter a doença", afirma Alex. Quem desenvolve diabetes gestacional teria a mesma predisposição genética de quem tem diabetes tipo 2. Há, no entanto, a hipótese de que os altos níveis de açúcar na gravidez possam programar o organismo do bebê durante sua vida intrauterina, o que o levaria a ter diabetes no futuro. Essa relação, no entanto, não foi comprovada cientificamente. Uma pesquisa em andamento feita por Karen Logan, da Imperial College London, na Inglaterra, pode ajudar a identificar os riscos dos filhos de mulheres que desenvolveram a doença na gestação terem diabetes tipo 2. Com financiamento da organização beneficente britânica Action Medical Research, a pesquisadora irá comparar grupos de bebês cujas mães tiveram diabetes gestacional com aqueles cujas mães não tiveram. A intenção é procurar as "impressões digitais" metabólicas que levam os filhos a ter a doença e, assim, entender melhor como tratá-la. Tratamento Os riscos que a doença apresenta na gestação podem ser minimizados com tratamento adequado. "Os riscos que ela corre durante a gestação serão semelhantes aos riscos de uma gestação normal", afirma o endocrinologista. Em muitos casos de diabetes gestacional, o controle é feito apenas com dieta balanceada, evitando abuso de carboidratos, doces e alimentos muito calóricos. Se a mulher tiver diabetes tipo 1 ou 2, o uso de insulina é necessário na maioria das vezes. "Ela não apresenta riscos ao bebê porque não atravessa a placenta e pode ser usada em qualquer situação", explica o médico. A alimentação balanceada pode ajudar a prevenir o desenvolvimento do diabetes, em qualquer etapa da vida. Não há, no entanto, como evitar a doença. Por isso, é importante que a mulher realize exames dos níveis de açúcar no sangue antes e durante a gravidez, para controlar a doença. Busca um especialista em Fertilidade? Clique aqui e confira a lista dos profissionais]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2012/12/03/2664082-5321-rec.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Dreamstime/Terra" title="Foto: Dreamstime/Terra"> <br>Os efeitos do diabetes materno também impactam o bebê. Muitos deles podem, no entanto, ser evitados com o controle durante a gravidez....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/img.terra.com.br/i/2012/12/03/2664082-5321-rec.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Sexo na gravidez não ajuda a adiantar o trabalho de parto]]></title>
			<pubDate>Fri, 23 Nov 2012 20:37:28 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/sexo-na-gravidez-nao-ajuda-a-adiantar-o-trabalho-de-parto,e8803daa2cd2b310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://saude.terra.com.br/gestacao/sexo-na-gravidez-nao-ajuda-a-adiantar-o-trabalho-de-parto,e8803daa2cd2b310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[As mulheres no fim da gestação que estão ansiosas para entrar em trabalho de parto costumam apostar em alguns truques, como comer pimenta e ter relações sexuais. Mas, de acordo com uma pesquisa da Universidade da Malásia, divulgada pelo jornal Daily Mail, o sexo não ajuda a adiantar as contrações. Os pesquisadores analisaram mais de 1,1 mil grávidas a partir da 35ª à 38ª semanas (a gestação normal dura 40 semanas), que não haviam transado nas últimas seis semanas. Metade foi aconselhada por um médico a praticar sexo com frequência para adiantar o parto com segurança. Ao restante, foi dito que relações sexuais eram seguras durante a gestação, mas que seus efeitos sobre o trabalho de parto eram desconhecidos. Constatou-se que 85% das incentivadas a ter relações sexuais seguiram o conselho do médico, enquanto 80% das outras também transaram. A diferença esteve na frequência, enquanto o primeiro grupo transou três vezes o segundo fez sexo duas vezes. No entanto, as taxas de parto induzido foram semelhantes: 22% e 20,8%, respectivamente. De maneira geral, a gravidez durou, em média, 39 semanas.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2012/11/23/sexo-gravidez.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>As mulheres no fim da gestação que estão ansiosas para entrar em trabalho de parto costumam apostar em alguns truques, como comer pimenta e ter relações sexuais. Mas, de acordo com uma pesquisa da Universidade da Malásia, divulgada pelo jornal Daily Mail, o sexo não ajuda a adiantar as contrações....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2012/11/23/sexo-gravidez.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		</item>
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