Saiba como conseguir um sorriso saudável com pouco dinheiro

2 ago 2013
07h12
atualizado às 07h59

“Prevenir é melhor do que remediar”. O ditado popular é geralmente usado para aqueles casos em que é possível se precaver para que o organismo não adoeça. E quando se trata de saúde bucal, não é diferente. A prevenção continua sendo o melhor remédio.

Então, para que o orçamento mensal não tenha nenhuma despesa extra, o ideal é investir na prevenção das doenças bucais. E isso pode ser feito facilmente em casa, por qualquer pessoa. “Uma boa higiene bucal, que valorize a escovação na mesma proporção da limpeza dos vão dos dentes, é essencial. A limpeza completa da boca favorece uma melhor estética dos dentes”, diz Rodrigo Bueno de Moraes, consultor científico da Associação Brasileira de Odontologia (ABO). Por isso, mais vale investir em boas escolas de dentes, fios dentais e limpadores de língua do que ter de desembolsar valores maiores mais para frente, pagando por tratamentos.

E quando os dentes começam a ficar amarelados e o paciente não pode custear um clareamento, a saída é optar por tratamentos paliativos. “Em boa parte das vezes, aquele tom amarelado excessivo melhora muito apenas com a limpeza profissional (polimentos) e a sessão de periodontia (raspagem e eliminação de tártaro dos dentes), o que pode representar custo menor e uma satisfação ainda maior ao paciente, por estar relacionada a um cuidado que, além da melhora estética proporcionada, acaba favorecendo a saúde”, explica Moraes.

Além disso, depois que o paciente passa pelo tratamento, é preciso continuar com os cuidados caseiros, prolongando o efeito do procedimento.  “Manter a disciplina dos cuidados diários recomendados pelos dentistas é procurá-lo ao menor sintoma de desconforto ou que gere dúvidas”, aponta.

Para finalizar, as visitas regulares ao dentista – a cada seis meses – completam a lista de dicas para quem não quer se deparar com tratamentos de alto custo. “Bochechos e outros complementos devem ser recomendados pelo dentista. Isso reduz as chances do uso abusivo ou impróprio de recursos que não são indicados a determinadas situações e pacientes”, destaca Moraes.

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